<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711</id><updated>2012-01-18T06:15:07.286-08:00</updated><category term='Historiografia'/><category term='Curiosidades na História'/><category term='Museu Ruy Menezes'/><category term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><category term='Patrimônio Histórico'/><category term='Cultura'/><category term='Reflexões'/><category term='História de Barretos'/><category term='Literatura'/><category term='História Regional'/><category term='Páginas'/><category term='História do Brasil'/><category term='Educação'/><category term='Política'/><category term='África'/><title type='text'>ARTIGOS: Profª Karla Armani</title><subtitle type='html'>"Por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem, os artefatos ou as máquinas, por trás dos escritos aparentemente mais insípidos e as instituições mais desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a História quer capturar. Quem não conseguir isso será apenas, no máximo, um serviçal da erudição. Já o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está sua caça".
(Bloch, Apologia da História, 2001, p. 54)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>219</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-4103528163541642201</id><published>2012-01-18T03:46:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T03:46:07.745-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>ANACRONISMOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="background-color: #e69138; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS", EM 13 DE JANEIRO DE 2012&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Leitor amigo, você já ouviu falar em “anacronismo”? Esta palavra, de origem grega, refere-se a um erro de cronologia, de coerência com uma determinada época. Esse tipo de erro pode ocorrer em um texto, uma pintura, um filme e pode causar danos às análises do passado. Por exemplo, é um anacronismo a restauração de um quadro do início do século XX onde o artista-restaurador decide inserir uma televisão na pintura, sendo que naquela época não existia esse tipo de tecnologia. Outro tipo de anacronismo são as generalizações, em que personagens do passado são analisados genericamente, como se fossem parte de um único estereótipo padrão. Assim, julga-se todo escravo “submisso” (sem resistência), todo índio “preguiçoso” (pois não trabalha o dia todo) e todo coronel como um poderoso proprietário de terra e escravos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É neste personagem, o coronel, que alguns anacronismos podem ser cometidos quando se imagina os coronéis de Barretos. Sabe-se que, pelo menos dentro da história geral do Brasil, o coronel era aquele “fazendeiro” que recebia ou comprava uma titulação da Guarda Nacional e, por isso, exercia influência na política e na economia local. Mas, os exames da história regional e local podem provar que nem todo coronel era assim, poderia sim exercer de fato um grande poder político, mas nem sempre tinha em sua propriedade vastas extensões de terras e muitos trabalhadores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na própria história de Barretos existiam pessoas que possuíam titulações da Guarda Nacional como major, tenente, capitão e coronel, mas que eram na realidade intelectuais, no sentido de “bacharéis”, formados em universidades nas capitais brasileiras e que exerciam poder e influência política por meio de seus textos publicados nos jornais barretenses. Em sua maioria, esses coronéis adquiriam estas titulações para conseguir fazer parte da elite de Barretos, composta ate então somente pelos fazendeiros. Eram estes o Cel. Silvestre de Lima, o Cel. João Machado de Barros, o Cel. João Carlos de Almeida Pinto, o Cel. Jesuíno da Silva Melo, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Cel. Jesuíno da Silva Melo é um dos principais exemplos que fogem às generalizações traçadas aos coronéis.&amp;nbsp; Mineiro, era agrimensor e também atuava como diretor de colégios. Chegou a Barretos ainda no século XIX, foi colaborador do jornal “O Sertanejo” e neste espaço foi o primeiro a escrever sobre a história de Barretos, colhendo depoimentos das pessoas mais velhas e vestígios materiais nos lugares antigos da cidade. “Sua residência em Barretos era um verdadeiro museu de antiguidades, de arte e de história natural, a que era dado com fanatismo, além de pequenos objetos curiosos, para todas as serventias”, escreveu Osório Rocha. Além disso, em 1902, o Cel. Jesuíno foi nomeado diretor do Instituto Benjamim Constant do RJ, onde capacitava e educava crianças cegas. Foi quando se mudou para sempre de Barretos, mas nunca deixou de ser citado na nossa imprensa como o primeiro historiador da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leitor, entende agora que não é possível generalizar um personagem dessa estirpe “intelectual” como um coronel padrão proprietário de terra e mais nada? É por isso que existe a historia regional e local, para colocar em evidência personagens diferentes como o Cel. Jesuíno longe de generalizações anacrônicas. Sem querer criar heróis, é claro. Que assim seja, cada época analisada com os olhos da época!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-4103528163541642201?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/4103528163541642201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=4103528163541642201' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/4103528163541642201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/4103528163541642201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2012/01/anacronismos.html' title='ANACRONISMOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-6785231316670805617</id><published>2012-01-18T03:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T03:43:55.347-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>2012: PREVISÕES E COMEMORAÇÕES</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #e69138; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS", EM 6 DE JANEIRO DE 2012&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 2012 é um ano que promete surpresas. O ano está só começando e muitas informações já se têm sobre ele, ou ao menos o que se espera dele. Trata-se de um ano bissexto do calendário gregoriano e que a ONU definiu como o “Ano Internacional da Energia Sustentável para todos”. São esperados os Jogos Olímpicos de Verão no Reino Unido e a expectativa também é grande diante às eleições para prefeitos e vereadores no Brasil, bem como de presidente na Venezuela e nos Estados Unidos. 2012 é um ano de previsões sobre o futuro, alguns temem pelo fim do mundo em dezembro por conta do término do calendário maia, um calendário que é cíclico, portanto, representativo do início de uma nova era. Mas, 2012 é sobretudo um ano de comemorações, afinal não só de expectativas é composto o ano, e sim de memórias sobre acontecimentos no mundo, no Brasil e até mesmo em Barretos, para nós que cá estamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É claro que não seria possível enumerar os principais acontecimentos do mundo e do Brasil nestas poucas linhas. Porém, alguns deles são: o centenário do naufrágio do navio Titanic e do Santos Futebol Clube (1912); os 90 anos da Semana de Arte Moderna ocorrida no Teatro Municipal de São Paulo (1922); os 80 anos da Revolução Constitucionalista de 1932; os 70 anos da Batalha de Stalingrado durante a 2ª Guerra (1942); os 60 anos que o Gen. Fulgêncio Batista deu um golpe de Estado em Cuba (1952); os 50 anos do embargo econômico imposto a Cuba pelos EUA e a Crise dos Mísseis (1962); os 40 anos da inauguração das transmissões televisivas a cores no Brasil (1972); os 30 anos da Guerra das Malvinas entre Argentina e Inglaterra (1982); os 20 anos da renúncia do ex-presidente Fernando Collor de Melo (1992) e os 10 anos da conquista do “penta” pela seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo e a morte de Chico Xavier, um grande líder espiritual no Brasil (2002).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em Barretos também existem datas a serem relembradas e pesquisadas, tais como: o centenário do 1º Grupo Escolar de Barretos instalado em setembro de 1912 em um prédio belíssimo; os 90 anos de nascimento do dramaturgo Jorge Andrade (1922); os 80 anos do “Grupo dos 52” da Revolução Constitucionalista (1932); os 70 anos da morte do político dr. Antonio Olympio (1942); os 50 anos da morte do Profº Adão de Carvalho (1962); os 40 anos das polêmicas sobre a demolição do prédio do 1º Grupo Escolar e outras datas que ainda serão estudadas ao decorrer do ano. Visto que, os acontecimentos dos anos 70 em diante ainda são muito recentes e precisam de certo distanciamento de tempo para ser estudados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;A memória que é resgatada com as comemorações das datas é algo de extrema importância para a comunidade pelo fato de proporcionar momentos de reflexões e críticas dos acontecimentos. 2012 é um ano de expectativas boas e ruins, de boas vibrações e ansiedades, um ano de previsões e comemorações! &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-6785231316670805617?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/6785231316670805617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=6785231316670805617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6785231316670805617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6785231316670805617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2012/01/2012-previsoes-e-comemoracoes.html' title='2012: PREVISÕES E COMEMORAÇÕES'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1757080637546440091</id><published>2012-01-06T03:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T03:10:39.124-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>MENSAGENS DE ANO NOVO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;br /&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 01º DE JANEIRO DE 2012 PELA PROFª KARLA O. ARMANI&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Adeus ano velho, feliz ano novo / Que tudo se realize no ano que vai nascer /&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O verso acima é uma das várias canções que são comuns neste momento de passagem de ano. Esta é a fase em que pensamos sobre as realizações, as perdas e ganhos do ano que finda e também começamos a fazer as vibrações para o ano que se inicia. Aquilo que se espera para o ano que vem é mentalizado a fim de se tornar realidade, e na maioria das vezes, como é visto no verso acima, o que mais se deseja é prosperidade e saúde. Neste momento de final de ano, as mensagens rolam soltas em cartões impressos e nos emails, pois palavras inspiradoras são muito bem vindas para o ano que vai nascer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É interessante apreciarmos a fundo o conteúdo destas mensagens, pois elas carregam os desejos mais íntimos da sociedade que vivemos, mostrando nossa cultura em termos gerais. Assim, é notável um verso retirado do primeiro jornal de Barretos, O Sertanejo, em que os escritores da época comentavam e festejavam a passagem do ano de 1900 para 1901, ou seja, a passagem do século XIX para o XX. O Cel. Almeida Pinto, muito conhecido na época, com o pseudônimo de João Bobo enalteceu em sua “Chronica da Terra” as seguintes rimas: &lt;i&gt;“Leitoras, as boas festas; boas festas, ó leitores! Que vossa vida futura, seja coberta de flores / Desejo-vos mil venturas, neste século que vem: que Deus a todos proteja, como ao João Bobo também / Que leve o diabo deste ano: velho, feio, rabugento; que nada me deixe a mim, em seu negro testamento! / Surja, em fim, a nova aurora, venha, afinal, vida nova. E que Deus livre o cronista de tomar alguma sova!”&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A mensagem de “João Bobo” pode nos parecer no mínimo “exótica” no que se refere às palavras de hoje, mas é que naquele tempo usavam-se muitos termos rotulados de antíteses, isto é, bem e mal; Deus e diabo; claro e escuro, novo e velho. Além é claro, da “pitada” de humor também presente na formulação das rimas. Desta maneira, é interessante perceber que, mesmo com as diferenças expressivas, mensagens de finais de ano continuam a permanecer em nossa sociedade; mesmo com um século de distância. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As mensagens do tempo presente são carregadas de palavras que aguçam nossas emoções, como por exemplo, este trecho retirado do poema “Receita de Ano Novo” do inesquecível e incomparável Carlos Drummond de Andrade: &lt;i&gt;“Para ganhar belíssimo Ano Novo, cor do arco-íris ou da cor da sua paz / Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) / [...] / Para ganhar um Ano Novo, que mereça este nome / Você, meu caro, tem de merecê-lo / Tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil / Mas tente, experimente, consciente / É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”&lt;/i&gt;. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Belas e sábias palavras de Drummond. Então, que neste ano novo possamos merecê-lo da forma mais simples possível: acordando-o dentro de nós mesmos! Feliz Ano Novo! &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1757080637546440091?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1757080637546440091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1757080637546440091' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1757080637546440091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1757080637546440091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2012/01/mensagens-de-ano-novo.html' title='MENSAGENS DE ANO NOVO'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-2887087418856177486</id><published>2012-01-06T03:08:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T03:08:51.029-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>VALORES DE NATAL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;a href="http://www.karlaarmani.blogspot.com/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: #e69138;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: #e69138;"&gt;RTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 25 DE DEZEMBRO DE 2011 PELA PROFª KARLA O. ARMANI&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desde os tempos da Antiguidade é comum comemorar a passagem dos anos em festas, fosse para homenagear os deuses, festejar o bom resultado das colheitas ou até aproveitar o momento para a reflexão de certos valores. Na sociedade em que vivemos, ocidental, é muito comum festejarmos o natal, isto por conta da crença predominante no Cristianismo. No final do ano, as pessoas são tomadas pelo “espírito natalino”, isto é, entram no clima dos presentes e do Papai Noel, no entanto, o real motivo da festa natalina são os ensinamentos de Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tais ensinamentos foram disseminados ainda na era Antiga e mesmo com o passar dos séculos (aliás, milênios) continuam presentes em muitos discursos de ordem religiosa e/ou filosófica. Podemos afirmar que são valores atemporais, ou seja, perpassam a linha do tempo, o espaço geográfico e até mesmo as culturas, pois são vistos em todas as sociedades que almejam a igualdade entre os homens, a bondade e a humildade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os dizeres de Jesus Cristo estão registrados na Bíblia e foram escritos por seus apóstolos. De tudo o que Cristo profetizou, o Sermão da Montanha (Galiléia, 30 d.C) sintetiza muito bem a direção que se deve tomar para que as pessoas não cometam atos contrários do que pregavam os 10 mandamentos. É neste sermão que Jesus prega a importância do pensamento como condutor de uma ação, boa ou má. Seus ouvintes deveriam controlar suas idéias para comandá-las ao bem. Por exemplo: “não só não se deve matar, como também não se devem ter pensamentos irados; não só não deve cometer adultério, como também não se devem ter pensamentos luxuriosos; não só não se deve roubar, como também não se podem ter pensamentos sobre necessidades materiais”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A importância de nossas ações está no pensamento que elas se originam, esta é uma das mensagens que Jesus quis demonstrar no Sermão da Montanha. Nesta época de natal, em que independente das crenças as pessoas comemoram o nascimento de Jesus, mensagens como esta são muito importantes para aqueles que enxergam o natal como um momento de renovação e reflexão de valores. Vigiai os seus pensamentos e orai nesta passagem de ano. Feliz Natal a todos!!! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: KIDDER, David; OPPENHEIM, Noah. &lt;b&gt;O Livro do Sabe Tudo&lt;/b&gt;. 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-2887087418856177486?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/2887087418856177486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=2887087418856177486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2887087418856177486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2887087418856177486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2012/01/valores-de-natal.html' title='VALORES DE NATAL'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7337287033181462555</id><published>2012-01-06T03:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T03:07:07.975-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>A (RE)INAUGURAÇÃO DO CINE-BARRETOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 16 DE DEZEMBRO DE 2011 PELA PROFª KARLA O. ARMANI&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“A história de uma mulher que muito pecou porque muito amou! Ela queimou sua alma num inferno de ciúmes... Impressionante película de amor.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta frase estampava o cartaz de um filme muito esperado pelos barretenses há exatos 65 anos atrás. Com palavras profundas, o cartaz do filme “Amar foi minha ruína” exibia belas fotos do ator amerciano Cornel Wilde e da bela Gene Tierney e anúncios atrativos para que a população fosse prestigiar a inauguração do mais recente e moderno cinema de Barretos, o Cine-Barretos. Um cinema que ao longo do século XX passou a ser considerado “velho”, mas que agora passa a ser reinaugurado no dia de hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao ler os jornais dos anos 40, percebe-se que na época da construção do Cine-Barretos as expectativas eram as melhores por parte da comunidade. Em uma reportagem do jornal “A Semana”, de fevereiro de 1946, foi escrito cada detalhe de como seria a estrutura do novo cinema, que era comparado com a “Radio Cultura” de São Paulo (na Av. São João) por ter a fachada parecida com a mesma. Faziam menção também às 1200 poltronas que seriam colocadas no cinema, os 12 “modernos” aparelhos renovadores de ar e os 2 projetores de filmes. Todos os pontos foram citados, por exemplo: as bilheterias, o toilette para as senhoras, a sala de espera, o declive do salão de projeção, a decoração e a iluminação da fachada a cores pelo “sistema fluorescente”. Como se vê, o novo cinema era tido como um símbolo de modernidade e tecnologia para os habitantes de Barretos dos anos 40, que esperavam pela inauguração nos meses de junho ou julho, mas que acabou por acontecer em dezembro de 1946. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já na época da inauguração, o Cine-Barretos foi caracterizado como um “colossal e elegantíssimo edifício de concreto armado” pelo jornal “Correio de Barretos” e assim foi recepcionado com grandes salvas pela população. Em 17/12/1946, numa 3ª feira, às 16 horas, foi inaugurado o moderno cinema ao lado do antigo e belíssimo Teatro Santo Antonio, na rua 20. Nos jornais da época foram muitos citados os nomes dos srs. Pedro Bibo e Oswaldo Sampaio da Empresa Teatral Paulista, que foram condecorados com as honras de dotar a cidade com um “régio presente de natal”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao que consta, no dia da inauguração do Cine-Barretos foram feitos pronunciamentos por parte do sr. Nadir Kenan, diretor da Radio PRJ-8, que em seguida passava o microfone para as demais pessoas. Outro detalhe interessante, agora retirado das atas da Santa Casa de Misericórdia de Barretos, é que a renda arrecadada no dia da inauguração do cinema seria revertida para o hospital. Além disso, existem pessoas ainda hoje que presenciaram este dia, como o sr. José Vicente Dias Leme (que diga-se de passagem possui uma memória fantástica!), outra fonte de inigualável valor para nós que estamos aqui tentando reviver este momento de 65 anos passados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se no passado o momento foi de festa pela inauguração do “moderno” Cine-Barretos, o presente também se alegra com o fato do “antigo” cinema ter suas funções revigoradas, mesmo sem todas as suas características originais. Afinal, é sempre uma alegria ver um patrimônio histórico em funcionamento! Luzes, câmeras, ação! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;FONTE: Acervo de jornais do Museu “Ruy Menezes”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7337287033181462555?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7337287033181462555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7337287033181462555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7337287033181462555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7337287033181462555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2012/01/reinauguracao-do-cine-barretos.html' title='A (RE)INAUGURAÇÃO DO CINE-BARRETOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8361126652458437126</id><published>2011-12-15T04:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T04:12:21.281-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>O ADVENTO DA REPÚBLICA: GRUPOS ESCOLARES</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" NO DIA 9 DE DEZEMBRO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando proclamada, apesar de não mudar o cenário das representações políticas, a República brasileira fez surgir novas instituições nos confins do país. O Estado mais atingido pelas mudanças republicanas foi São Paulo, uma vez que o café assegurava poder aquisitivo para tais modernidades. O ponto de partida para transformar uma província “mofada” do Império em um Estado “moderno” republicano, era a implantação de um sistema educacional que garantisse acesso as mais isoladas localidades. Nasciam, assim, os grupos escolares da primeira república, instituições educacionais que, desde 1893, tinham a missão de universalizar o ensino por meio de uma educação padronizada e formação de professores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Barretos, então recente comarca, não ficou fora deste projeto e já em 1912 teve seu 1º Grupo Escolar instalado na Praça da República (Praça Francisco Barreto), grupo este que possuía um prédio de arquitetura especialmente desenhada para representar o ideário educacional da república. Pouco mais de vinte anos depois, Barretos já contava com três grupos escolares, além dos grupos escolares do Frigorífico e de Itambé, oito escolas estaduais, quatro escolas municipais e sete escolas particulares em toda sua região. Todas as escolas de Barretos e região pertenciam a Diretoria Regional de Ensino de Jaboticabal e, esta, por sua vez, fazia uma série de visitações e depois registrava os relatórios sobre todas as condições das escolas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sabendo disso, vamos nos ater no ano de 1939, quando o presidente do Brasil era Getúlio Dorneles Vargas e o prefeito de Barretos era Fabio Junqueira Franco. O segundo e o terceiro grupos escolares foram instalados respectivamente em 1935 e 1939, ambos surgiram pelo crescimento de matrículas do 1º grupo escolar que não sustentava mais esta demanda. Em 1912, quando criado, o número de matrículas do 1º grupo foi de 257 alunos, já em 1939 este número foi para 827 alunos, sendo que no grupo só existiam 10 salas de aulas. Além disso, o grupo escolar contava com gabinete dentário, espaço para sopa, assistência médica (na época, pelo pediatra dr. Julio Costa), práticas de escotismo, bibliotecas, apresentação de trabalhos artesanais e de músicas orfeônicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os grupos escolares de Barretos precisam ser melhores estudados no contexto da primeira república do Brasil, visto que possuem muitas referências sobre a época e particularidades interessantes. Barretos, mais uma vez, se mostrava como uma localidade intrínseca aos acontecimentos da história do Brasil e ser sede de grupos escolares era refletir a modernidade de uma terra, mesmo que isolada. Enfim, aos antigos grupos escolares, que hoje são as escolas estaduais “dr. Antonio Olympio”, “E. Municipal Prof. Fausto Lex e “E. E. Cel Almeida Pinto” o nosso reconhecimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;FONTE: www.arquivoestadosp.gov.br/educacao&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8361126652458437126?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8361126652458437126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8361126652458437126' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8361126652458437126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8361126652458437126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/12/o-advento-da-republica-grupos-escolares.html' title='O ADVENTO DA REPÚBLICA: GRUPOS ESCOLARES'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1464970257883437707</id><published>2011-12-15T04:07:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T04:07:32.994-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>HISTÓRIA E CIDADANIA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 2 DE DEZEMBRO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leitor amigo, você é da época em que era obrigatório na escola entoar o hino nacional pelo menos uma vez por semana? Já reparou que está prática vem acabando nos últimos tempos? É bem verdade que muitas transformações alcançam a escola de ontem com a escola de hoje, mas talvez uma das mudanças que mais deixam “saudade” é a cerimônia do canto do hino nacional, hino à bandeira e o hino à independência. Isto porque, era um momento em que todas as crianças, professores e funcionários, independente de classe social e religião, juntavam-se em coro para demonstrar o respeito e o amor à pátria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Certamente, muitos e diferentes motivos rondam a causa deste costume estar com os dias contados. O motivo de âmbito geral pode ser a esfera da globalização em que vivemos, onde a multiplicidade de informações é tão grande e o contato com diversas culturas é tão intenso que as identidades de cada comunidade perdem-se no tempo. Junto com essa falta de identidade, o patriotismo, que é justamente o contrário – é a honra de um povo unido em prol da pátria, também acaba caindo por terra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Outra causa para este descaso, agora um tanto particular, é o próprio ensino de história. De pouco tempo para cá, a história passou a ser ensinada de uma maneira diferente, em vez de mitificar heróis e ideologias dominantes, ela desconstrói estas imagens. É dever do professor, por exemplo, explicar que o hino nacional foi escrito num momento em que os republicanos do Brasil precisavam criar uma identidade ao povo, de modo que os libertasse daquele passado colonial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No entanto, isto não significa que o autor só quis construir esta ideia de identidade, não podemos descartar também as idéias de amor e respeito à pátria “amada e idolatrada”. Deste modo, o ensino de história atual pode ser usado a favor da cidadania, que, neste caso é entendida como “um novo patriotismo”, já que é a cidadania que garante o respeito à pátria. Por mais que o patriotismo que se vivenciou no passado não seja o mesmo de hoje, ainda é válido que as escolas possuam o hábito de entoar o hino nacional, estimular os alunos a entenderem sobre os feriados e os símbolos nacionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Do que adianta cantar o hino nacional sem entender suas palavras e o contexto histórico em que foi escrito? Do que adianta ficar em casa no feriado da proclamação da república sem nem saber que evento foi este na história do Brasil? E o Tiradentes, por que ele foi considerado o mártir da independência? Questões como estas jamais podem se perder no cotidiano escolar, visto que são de suma importância para o desenvolvimento de um cidadão em formação. Pois, ser cidadão é conhecer, sobretudo, a história de sua pátria, seus problemas, suas diversidades, suas glórias e toda a cultura que ali foi construída ao longo do tempo. &amp;nbsp;É assim que história e cidadania andam juntas pela escola!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1464970257883437707?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1464970257883437707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1464970257883437707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1464970257883437707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1464970257883437707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/12/historia-e-cidadania.html' title='HISTÓRIA E CIDADANIA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-2997667184467357003</id><published>2011-11-30T09:42:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:45:40.507-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>ÁFRICA: UMA CULTURA MILENAR</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 25 DE NOVEMBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Nelson Mandela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A semana se iniciou com as comemorações do dia da Consciência Negra no Brasil, 20 de novembro. Se a data foi instituída como uma comemoração é porque temos algo a ser relembrado, ou melhor, rediscutido. Não é possível falar da “consciência negra” sem voltarmos os olhos à mãe de tudo isso: a África. É da África que foram retirados povos e famílias inteiras trazidos ao Brasil, fato que levou-nos ao mosaico cultural e populacional que somos hoje. Mas, por que quando se fala da África o que vem à mente de muitas pessoas são fatos negativos? Por que não falar da África como o berço da humanidade e das primeiras civilizações? Por que não enxergar a África como um continente com sua cultura própria?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cultura milenar, este seria um bom termo para definir a história da África, aliás as várias áfricas que habitam aquele imenso continente. Todo professor de História é instruído, por lei, a falar sobre a cultura africana e afro-brasileira na sala de aula (lei 10.639/03). Isto porque o passado da escravidão colonial que sofremos e a globalização do mundo de hoje – que a todo tempo compara povos e nações como se todos fossem obrigados a serem países industrializados e neoliberais – incute na mentalidade das pessoas uma imagem negativa da África. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando se estuda história, a principal diretriz que o professor deve seguir e o aluno aprender é que cada povo possui a sua dinâmica na história, cada cultura é única e não deve ser comparada com outra numa escala de superior ou inferior. A África, por maiores que sejam seus problemas sociais e econômicos na atualidade, precisa ser enxergada como um importante espaço na construção da história da humanidade. Foi naquele &lt;i&gt;loco&lt;/i&gt; que a vida humana surgiu, se desenvolveu e imigrou para outras regiões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já ouviram falar no “Vale da Grande Fenda”? É uma região localizada na Etiópia, Quênia e Tanzânia onde foram encontrados os fósseis humanos primitivos mais antigos do mundo, o &lt;i&gt;australopithecus&lt;/i&gt;. E a civilização egípcia com toda a sua exuberância e vestígios históricos, de onde é? Muitas pessoas esquecem-se de associar que o Egito, aquela civilização dos poderosos faraós, se localiza na África; assim como a cidade de Ifé (hoje na atual Nigéria), que na Antiguidade era um centro aglutinador dos diferentes reinos que gravitavam ao seu redor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É claro que o processo de escravização dos africanos, bem como a disputa pelos territórios da África ao longo dos séculos XV ao XIX, contribuiu muito para um atraso no desenvolvimento tecnológico e econômico dos países. Mesmo assim, a dinâmica histórica da África deve ser ressaltada perante os nossos jovens, para que cresçam identificando a importância das diferenças culturais dos povos e, ao mesmo tempo, como somos ligados – pois somos descendentes do mesmo ancestral primata, aquele que saiu da África.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-2997667184467357003?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/2997667184467357003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=2997667184467357003' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2997667184467357003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2997667184467357003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/africa-uma-cultura-milenaratas.html' title='ÁFRICA: UMA CULTURA MILENAR'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-6224670695245327693</id><published>2011-11-30T09:40:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:41:26.216-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>BANDEIRA: A IDENTIDADE NACIONAL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 19 DE NOVEMBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;Salve lindo pendão da esperança!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Salve símbolo augusto da paz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Tua nobre presença à lembrança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;A grandeza da&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.suapesquisa.com/o_que_e/patria.htm"&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none;"&gt;Pátria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;nos traz...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você provavelmente se lembra deste verso, talvez da época das comemorações cívicas do colégio ou das aulas de História. Foi escrito por Olavo Bilac e apresentado pela primeira vez em 1906, trata-se da primeira estrofe do Hino da Bandeira do Brasil, uma música composta pelo carioca Francisco Braga ainda no alvorecer do século XX. 19 de novembro é o dia em que se comemora o dia da bandeira no Brasil e por isso poderíamos voltar nos tempos da proclamação da República brasileira a fim de compreender como a bandeira se encaixa nisso tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A bandeira do Brasil foi criada poucos dias após a proclamação da República e isso já demonstra sua ligação com este fato. Em 19 de novembro de 1889 o desenho projetado pelos positivistas Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos tornou-se oficialmente a bandeira da “República dos Estados Unidos do Brasil” e desde então adotamos este símbolo como uma identidade nacional. Identidade, esta era a palavra que os republicanos tanto procuravam pelo Brasil afora e que foi surtir efeito na bandeira nacional, no hino, na figura heróica de Tiradentes e outros tantos símbolos criados nesta época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Brasil era um país de povo misto e isolado, um povo que assistiu a passagem do império para a república “bestializado”, isto é, sem entender nada do que estava acontecendo na política brasileira. Era necessário, pois, criar símbolos que fizessem a população se identificar com o país e abraçá-lo numa ânsia de nacionalismo e patriotismo. Foi neste contexto que a bandeira brasileira surgiu, cheia de significados e significantes ao povo brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muitos dizem sobre as cores e os desenhos da bandeira. A poesia de Olavo Bilac no próprio hino da bandeira diz que &lt;i&gt;“em teu seio formoso retratas, este céu de puríssimo azul, a verdura sem par destas”&lt;/i&gt;. Desde a época de sua criação, as cores e os significados da bandeira sempre se resumiram em que o azul representa a esfera celeste, o verde as matas brasileiras, as estrelas são os Estados e a cor branca a paz. Mas, muitos historiadores não conseguem dissociar a bandeira criada na república da bandeira do Império, em que as cores verde e amarelo significariam respectivamente a Casa Real de Bragança (dinastia de Pedro I) e a Casa Real de Habsburgo (dinastia da imperatriz Leopoldina). Uma bandeira republicana de inspiração imperialista?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, a bandeira do Brasil é de fato um símbolo nacional, inspirou tradições e revelou novas identidades ao povo brasileiro. É por essas e outras que deve continuar entre as nossas comemorações históricas do Brasil. À bandeira nacional, nossas condecorações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-6224670695245327693?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/6224670695245327693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=6224670695245327693' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6224670695245327693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6224670695245327693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/bandeira-identidade-nacional.html' title='BANDEIRA: A IDENTIDADE NACIONAL'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-447121818407539407</id><published>2011-11-30T09:38:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:38:52.046-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>PROCLAMAS À REPÚBLICA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 11 DE NOVEMBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“&lt;i&gt;O Marechal Deodoro da Fonseca proclamou hontem a República!!!&lt;/i&gt;”. Qual seria a sua reação se, de repente, fosse parar em suas mãos um jornal antigo com esta manchete? Este fato aconteceu comigo há três ou quatro anos atrás, quando eu trabalhava no Museu Ruy Menezes, e desde então este assunto tem tomado conta das minhas pesquisas nos últimos tempos. Certa vez, uma senhora adentrou ao museu e me entregou um jornal todo dobrado e bem amarelado dizendo que ela havia encontrado numa lixeira na rua e que por ser antigo ela queria doar ao museu. Fiquei feliz com a atitude dela, e fiquei mais feliz ainda quando abri e li a espetacular manchete que o jornal continha. Agradeci imensamente aquela senhora por ter salvado um documento histórico de tamanha importância, que quase foi jogado no lixo, finalizei argumentando que ela tinha acabado de salvar a história da república brasileira!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O jornal chama-se “Dom Casmurro”, publicado no Rio de Janeiro, o redator chefe era Jorge Amado e o jornalista da matéria de capa era Luis Edmundo. A edição era de 16 de novembro de 1889 e continha detalhadamente os acontecimentos da passagem do Brasil monárquico para a República. O interessante são as imagens caracterizadas no jornal, como por exemplo, o Marechal Deodoro da Fonseca passeando em um cavalo em meio à multidão de pessoas. A história contada no jornal foi revisada por historiadores brasileiros e hoje se admite que o processo de transição para a república brasileira não teve a participação do povo, que, na realidade assistiu a tudo isso “bestializado”, como já dizia Aristides Lobo naquela época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É certo que a República brasileira, quando proclamada, não foi idealizada da maneira como os republicanos históricos imaginavam que seria. A propaganda republicana no Brasil vinha acontecendo desde 1870 quando foi lançado o Manifesto Republicano. Neste documento constavam as assinaturas de vários políticos brasileiros, que viam na República a melhor saída para os seus interesses e para o “verdadeiro” bem geral da nação. Acontece que em 15 de novembro de 1889 a República brasileira foi proclamada pelo militar Marechal Deodoro da Fonseca, que era amigo do imperador e estava longe de ser um republicano histórico. Mas, os acontecimentos naquela madrugada se passaram tão rapidamente que foi possível ficar para a história a fase mais famosa deste momento: “o Brasil dormiu império e acordou República”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Está próximo o feriado de 15 de novembro. Muitos estão felizes por ser feriado e poucos sabem o que significou esta data para a história do Brasil. O feriado de 15 de novembro serve para comemorarmos, isto é, memorarmos juntos, a proclamação da República no país. Proclamada em 1889, a república brasileira pôs fim a um sistema monárquico e instaurou um novo regime político que desde então orienta a política nacional. O fato do Brasil hoje ter em sua história a experiência republicana é resultado deste período turbulento, que deixou marcas e fontes a serem estudadas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-447121818407539407?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/447121818407539407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=447121818407539407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/447121818407539407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/447121818407539407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/proclamas-republica.html' title='PROCLAMAS À REPÚBLICA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8408594190891581817</id><published>2011-11-30T09:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:37:20.947-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades na História'/><title type='text'>REFLEXÕES DE NOVEMBRO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 4 DE NOVEMBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em novembro muitos fatos históricos aconteceram ao longo da trajetória humana na Terra. É possível estabelecer uma vasta linha do tempo utilizando os trinta dias do mês de novembro. Por exemplo, foi no dia 3 de novembro de 1812 que o exército de Napoleão Bonaparte foi derrotado pelos russos; em 4 de novembro de 1920 o arqueólogo Howard Carter descobriu a suntuosa tumba do faraó Tutancâmon; no dia 15 de novembro de 1889 é proclamada a República brasileira; em 20 de novembro de 1695, Zumbi, líder do quilombo dos Palmares, é morto por tropas portuguesas e em 30 de novembro de 1900 morreu o famoso escritor irlandês Oscar Wilde. De tantos exemplos, poderíamos dissertar sobre o dia 1º de novembro de 1512, uma data que ficaria marcada na história da arte de todos os tempos, o dia em que o afresco de Michelangelo foi exibido ao público pela primeira vez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta data foi muito importante porque uma obra como os afrescos da Capela Sistina marcaram uma nova visão do homem perante a arte, a religião, a cultura e até mesmo à sociedade. Neste período da história, as obras de arte demonstraram a capacidade de criação do homem, é o momento em que o individualismo do artista se torna vigente nas próprias pinturas. O homem passa a ser visto como o centro do universo, distanciando-se aos poucos daquela visão medieval que se pautava puramente na religião como orientação exclusiva da arte e da ciência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;“Renascimento” foi o termo utilizado pela historiografia para denominar esta época de inovação na mentalidade, que, diga-se de passagem, vigorava exclusivamente no espaço europeu. O nome “renascimento” foi utilizado pelo historiador francês Michelet, que viveu no século XIX, e escreveu várias obras sobre o período medieval tendo como fonte as obras de arte européias que ele conheceu em suas várias viagens pelas cidades medievais. A palavra “re-nascimento” foi escolhida para designar este período pelo fato de “renascer” nesta época os valores da cultura greco-romana, todo o valor dado ao homem (antropocentrismo), a sua capacidade de criação, aos estudos anatômicos do corpo humano, bem como a perfeição das formas do corpo (hedonismo) foram resgatados pelos artistas dos séculos XV e XVI em diante. Nas pinturas e esculturas de Michelangelo é possível verificar a perfeição das formas humanas, visto que o artista dissecava cadáveres a fim de examinar os detalhes do corpo humano para serem retratados da maneira mais perfeita possível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, o Renascimento é somente um dos vários temas que será retratado neste espaço do jornal “O Diário” no mês de novembro. Muito se tem a falar sobre a história do mundo, do Brasil e de Barretos. Que o mês de novembro traga muitas reflexões que sirva-nos como inspirações e reflexões! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Fonte: Revista Aventuras na História – nov/2011&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8408594190891581817?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8408594190891581817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8408594190891581817' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8408594190891581817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8408594190891581817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/reflexoes-de-novembro.html' title='REFLEXÕES DE NOVEMBRO'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1016871523459017695</id><published>2011-11-30T09:35:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:35:02.229-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>NA ERA DO RÁDIO: OS JINGLES DOS PRESIDENTES</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 28 DE OUTUBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Bota o retrato do velho outra vez, bota no mesmo lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O sorriso do velhinho... faz a gente trabalhar”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quem possui mais de setenta anos provavelmente já ouviu o verso acima cantado como marchinha de carnaval. Esta marchinha foi muito difundida nos anos 50 como propaganda ao governo de Getúlio Vargas, que venceu as eleições de 1950 com 48% de aprovações. Este é só um dos vários jingles utilizados nos anos dourados para ilustrar o imaginário social diante às campanhas presidencialistas no Brasil. Nesta época, o rádio não era só o cenário de grandes vozes, radio-novelas ou de notícias, era também o principal meio de comunicação em massa e o propagador dos ideais políticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A era do rádio no Brasil foi conseqüência do aumento do ritmo da industrialização do país no momento posterior à 2ª Guerra Mundial. Com a crescente importação de rádios, televisões e demais produtos tecnológicos, o Brasil vivia o surgimento da indústria cultural, onde os meios de comunicação em massa levaram à consolidação da sociedade de consumo. Ou seja, de modo geral, as pessoas necessitavam adquirir bens tecnológicos que traduzissem os novos valores impostos por essa indústria cultural. É claro que boa parte da população brasileira estava excluída desse consumismo por conta das míseras condições de vida e isolamento social, mas é válido destacar que a indústria cultural desta época conseguiu chegar a pontos até então inatingíveis no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muitas pessoas nos dias de hoje se recordam das canções e dos artistas do rádio dos anos 50, isso porque a acessibilidade a este meio de comunicação ocasionou profundas transformações nas formas de viver da sociedade. Os jingles cantados no rádio eram uma maneira do político estar mais próximo do trabalhador, da dona de casa e até mesmo das crianças que ouviam o rádio. Era ao redor deste aparelho e principalmente da televisão que a família ficava reunida para ouvir ou assistir os programas que passavam a ser semanais e/ou diários. É claro que isso também poderia gerar a alienação social, onde muita gente perdia o senso crítico frente aos apelos à comunicação em massa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Jingles como o que encima este texto e outros como &lt;i&gt;“varre, varre, vassourinha, varre, varre a bandalheira... que o povo já está cansado de sofrer desta maneira... Jânio Quadros é a esperança deste povo abandonado”&lt;/i&gt; adentraram para a história do Brasil e no imaginário da população. Enfim, espera-se que todos eles sejam estudados e encarados como fontes históricas do período dos anos dourados e da indústria cultural.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1016871523459017695?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1016871523459017695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1016871523459017695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1016871523459017695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1016871523459017695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/na-era-do-radio-os-jingles-dos.html' title='NA ERA DO RÁDIO: OS JINGLES DOS PRESIDENTES'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8507147961486094496</id><published>2011-11-30T09:33:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:33:02.633-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>O DESTINO INCERTO DOS IMIGRANTES</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 21 DE OUTUBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leitor amigo, você tem sobrenome de origem estrangeira? Quantas famílias você conhece com sobrenomes italianos, portugueses e de outras nacionalidades? Por que é tão comum em nosso ambiente conhecer alguém com estes sobrenomes? A resposta para tais questões certamente está no fato da população brasileira ser um mosaico cultural, isto é, resultado de imigrações e migrações ao longo de toda a história do Brasil. O Estado de São Paulo, em específico, foi a região do Brasil que mais recebeu imigrantes europeus entre os séculos XIX e XX, e a nossa cidade de Barretos está entre as cidades paulistas que se tornaram pólo de atração a estes colonos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em meados do século XIX, o Brasil, país recém independente, possuía como principal produto de exportação e motor da economia o “café”. As fazendas de café avançavam do Vale do Paraíba rumo ao Oeste Paulista num ritmo crescente e os cafeicultores aumentavam sua exportação de modo exorbitante a cada ano, fato que resultou numa busca constante por mão de obra barata e de alto teor de produção. Já pensando como capitalistas, os fazendeiros de café verificaram que a mão de obra imigrante era mais barata que os escravos, visto que o preço do escravo estava alto em razão do fim do tráfico negreiro e a escravidão estava com os dias contados. Deste modo, num processo gradual, o governo brasileiro passou a incentivar a vinda de imigrantes europeus para o Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos anos 80 do século XIX, foram criadas políticas imigrantistas e propagandas para atrair os sonhos dos europeus que sofriam com a fome, a miséria e o desemprego em vários países, como a Itália e a Alemanha. Assim, o Brasil recebia a cada ano muitas famílias européias, que além de passar dificuldades culturais como a adaptação para o clima quente dos trópicos e o domínio de outra língua, sofriam também com a exploração do trabalho e dívidas que eram criadas assim que aportavam ao Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em Barretos, a história é adaptada para o contexto da pecuária e da indústria frigorífica. O grande número de imigrantes que Barretos recebeu foi em virtude do frigorífico instalado na cidade já na década de 10, uma vez que era necessário contratar operários que de alguma maneira já haviam lidado com manuseio de máquinas industriais. Além dos registros do próprio frigorífico, outro índice que revela o número de imigrantes na cidade é o livro de pacientes internados na Santa Casa de Misericórdia de Barretos. Num período de 10 anos (1921-1931), 15,9% das internações registradas no hospital eram de imigrantes portugueses, italianos, espanhóis, alemães, russos, romenos, sírios, japoneses, entre outros. É interessante ainda destacar, que os lituanos constituíam um grupo de importante expressão entre os imigrantes internados. Além do mais, a principal doença que eles contraíam era o impaludismo (malária) e, vez ou outra, apresentavam esmagamento, cortes e ferimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dentro desta breve linha do tempo, podemos entender porque até nos dias de hoje encontramos sobrenomes europeus nas nossas famílias e em demais círculos sociais. A história destes imigrantes é refletida em nosso próprio tempo, afinal a comunidade em que vivemos nada mais é do que a composição de todas estas culturas. Muitos de nós somos ascendentes destes povos que emigraram de seus países e traçaram um destino incerto no Brasil, e boa parte dos brasileiros de hoje é resultado disso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Fonte: Pesquisa da Santa Casa realizada por mim e discentes da Faculdade Barretos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8507147961486094496?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8507147961486094496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8507147961486094496' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8507147961486094496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8507147961486094496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/o-destino-incerto-dos-imigrantes.html' title='O DESTINO INCERTO DOS IMIGRANTES'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-2230277947935033358</id><published>2011-11-30T09:30:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T09:30:58.032-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>UM “CLIC” PARA O FUTURO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI, EM 14 DE OUTUBRO DE 2011, PELO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS"&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leitor amigo, já parou para pensar o quanto as fotografias estão presentes no nosso dia a dia? Se existe algo que é registrado com a intenção de ser visto no futuro é a fotografia, pois o momento do “clic” é intencionalmente realizado na tentativa de eternizar determinados momentos que são considerados importantes. Desde o século XIX, em vários lugares do mundo, as fotografias registram cenas de famílias, das escolas, de instituições públicas, da imprensa, dos círculos turísticos e de diversas esferas da vida privada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por conta desta intenção de se registrar momentos para a posteridade, a fotografia é uma importante fonte de pesquisa ao historiador. Em específico, aos historiadores da metade do século XX em diante, porque foi a partir deste período que certas correntes historiográficas começaram a utilizar a fotografia como fonte. Para examinar a fotografia, todos os itens que perpassam a sua trajetória são essenciais para um estudo minucioso. Assim, a produção da cena, os personagens, gestos, atitudes, efeitos especiais, cores, expressões, o ângulo, a circulação e o destino podem denotar a intencionalidade do fotógrafo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao analisar as imagens fotográficas, o historiador tem a necessidade de compreender a mensagem que elas querem transmitir e captar seus significados mais implícitos, uma vez que elas podem estar imbuídas de ideologias e simbologias.&amp;nbsp; Desta maneira, as fotografias podem ser vistas como “documento” ou como “monumento”. Analisada como “documento”, a imagem revela aspectos da vida material de um determinado tempo do passado que uma descrição verbal não daria conta, como por exemplo: a arquitetura, a indumentária, formas de trabalho, locais de produção, infra-estrutura urbana e etc. Afinal, nem sempre as palavras são a melhor forma de se definir uma cena, na maioria das vezes a imagem fala por si só. Já como “monumento”, a imagem reflete um passado que determinada sociedade queria demonstrar de si mesma para o futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como exemplos de imagens “monumentos”, existem os cartões postais de várias cidades brasileiras em fins do século XIX e início do século XX. No passado, os cartões postais eram tão importantes que eram utilizados como meios de comunicação (cartas) e até mesmo como presente para um parente que residia em lugares distantes. Estes cartões revelavam paisagens das cidades em processo de modernização, isto é, com palacetes públicos, casarões dos coronéis e barões do café, escolas e hospitais construídos aos moldes da arquitetura francesa. Em Barretos, o acervo iconográfico do Museu “Ruy Menezes” guarda cartões-postais de 1917, que exibem o centro da cidade de Barretos como um lugarejo em processo de urbanização, dotado de estabelecimentos comerciais, sociais, educacionais e culturais. Tudo para demonstrar a ideologia republicana e capitalista da época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, as fotografias podem revelar muito sobre os nossos modos de vida, hábitos, ideologias e valores culturais. Mesmo com padrões de modelos fotográficos ou não, as fotografias servem para mostrarem à população futura da forma mais natural possível como era o passado. O “clic” da máquina fotográfica, o ponto de vista do fotógrafo e a revelação da imagem possibilitam um elo entre o presente e o futuro, na intenção de eternizar tempos que não voltam mais.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-2230277947935033358?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/2230277947935033358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=2230277947935033358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2230277947935033358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2230277947935033358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/11/um-clic-para-o-futuro.html' title='UM “CLIC” PARA O FUTURO'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-5875991899849161095</id><published>2011-10-05T13:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T13:26:58.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>A PAISAGEM</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #e69138; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS EM 1º DE OUTUBRO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Olhar uma paisagem e se identificar com ela é praticamente uma das melhores sensações da experiência humana. Segundo o dicionário, paisagem é uma “extensão de território que se abrange com um lance de vista”, ou seja, é a visão única de um conjunto de cenas. Quando se olha uma paisagem, geralmente procuramos os pontos comuns que nela estão representados, visto que é o conjunto que da harmonia à visão. Deste modo, quando passeamos ao centro de nossa cidade, Barretos, a paisagem dos prédios mais antigos enobrece a nossa visão, no sentido de demonstrar que o passado resistiu ao tempo e está ali para ser lembrado, revisado e visto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos tempos do início do século XX, Barretos era uma pequena cidade que experimentava a modernidade com o poder aquisitivo dado a sua elite pecuarista. Com as rendas da pecuária e o novo sistema político republicano, a economia girava num salto à frente e isso fazia com que a cidade crescesse no comércio, nas instituições públicas, escolares, culturais, esportistas e etc. Foi neste momento que os grandes casarões dos coronéis começaram a ser construídos, com a arquitetura neoclássica que fazia erguer os olhos de quem passava defronte ao centro barretense. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os jornais anunciavam o nascimento de um novo prédio urbano como algo extremamente frutífero à cidade e a seus habitantes. Os bairros se modelavam conforme as posições sociais dos indivíduos, bem como a exclusão de determinadas pessoas em espaços destinados somente as classes ditas “diferenciadas”. Os barretenses passaram a consumir produtos de casas comerciais de armarinhos, isto é, lojas que vendiam quinquilharias como tecidos, couros, remédios, alimentos e todos os artigos de necessidades e desnecessidades da época.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A cidade crescia e todos estes prédios no centro da cidade ali permaneciam, pois o processo de urbanização foi acontecendo ao redor do centro. Porém, a partir da segunda metade do século XX, uma nova onda de modernidade assolava as mentalidades dos brasileiros e muitos daqueles prédios vieram a baixo. A justificativa, nem sempre verídica, era de que os prédios não mais ofereciam segurança e estavam a despencar, além da necessidade de aumento da estrutura destes prédios, visto que a população crescia em demasia. Foi &lt;u&gt;a partir&lt;/u&gt; da década de 70, que tudo veio a baixo: o 1º Grupo Escolar, a fonte luminosa e o busto da independência da Praça Francisco Barreto, o 1º prédio da Santa Casa, o prédio do Grêmio, um casarão aqui e outro acolá. Mas, não pensemos que todos os barretenses daquela época foram a favor destas demolições. Verifiquem as palavras de Olivier Heiland numa carta publicada no jornal “O Diário” em 28/3/1972, onde ele lutava para a construção do novo grupo escolar em outro lugar para que o primeiro não fosse demolido: &lt;i&gt;“O 1º grupo escolar já prestou o seu grande serviço durante mais de 60 anos. [...]. Não devemos permitir que o seu brilhante passado, possa ser empanado tendo no futuro a lamentar a nossa falta de visão”&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E nós aqui do futuro lamentamos a sua demolição. E tantas outras demolições que se sucedem no centro da cidade em nome da modernidade, do crescimento populacional, do comércio. É certo que a paisagem não é mais a mesma, entretanto, continua encantando os olhares dos mais sensíveis barretenses que se identificam com a nossa história. Que os habitantes sejam mais conscientes e que o poder público crie leis de preservação de patrimônio, antes que a paisagem se transforme mais uma vez. À paisagem do centro de Barretos, a nossa resistência.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-5875991899849161095?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/5875991899849161095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=5875991899849161095' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5875991899849161095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5875991899849161095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/10/paisagemos-em.html' title='A PAISAGEM'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1464833914980922073</id><published>2011-10-05T13:19:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T13:19:35.845-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>ANOS 50: BARRETENSES NA NOVA BRASÍLIA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 23 DE SETEMBRO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960) o Brasil passou por momentos interessantes em sua economia e na sociedade. Ficou para a história, pelo menos aquela do livro-didático, que dentre todas as ações do referido presidente, duas são as mais importantes: o impulso à industrialização do país e a construção da capital do Brasil, Brasília. Inaugurada em 21 de abril de 1960, Brasília tornou-se a nova capital do Brasil, sucedendo o Rio de Janeiro, e atraindo para si diversos olhares da população brasileira que se via curiosa em conhecê-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Curiosidade esta que chegou aqui, em Barretos no final da década de 50. Em um artigo descritivo do jornal “O Correio de Barretos” de 1º de junho de 1958, Ruy Menezes, então diretor do jornal, contava a “aventura” que ele e os srs. José de Assis Canoas, Raphael de Moura Campos e Iris Meinberg realizaram ao visitar a nova capital do país, que ainda estava sob construção. Tudo começou com um convite feito pelo dr. Iris Meinberg, que na época era político e integrante da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), considerado, então, como um dos fundadores de Brasília.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Partiram de avião de Barretos no dia 22 de maio num céu um tanto chuvoso, chegando à Brasília quase duas horas depois. Como relato naquele jornal, Ruy Menezes proferiu as palavras do primeiro impacto da paisagem e depois a noção de complexidade da obra: &lt;i&gt;“... julgávamos Brasília uma confusa porção de palácios se levantando do chão, em meio a ferros e madeiras e de permeio como um formigueiro humano, tudo isso, entretanto, limitado por uma reduzida área de terreno. Uma aldeia, quando muito, tudo primitivo, muito rústico, cheirando a mata e a bugre. Essa foi nossa previsão, assim, foi, de imediato, alterada. É que percebemos, ali, o esqueleto branco, gigantesco, do palácio (Alvorada) e, perto, um edifício colossal de hotel. Longe, uma cidade inteira se postando, presa a extensa ramificação de estradas. Mais adiante, novos núcleos de habitação, uma babilônia, um alternar contínuo de campos e de casas, de máquinas e automóveis, uma balbúrdia, enfim. Tivemos noção, nessa hora, de que a coisa era muito mais complexa e que, ao contrário daquele primitivismo, havia, ali, já índices seguros de civilização, recursos e uma realidade estupenda se firmava em definitivo”&lt;/i&gt;. Quanto mais os barretenses se aproximavam das construções e dos trabalhadores, mais rápido sentiam a imensidade daquela obra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em seguida, o artigo de Ruy Menezes explicava sobre o “catetinho”, isto é, o pequeno palácio de madeira que servia como morada do presidente Juscelino, que passava por Brasília uma semana sim e outra não. Conheceram o edifício e se hospedaram ali por perto e depois passaram a verificar a vegetação da região, que tinha como planta símbolo a flor “paepalantus”. Nas outras edições do jornal foram retratados mais detalhes sobre essa visita e nos jornais na época da inauguração da capital, novas impressões foram registradas. O interessante é notar que os barretenses fizeram uma visita à capital no momento de sua construção, isto é, quando tudo aquilo ainda era projeto de Niemeyer e Lucio Costa, morada de uma série de trabalhadores e um “sonho” do presidente Juscelino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1464833914980922073?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1464833914980922073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1464833914980922073' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1464833914980922073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1464833914980922073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/10/anos-50-barretenses-na-nova-brasilia.html' title='ANOS 50: BARRETENSES NA NOVA BRASÍLIA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-964811886604067977</id><published>2011-10-05T13:17:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T13:17:21.283-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades na História'/><title type='text'>EXPLICAÇÕES HISTÓRICAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 16 DE SETEMBRO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dentro da sala de aula e defronte a tantos jovens de múltipas personalidades, todo professor de história quando se aventura a ensinar aspectos diversos sobre o passado sempre argumenta que a importância deste é na realidade utilizá-lo como fonte para se entender o presente. Por isso, questões vivenciadas no presente, geralmente levantadas em assuntos cotidianos ou pela mídia, sempre suscitam olhares ao passado, visto que é na linha do tempo que residem as origens dos problemas e transformações sociais. O fato é que quando se levanta uma questão atual na sala de aula e se desenvolve um argumento fincado no passado, as aulas ficam mais interessantes e chamativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Como exemplos que animam as aulas de história temos os nossos hábitos culturais, que no caso de nós brasileiros vieram principalmente dos costumes indígenas e dos portugueses. Além disso, expressões da língua portuguesa ditas coloquialmente possuem significados históricos, que se perpetuaram no tempo e ultrapassaram as barreiras do espaço. Assim, entender a etimologia, isto é, a origem e formação das palavras, é identificar as mudanças das expressões ao longo do tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por exemplo, por que classificamos os dias como domingo, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado? A explicação advém dos períodos da Antiguidade Romana à época medieval, um período que vivenciou as religiões politeístas e a ascensão do cristianismo. Desde a época do Império Romano, os dias da semana eram batizados como uma homenagem aos deuses, com exceção do “domingo” (dia do senhor) criado por Constantino no século III quando ele se converteu à religião cristã, e o “sábado” que remete ao “shabbat” dos judeus. Os dias eram então denominados: domingo, lues (dia da lua), martes (dia de Martes), mércores (dia de Mercúrio), joves (dia de Júpiter), vernes (dia de Vênus) e sábado. Estas denominações sofreram mudanças a partir do século V, quando um bispo de Braga (Portugal) organizou uma campanha para trocar os nomes pagãos para cristãos. Deste modo, em Portugal, e depois em suas colônias, os dias passaram a ser concebidos por expressões da liturgia católica: “&lt;i&gt;feria secunda&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;secunda feria&lt;/i&gt;” e assim por diante, sendo que &lt;i&gt;“feria”&lt;/i&gt; em latim significa “dia de festa ou de descanso”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No mundo ocidental atual, somente em Portugal e nos países que outrora foram suas colônias que se utiliza este sistema de classificação de nomes da semana; em contrapartida, nos demais países ainda são adquiridos os nomes dos deuses da mitologia nórdica e romana. Estas informações, portanto, nos fazem perceber que as pinceladas da história da humanidade são recorrentes no nosso tempo atual, atuando na linguagem do dia-a-dia e nas expressões mais rotineiras do presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: Revista Aventuras da História – set/2011.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-964811886604067977?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/964811886604067977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=964811886604067977' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/964811886604067977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/964811886604067977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/10/explicacoes-historicas.html' title='EXPLICAÇÕES HISTÓRICAS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-3379088071133356216</id><published>2011-09-09T07:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T07:06:11.664-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>NO TÚNEL DO TEMPO DA EDUCAÇÃO FÍSICA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 9 DE SETEMBRO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“A educação física sempre existiu. Nasceu com o homem. Através dos tempos sofreu inúmeras modificações até chegar à época atual”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A frase acima foi dita por uma professora de educação física a qual a “época atual” que ela se referia era o ano de 1958. Em uma entrevista concedida à repórter Jandira B. de Oliveira, do jornal “O Correio de Barretos”, a professora Maria Aparecida falava das constantes transformações da educação física e os desafios que ela sofria naquele período. Trata-se, pois, de um assunto de suma importância até nos dias de hoje, ainda mais porque no dia 1 de setembro foi comemorado o dia do “educador físico”. Assim, falar sobre a educação física e tudo o que ela representa na vida escolar e no cotidiano atual é destacar a figura do profissional “educador-físico” como uma pessoa preocupada com a saúde e, sobretudo, com a educação dos jovens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De forma sucinta e objetiva a professora Cidinha, como era conhecida na época, resumiu o histórico da educação física: &lt;i&gt;“os gregos davam um valor inestimável à prática dos exercícios físicos; depois, quando o Cristianismo tomou conta, a educação física caiu em desuso. No Renascimento, reapareceu com Vitorino Defeltre, que demonstrou suas vantagens para ambos os sexos e para todas as idades. No período moderno, a educação física continuou progredindo, sendo criados vários ‘métodos’, que são atualmente usados com algumas modificações; por exemplo: o método francês, o sueco e o calistênico que adotamos nas escolas com algumas alterações, adaptando-os da melhor forma possível nos programas de ensino”&lt;/i&gt;. Além de promover a história da educação física de forma condizente com as divisões dos tempos históricos como se fazia na época, a professora Cidinha ainda ressaltava que a disciplina tinha como missão também desenvolver não só as qualidades físicas, bem como as intelectuais, apoiando-se na máxima do poeta romano Juvenal: &lt;i&gt;“mens sana in corpore sano”&lt;/i&gt; (uma mente sã num corpo são). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos anos 50, isto é, na época de atuação da professora Cidinha citada no jornal barretense, a educação física era praticada de maneira diferente a que conhecemos hoje, principalmente em relação às meninas – o “tabu” da época. As alunas tinham que usar uma espécie de “bombacha”, um calção exageradamente comprido até os joelhos, o qual não permitia o conforto necessário para se praticar exercícios. A professora declarava que este hábito era anti-higiênico e anti-pedagógico, visto que os exercícios não poderiam ser praticados de maneira correta e contínua. O desabafo da professora no jornal pode incitar nos profissionais da educação física de hoje certa satisfação pela evolução da disciplina no conteúdo escolar e pela luta de uma colega que desafiava os tabus dos anos dourados na busca por melhores condições de ensino e práticas pedagógicas da educação física. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Na atualidade, a educação física é uma disciplina em destaque nas escolas, uma vez que promove a interação dos alunos, que são instigados à concentração, atenção e cooperação dentro das atividades práticas em grupo. Mesmo com certo atraso, eu gostaria de parabenizar os colegas professores de educação física, em nome da minha querida amiga Profª Arine Paleari, que fazem parte da luta pela educação neste país. Do passado para o futuro, que a luta de vocês para sempre vigore!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Referência: Correio de Barretos de 6/4/1958 p.4-12. Acervo Museu Ruy Menezes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ERRATA: NO JORNAL SAIU QUE O DIA DO EDUCADOR FÍSICO É 2 DE SETEMBRO QUANDO NA VERDADE FOI DIA 1º DE SETEMBRO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-3379088071133356216?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/3379088071133356216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=3379088071133356216' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/3379088071133356216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/3379088071133356216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/09/no-tunel-do-tempo-da-educacao-fisica_09.html' title='NO TÚNEL DO TEMPO DA EDUCAÇÃO FÍSICA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-4072600815011275359</id><published>2011-09-09T06:58:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T06:58:36.519-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>TRABALHO TEM QUE DAR TRABALHO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 2 DE SETEMBRO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: black; font-size: 12pt;"&gt;“À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;(Jacques Delors)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No início desta semana um programa semanal de televisão abordou a questão da compra de trabalhos escolares por via da internet. Mais uma vez, a internet, que é uma ferramenta revolucionaria no acesso ao saber na Idade Contemporânea, é usada de forma indevida, traiçoeira e para fins negativos. Esta forma errônea de usar a internet é algo que confunde e ofusca os verdadeiros fins da educação, que, entre suas várias missões, está em transformar a informação no verdadeiro conhecimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se a busca pelo conhecimento é um dos pontos de partida da educação, cabe ao aluno não confundir “informação” com “conhecimento”. A informação é o conceito em si, solto num emaranhado de palavras, e a partir de sua leitura inicial, o constante pensar sobre o conceito e os exercícios de relações e comparações deste conceito com outros é o que gera o conhecimento. O que a maioria dos alunos de hoje precisa entender é que o fato de copiar uma informação sem pensá-la, sem captá-la a sua realidade, sem aplicá-la no seu cotidiano é o que mata toda sua capacidade de ser um educando. O ato restrito de copiar um trabalho anula a aptidão do aluno em escrever, tornando-o incapaz de ser o autor de suas próprias ideias e o construtor de novos saberes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Segundo o escritor e pedagogo Jacques Delors, existem quatro pilares básicos da educação, que resumidamente são: &lt;u&gt;aprender a conhecer&lt;/u&gt; (o interesse ao conhecimento, aquilo que liberta da ignorância), &lt;u&gt;aprender a fazer&lt;/u&gt; (o fato de correr riscos, de ter coragem em executar o conhecimento, de errar na busca de acertar), &lt;u&gt;aprender a conviver&lt;/u&gt; (o respeito a todos, à diversidade e o exercício da fraternidade) e &lt;u&gt;aprender a ser&lt;/u&gt; (a sensibilidade, a responsabilidade social, a capacidade crítica da realidade, a prática da imaginação). &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O ato de se conectar à internet, procurar um trabalho e copiá-lo sem ao menos ler e dar os devidos créditos ao autor, demonstra o desinteresse pelo conhecimento, a falta de coragem em escrever e arriscar-se a errar e tentar novamente, o desrespeito com quem escreveu o texto e a anulação total de sua capacidade crítica, imaginativa e de responsabilidade com sua sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por um lado, na sala de aula o professor é o meio de exposição das informações e o ponto de partida ao conhecimento, afinal é ele quem desperta o interesse no aluno e o encoraja ao risco de errar e acertar, atuando como um mediador. Por outro lado, é o aluno quem constrói o seu conhecimento por meio de seu próprio interesse, coragem e responsabilidade. Todos devemos ser os autores de nossas próprias teses ou divagações, uma vez que o pensar não se limita a si só, ele se materializa em nossa escrita e volta ao nosso espírito como o verdadeiro CONHECIMENTO. Que os nossos alunos façam seus trabalhos escolares como uma construção do saber, pois trabalho tem que dar trabalho!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-4072600815011275359?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/4072600815011275359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=4072600815011275359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/4072600815011275359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/4072600815011275359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/09/trabalho-tem-que-dar-trabalho_09.html' title='TRABALHO TEM QUE DAR TRABALHO'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-9080491750198087285</id><published>2011-09-09T06:56:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T06:56:40.727-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>157 ANOS DE DIVERSAS HISTÓRIAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO PELA PROFª KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 27 DE AGOSTO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quando agosto entra em cena no calendário muito se fala sobre a história de Barretos, uma vez que a data de fundação oficial da cidade se encontra no dia 25, comemorada ontem por sua vez. Nesta época, aumentam-se os trabalhos requeridos pelos professores de História, as pesquisas realizadas na internet em busca de textos históricos, as visitas ao Museu Ruy Menezes encantando os pequenos barretenses, enfim é uma procura intensa sobre elementos da origem da cidade. As pessoas passam a buscar a famosa “história de Barretos”, mas, o que é de fato a história de Barretos? O que as pessoas querem dizer com “história de Barretos”? Seria possível desvendar e traduzir 157 anos de história política, econômica, cultural e social em tão poucas linhas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em termos gerais, as pessoas denominam os cento e cinquenta e sete anos da cidade como a “história de Barretos”, quando na verdade a história que compõe o espaço de Barretos é constituída por períodos diferentes uns dos outros. Não é possível estabelecer os 157 anos da cidade como uma história única, linear e progressiva, isto é mitificar o passado e julgar que todos os historiadores a escreveram da mesma maneira. Se a “história de Barretos” fosse única, fechada e encarada como “verdadeira”, o texto escrito seria o mesmo desde o primeiro historiador que a produziu até os dias de hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É válido ressaltar que cento e cinquenta e sete anos de história é a composição de épocas vividas por pessoas que encararam de diferentes modos os períodos políticos (Império, República Velha, Estado Novo, Populismo, Ditadura Militar, Redemocratização), econômicos (expansão da pecuária, da agricultura, do comércio, da indústria, dos setores empresariais) e sócio-culturais (influências da imprensa, da literatura, dos valores religiosos, das descobertas científicas e etc). Porquanto, quando as pessoas se aventuram a pesquisar sobre a história dos cento e cinquenta e sete anos de Barretos, inicialmente, devem-se perguntar: Qual momento histórico estudarei? Quais as fontes que existem sobre determinado período? Quem já escreveu sobre isso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É importante que os barretenses tenham em mente que ao longo do século XX, e agora no XXI, vários momentos históricos de Barretos foram contados por diversas pontas de penas e canetas. O próprio modo de se contar e escrever a história é em si uma fonte de estudo, pois cada historiador é ligado ao período em que vive e às evidências que aparecem em seu presente. Assim, a história que se escreve hoje não é a mesma de ontem e muito menos a que será lida no amanhã. Em agosto, quando o momento sobre a origem da cidade é colocado em pauta pela imprensa, pelas autoridades políticas, pelas homenagens do comércio, pelos trabalhos escolares e pela curiosidade das pessoas, pensemos, sobretudo, na complexidade que a configura, nas fontes históricas que conseguimos até hoje e nos diferentes modos de escrever sobre ela. Afinal, Barretos tem história e, sobretudo, uma escrita da história. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Parabéns aos barretenses pelos nossos 157 diversos anos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-9080491750198087285?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/9080491750198087285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=9080491750198087285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/9080491750198087285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/9080491750198087285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/09/157-anos-de-diversas-historias.html' title='157 ANOS DE DIVERSAS HISTÓRIAS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-9028135797864764491</id><published>2011-08-25T06:41:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T06:41:11.789-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>AO DIA DO HISTORIADOR</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 19 DE AGOSTO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje, 19 de agosto, é comemorado o dia do historiador. A data institucionalizada pela lei nº 12.130 do dia 17 de dezembro de 2009, possui um significado muito especial mediante à valorização da figura do profissional que resgata o passado, insistindo em lembrar aquilo que as pessoas tem o costume de esquecer. O dia 19 de agosto é em si um dia especial, pois trata-se do nascimento de um dos grandes escritores da História do Brasil, o pernambucano Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araujo. Este, por sua vez, viveu no Brasil do século XIX e dedicou-se à política nacional, bem como à intelectualidade das ciências humanas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O fato do dia 19 de agosto ser reservado a homenagens à figura do historiador revela por si só o quão valorizada encontra-se esta categoria no Brasil dos últimos tempos. Nos recentes decênios, o historiador tem ganhado espaço de trabalho dentro das escolas, rádios, televisões (tele-jornais e novelas), imprensa e das mais diversificadas instituições. Busca-se o profissional do passado para desvendar os processos políticos, econômicos, as tradições familiares, o nascimento de instituições públicas e privadas; tudo com o objetivo de encontrar a origem das coisas e criar identidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A profissionalização do historiador tem crescido tanto que, no primeiro trimestre deste ano, foi aprovada uma lei que regulamenta esta profissão. Fato que além de profissionalizar esta categoria, especifica quem de fato é historiador, isto é, os indivíduos graduados ou com especialização e titulação em mestrado e doutorado em História. Essa regulamentação é muito importante nos dias de hoje, pois valoriza o estudo dos cursos de graduação e pós-graduação em História, já que o profissional formado possui melhores orientações quanto a sua área de atuação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas, nem tudo é tão fácil quanto parece. Muitos historiadores de hoje, mesmo com os avanços dos últimos tempos, ainda enfrentam dificuldades principalmente no que diz respeito à remuneração. Historiadores brasileiros, principalmente os que não são vinculados a órgãos públicos patrocinadores de pesquisas, precisam encarar suas pesquisas mais como hobby do que como salário. O que de fato sustenta o historiador brasileiro hoje em dia ainda é a sala de aula, isto é, sua atuação como professor pesquisador. Talvez um motivo deste problema esteja vinculado ao fato de que no passado parte dos historiadores, ou pelo menos aqueles que escreviam sobre história mesmo não sendo formados, não era regulamentada e quando escrevia determinada obra não cobrava pela pesquisa e pelo texto escrito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mesmo assim, as vantagens são maioria nos rumos que a profissão do historiador tem tomado. Sua imagem é cada vez mais requisitada na sociedade, inclusive na sala de aula, onde os alunos estão sempre dispostos a saber qual historiador buscou determinada informação e quais métodos de pesquisas ele utilizou para criar suas teorias. Afinal, como disse o poeta alemão &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://pensador.uol.com.br/autor/heinrich_heine/"&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Heinrich Heine&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: &lt;i&gt;“o historiador é o profeta que olha para trás”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-9028135797864764491?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/9028135797864764491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=9028135797864764491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/9028135797864764491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/9028135797864764491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/08/ao-dia-do-historiador.html' title='AO DIA DO HISTORIADOR'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-335829702298973792</id><published>2011-08-25T06:38:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T06:38:57.461-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>A MICRO-HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 5 DE AGOSTO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Leitor amigo, você já ouviu falar em micro-história? A própria palavra “micro” já induz ao pensamento de que se trata de uma história mais voltada ao específico, ao local, ao particular. Pois bem, a micro-história é um novo ramo da historiografia que tem ganhado espaço nos trabalhos acadêmicos de vários países. Ela tem reativado os ânimos de muitos historiadores, pois permite o contato direto destes com as fontes históricas, além de proporcionar uma escrita prazerosa a qualquer tipo de leitor. Nesse sentido, ao escrever com um olhar recortado em determinado tempo e espaço, o historiador ganha mais proximidade com seu objeto de estudo e propicia à comunidade o resgate de partes de sua memória e de sua identidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ao voltar os pensamentos para o modo com que as pessoas estudaram e ainda estudam História, verifica-se que a macro-história, ou seja, o estudo da história pela ótica do global e nacional, ainda predomina na sala de aula; talvez por ser o modo mais didático então conhecido. O problema desse método é que ele pode criar generalizações, que, por sua vez, podem nublar a realidade de um dado momento histórico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por exemplo, se aprendemos que a principal riqueza que impulsionava a economia brasileira no final do século XIX era o café, como explicar que no mesmo período o que movimentava a economia em Barretos era a pecuária? Ao escolher um determinado assunto, o historiador passa a trabalhar com fontes primárias e secundárias, fato que lhe permite encontrar resultados que, na maioria das vezes, fogem daquilo que acontecia no contexto histórico da época. O estudo do local e do particular revela acontecimentos então desconhecidos pelas generalizações e modelos explicativos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os estudos sobre a micro-história surgiram na Itália, país que valoriza muito a cultura local, pois foi o berço do Império Romano e da Renascença. Historiadores italianos como Carlo Ginzburg, Giovani Levi e Edoardo Grendi, a partir dos anos 60 se aventuraram em estudos particulares sobre “comunidades”, “indivíduo”, “família” e resgataram na história personagens e temas que há tempos eram apagados da escrita, tais como os hereges, feiticeiras e camponeses. O exemplo mais citado entre os micro-historiadores é a obra de Ginzburg, “O queijo e os vermes”, que narra a vida de um moleiro italiano do século XVI que é condenado pela inquisição por ter criado uma teoria sobre a origem da vida que se desviava dos preceitos católicos. No livro de Ginzburg, é perceptível todo o contexto sobre a mentalidade religiosa do período medieval e o poder do clero, mas o interessante é que o leitor nota estas realidades a partir da vida do moleiro, que na verdade fugia à maioria dos camponeses da época que eram analfabetos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, o olhar micro enxerga a história não como uma massa homogênea do passado que se encaixa a todos os tempos e lugares, mas como uma realidade composta de múltiplas experiências e representações que são passíveis de análises minuciosas. Afinal, a micro-história demora muito tempo para ser elaborada pelo historiador e por isso não pode ser confundida com a história local ou regional. Por mais difícil que seja escrever como micro-historiador, pois essa tendência exige certa maturidade na escrita, a micro-história tem demonstrado que é o modo mais refinado de se produzir uma boa escrita e conquistar o público leitor em geral.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-335829702298973792?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/335829702298973792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=335829702298973792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/335829702298973792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/335829702298973792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/08/micro-historia.html' title='A MICRO-HISTÓRIA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8656327759411530028</id><published>2011-08-25T06:37:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T06:37:31.994-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>DE GUTEMBERG À ERA DIGITAL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 5 DE AGOSTO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nas reflexões sobre os tempos atuais podemos perceber que está acontecendo a nossa volta uma verdadeira revolução cultural na prática da leitura. Afinal, por mais que a maioria da produção literária seja feita sob a forma de livros, cresce demasiadamente o índice de obras digitalizadas na internet e disponíveis à leitura. Mas, será que a imaterialidade do livro é mesmo algo positivo ao nosso relacionamento com a leitura e a escrita? Vejamos um breve histórico do livro...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A origem do livro está diretamente relacionada à invenção da prensa na Europa do século XV, uma época de transição entre o pensamento medieval e o mundo moderno. A prensa era um instrumento mecânico utilizado para imprimir livros, seu funcionamento dependia dos “tipos”, que eram pequenas letras do alfabeto esculpidas em madeira, nas quais eram passadas tintas em sua superfície e depois eram comprimidas contra o papel. Foi desta maneira que o alemão Johann Gutemberg (1397-1468) criou prensa de livros no ano de 1440.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Antes do surgimento da imprensa, os textos além de serem produzidos à mão tinham o formato de rolos, o que impedia uma pessoa de ler e escrever ao mesmo tempo, visto que as duas mãos estariam ocupadas. Com a invenção da prensa por Gutemberg, uma verdadeira revolução cultural aterrissou na Europa, pois além dos livros serem impressos em formato de códex (cadernos em capítulos), era também garantida a publicação rápida dos mesmos, fato que facilitou a acessibilidade da leitura por parte da população. Segundo um texto de Monteiro Lobato da década de 70, na época em que os livros eram manuscritos pelos monges medievais &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“uma bíblia, por exemplo, custava tanto quanto uma casa. Por esse motivo, existiam exemplares nas igrejas para quem os quisesse ler, mas eram presos a argolas por meio de correntes de ferro, para que ninguém os roubasse”&lt;/i&gt;. Coincidência ou não, o primeiro livro impresso por Gutemberg foi a Bíblia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Paralelo a isso, nos tempos atuais uma nova revolução cultural orbita a prática da leitura, trata-se de um momento em que os textos estão sendo produzidos, transmitidos e recebidos pelo formato eletrônico. De acordo com os estudos do célebre historiador frânces Roger Chartier, o mundo de hoje se afasta cada vez mais do formato tradicional do livro impresso afim de se aproximar dos textos digitalizados disponíveis na internet. Chartier ainda afirma: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Os textos eletrônicos não tem materialidade, constituem-se em fragmentos não necessariamente dispostos em sequência. Não se tem noção do tamanho final do texto como se tem ao pegar um livro nas mãos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para determinadas pessoas os textos digitalizados na internet são a melhor forma de se pesquisar, visto que, de certa maneira, podem ser mais fáceis de serem encontrados. Por outro lado, a leitura na internet pode prejudicar o autor do livro, pois ele corre o risco de sua obra em vez de ser comprada, ser na verdade copiada. Entretanto, o que é válido ressaltar, é a nova maneira de leitura e relacionamento com a escrita que o formato eletrônico está trazendo à tona na sociedade, uma leitura fragmentada e talvez nem tão processada pelo leitor. Por fim, ainda existe a opção de se escolher entre o tradicional impresso ou o moderno digital, mas é interessante que pensemos na importância de nossas bibliotecas e livrarias, além do restrito acesso às obras digitalizadas que as pessoas de classes desfavoráveis terão de enfrentar.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8656327759411530028?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8656327759411530028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8656327759411530028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8656327759411530028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8656327759411530028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/08/de-gutemberg-era-digital.html' title='DE GUTEMBERG À ERA DIGITAL'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8188418366150389731</id><published>2011-08-25T06:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T06:35:19.366-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>O TEMOR À HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 29 DE JULHO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Conforme os anos se passam neste século XXI, a história torna-se mais presente na realidade das pessoas, visto que as cidades dos dias de hoje aproximam-se cada vez mais de suas memórias na busca por uma identidade e pela compreensão de sua origem. Nesse sentido, a figura do historiador também se enaltece na sociedade, uma vez que ele é o responsável por traduzir as confusas fontes em textos escritos à comunidade. Mas, no que diz respeito à busca pelas fontes, os caminhos nem sempre são tão retilíneos ao historiador, são na verdade rodeados de curvas tortuosas e dificuldades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ser um historiador nos dias de hoje não é de fato algo fácil. O motivo talvez seja a recente regulamentação da profissão, onde os estudos relativos ao passado estão aos poucos adentrando a nossa cultura. Para que o historiador consiga desvendar e resgatar certos acontecimentos pretéritos ele depende, sobretudo, das fontes (documentos, jornais, fotografias, entrevistas e outros), porém, estas nem sempre “caem do céu” direto em suas mãos. Antes existem duas principais dificuldades: uma que está ligada à desvalorização de documentos antigos, que acabam sendo esquecidos ou jogados no lixo, e outra vinculada à excessiva valorização dos arquivos familiares ou de instituições, em que o medo de perdê-los ou de serem mal interpretados resulta na guarda burocrática de tais documentos, que de tão escondidos também tornam-se omissos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Assim sendo, essas atitudes nos levam a refletir... por que a história pode incomodar tanto? Muitas podem ser as respostas para esta indagação, mas talvez a principal esteja ligada ao fato de que a história possui, simultaneamente, o poder de legitimar e diluir poderes e tradições. A história conforme é orientada pode criar símbolos, dissolver crenças ou mitificar um herói. O fato é que, hoje, os textos que a história produz estão seguindo uma tendência diferente e é isso que as pessoas precisam entender e se acostumar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A preocupação que envolve o historiador atual, seja qual linha teórica ele segue, e principalmente aqueles que estudam a história local, é a de resgatar o passado se comprometendo o máximo possível com a análise crítica daquilo que as fontes dizem. O respeito pela verdade é sim uma fixação do historiador, entretanto, o profissional sábio é aquele que enxerga que não há como construir uma história fechada, com um passado retamente escrito. A história é uma construção cultural, os fatos que nela são dissertados seguem uma determinada linha de pesquisa e orientação, e sempre é baseada na visão do historiador do presente. A história deve ser respeitada como uma ciência que busca o descongelar o passado, dinamizando-o, e não imitá-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Desta feita, não há o que temer. Na atualidade, escrever história é demonstrar mais como os homens pensavam no passado do que como agiam. Hoje, procura-se entender as práticas, os simbolismos das sociedades, as experiências individuais e coletivas; não existe mais a necessidade de escrever uma história de grandes nomes e feitos. A história não é mais a mestra da vida. Não há mais espaço para uma história que divulga uma visão unilateral, agora, o passado quando revisto pelas lentes nem sempre tão claras do historiador investiga o que há por dentro dos homens e que como eles expuseram para fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;(Esse artigo foi um desabafo de uma historiadora, do presente).&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8188418366150389731?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8188418366150389731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8188418366150389731' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8188418366150389731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8188418366150389731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/08/o-temor-historia.html' title='O TEMOR À HISTÓRIA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7848370970499749623</id><published>2011-07-23T10:20:00.000-07:00</published><updated>2011-07-23T10:20:16.066-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>A GRÉCIA ANTIGA NO PRESENTE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 15 DE JULHO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Leitores amigos, quando vocês se lembram dos tempos das aulas de história na escola, qual é o principal assunto que lhe vem à mente? Certamente, muitos de vocês responderiam a Grécia Antiga, e por que? Estudar sobre os tempos dos gregos é muito mais do que entender a vida de uma das civilizações mais desenvolvidas da Idade Antiga, é, sobretudo, dialogar com o nosso presente que ainda persevera em absorver elementos da tradição grega. Ainda mais, são esses aspectos, intercâmbios entre passado e o presente, que fazem os alunos encontrar um fim útil em estudar história e a valorizarem como ciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Se dermos asas à imaginação e mentalizarmos quais são os aspectos gregos ainda presentes em nossa cultura, logo apareceriam o teatro, as olimpíadas, a filosofia, a matemática, a história, algumas expressões do cotidiano e o sistema político atual: a democracia. Além disso, o nosso alfabeto originário do latim possui sua gênese no grego antigo, visto que grande parte das palavras que utilizamos no dia-a-dia possui radicais gregos. Por tal permanência nas sociedades ocidentais ao longo dos dois últimos milênios, os elementos culturais gregos são conhecidos por nós como “clássicos”, ou seja, aquilo que nos é habitual, tradicional e permanente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A mitologia grega, um assunto benquisto pela maioria dos alunos, ainda é de certa forma presente por conta de algumas expressões que adotamos em nosso cotidiano. Como exemplo, quando se fala sobre o ponto fraco de alguém ou de uma situação específica logo aparece o dito “calcanhar-de-Aquiles”; se o trabalho de um dia foi muito cansativo e árduo ele passa a ser chamado de “trabalho de Hércules”; ou se durante o dia aparece uma surpresa que pode ser desagradável ela é conhecida como um “presente de grego”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Na Antiguidade, a Grécia se destacou como uma civilização que produziu muito conhecimento em várias áreas do saber, a começar pela filosofia. Esta, por sua vez, nasceu do questionamento da realidade explicada até então pela mitologia, onde as razões para os fenômenos climáticos, por exemplo, estavam na fúria ou na alegria dos deuses. Assim, os primeiros filósofos questionavam a natureza, o ser humano e até mesmo a política como assuntos rotineiros praticados ao ar livre. As principais atividades gregas praticadas Antiguidade e que são conhecidas por nós, do presente, nasceram em Atenas, a cidade-Estado grega que mais valorizou o ato de pensar,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;filosofar e discutir política. Em Atenas, entre os séculos VII a.C e VI a.C, nasceu o teatro dividido em dois gêneros: a tragédia e a comédia, e a democracia como uma nova prática política eternizada pelos gregos que almejavam uma sociedade mais igualitária entre aqueles que eram considerados cidadãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, quantos aspectos da cultura e da vida grega de milênios atrás ainda perpetuam em nosso modo de pensar, falar e viver? Tudo isso só nos faz pensar em uma coisa: estudar o passado é imaginá-lo, senti-lo e enxergá-lo da maneira mais clara possível daqui, do nosso presente.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7848370970499749623?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7848370970499749623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7848370970499749623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7848370970499749623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7848370970499749623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/07/grecia-antiga-no-presente.html' title='A GRÉCIA ANTIGA NO PRESENTE'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-3334488718820622492</id><published>2011-07-23T10:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-23T10:18:47.662-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>COMMEMORARE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 15 DE JULHO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Leitor amigo, já reparou que em praticamente todos os meses do ano existe uma data comemorativa a ser recordada? Por que, mesmo hoje, num mundo tão pragmático, o ato de comemorar datas passadas ainda nos é cogitado? Ao que tudo indica, esta atitude em nossa cultura é fruto de uma valorização ao passado como um ponto de reflexão, exemplo ou crítica. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A própria palavra comemorar nos remete à memória, visto que seu significado é atribuído ao latim &lt;em&gt;commemorare&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;, que significa trazer a memória, fazer recordar. É neste intento que a ANPUH (hoje, Associação Nacional de História) traz como tema em seu XXVI Simpósio os “eventos comemorativos”, em razão de neste ano de 2011 a associação comemorar seus 50 anos de fundação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-style: normal; line-height: 115%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As comemorações possuem a característica de recordar os momentos pretéritos que, geralmente, aconteceram em datas específicas, afim de torná-los ícones de prestígio e/ou reflexão. É nesse sentido que os feriados datados como históricos se repetem todos os anos e, muitas vezes, são temas de aulas de história nas escolas. Assim, as comemorações do 22 de abril, 9 de julho, 7 de setembro, 15 de novembro e outros, não querem somente ressaltar o fenômeno em si do descobrimento do Brasil, da Revolução de 1932, da independência do Brasil e da Proclamação da República, o objetivo principal hoje é traçar uma linha imaginária do tempo perante tais acontecimentos a fim de serem passiveis de análises e críticas, para que o diálogo com o presente seja constante. Comemorar uma data histórica é descongelá-la do passado para que sua essência torne-se alvo de interpretação e sentido para o presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-style: normal; line-height: 115%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Outros tipos de comemorações são as fundações das instituições, como o caso da ANPUH. Em Barretos, por exemplo, nesta década de 10 dos anos 2000 tivemos o centenário do Grêmio Literário e Recreativo (1910-2010), temos os 90 anos da Santa Casa de Misericórdia (1921-2011) e os 80 anos do Sindicato Rural Vale do Rio Grande (1931-2011) e teremos o centenário da União dos Empregados do Comércio (1914-2014). São instituições que foram criadas num contexto político, social, econômico e cultural muito parecido e que até os dias atuais continuam a representar de certa forma o imaginário da comunidade barretense. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-style: normal; line-height: 115%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por conta disso, trazer de volta a memória destas instituições, orientando-as quanto as suas transformações e permanências ao longo do tempo é um comprometimento que a comunidade tem com a sua própria história. Que nesta década que agora adentramos saibamos utilizar das comemorações como momentos de reflexão e não mera ostentação, pois a história nos é revelada como uma ponte que liga o passado e o presente não como espelhos e sim como um diálogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-style: normal; line-height: 115%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;a href="http://www.anpuh.org/"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;http://www.anpuh.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-3334488718820622492?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/3334488718820622492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=3334488718820622492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/3334488718820622492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/3334488718820622492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/07/commemorare.html' title='COMMEMORARE'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-5582505360856063623</id><published>2011-07-23T10:15:00.001-07:00</published><updated>2011-07-23T10:16:53.088-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>A PERPÉTUA MEMÓRIA DE 1932</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 8 DE JULHO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Viveram pouco para morrer bem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Morreram jovens para viver sempre” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;(Guilherme de Almeida)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As palavras acima ilustram a base do grandioso Obelisco do Parque do Ibirapuera, símbolo máximo da Revolução Constitucionalista de 1932. O verso do inesquecível poeta Guilherme de Almeida faz menção aos soldados mortos em batalhas entre as guarnições federais do presidente Getúlio Vargas e as tropas paulistas, que buscavam a volta da Constituição e da autonomia política que lhe comprazia na 1ª República. Desta feita, percebe-se que os soldados constitucionalistas, sobreviventes ou não, se perpetuaram na memória paulista por meio dos discursos cívicos na imprensa e nos monumentos erigidos em sua homenagem em todas as cidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim se encaixa o Obelisco do Ibirapuera, um monumento funerário construído a partir de 1947 e concluído nos anos 70 que nasceu com a intenção de simbolizar a Revolução de 1932. Embora o monumento fosse concluído anos após o início de sua construção, sua inauguração aconteceu no dia 9/7/1955 e conta-se que em seu interior estão enterrados os corpos dos estudantes Martins, Miragaia, Drausio e Camargo (MMDC) e de outros 713 combatentes. Trata-se de um monumento de 72 metros de altura, produzido pelo escultor Galileo Emendabili e que é carregado de inscrições narrativas sobre a história paulista e simbologias referentes ao episódio de 1932. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas, nos atentemos a relação do macro com o micro na história. A imprensa barretense, sempre envolvida nas comemorações cívicas da data magna de 9 de julho, também se manifestava na época da construção do Obelisco do Ibirapuera. O jornal Correio de Barretos do dia 13 julho de 1958 noticiava na primeira página que o governador do Estado de São Paulo, Jânio Quadros, iria apresentar a Assembléia Legislativa um projeto que complementasse as homenagens póstumas do Obelisco do Ibirapuera viabilizando verbas para pesquisas nos cemitérios das cidades interioranas afim de resgatar os restos mortais de todos os combatentes mortos durante da revolução de 1932 para serem transferidos ao obelisco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A imprensa barretense dos anos dourados, instintiva por si só, passou a defender tal projeto e a chamar a atenção do poder público quanto o túmulo do único combatente barretense morto na causa revolucionária de 1932, Sizenando Moreira, também conhecido por Umburana. Um ano antes desta publicação, isto é, em 1957, já era visível a consagração dos barretenses com este ex-combatente, visto que o mesmo jornal tinha publicado uma reportagem declarando as homenagens feitas pelos grupos escolares de Barretos em frente ao túmulo de Sizenando, que na verdade não era considerado um mausoléu digno a um efetivo membro da causa paulista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É incrível o fato dos barretenses, de outrora, despenderem tantos esforços nas comemorações do 9 de julho. Verdadeiramente, uma data pode marcar de vez uma história e dizer muito sobre a memória de um povo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-5582505360856063623?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/5582505360856063623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=5582505360856063623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5582505360856063623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5582505360856063623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/07/perpetua-memoria-de-1932.html' title='A PERPÉTUA MEMÓRIA DE 1932'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7796786822559725559</id><published>2011-07-23T10:14:00.000-07:00</published><updated>2011-07-23T10:14:24.293-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões'/><title type='text'>AS PESQUISAS NA ERA GOOGLE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #b45f06;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 1º DE JULHO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É bem verdade que a internet e toda sua tecnologia revolucionaram a existência humana nos últimos tempos. Ligados e interligados por esta tecnologia revolucionária, os indivíduos da contemporaneidade necessitam cada vez mais deste recurso em seu cotidiano, seja para assuntos de trabalho ou de lazer. Em exibição na última terça-feira pela Rede Bandeirantes, o Programa A Liga demonstrou que o povo brasileiro, entre as nações de todo o planeta, é o que passa mais tempo conectado na internet diariamente. Destarte, as redes sociais e os sites de busca tornaram-se o instrumento ou o entretenimento mais conhecido no cotidiano brasileiro, mesmo o país ainda possuindo índices de analfabetismo e baixo número de acessibilidade à internet por habitante/km².&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diante a tela do computador e a conexão à internet, as pessoas são capazes de, em míseros segundos, romper as barreiras físicas do espaço interligando-se a culturas de outros países. Em outras palavras, a internet possibilita que conheçamos novos lugares, pessoas e textos sem nos movermos de onde estamos. A facilidade em fazer uma pesquisa na rede virtual favoreceu o trabalho de pesquisadores de todos os tipos, desde profissionais a até alunos que utilizam dos sites de busca para compor um trabalho escolar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Num passado não tão longínquo, quando os professores solicitavam aos alunos que fizessem um trabalho, o local mais cogitado a se pesquisar era a biblioteca da cidade. E lá se passavam horas perante as extensas enciclopédias. Nos tempos atuais, são raros os alunos que procuram a biblioteca para fazer os trabalhos escolares, já que existe uma ferramenta fácil, rápida e ágil para se pesquisar: o Google. Para fazer um trabalho de história, por exemplo, é só digitar o tema que o Google quase que em passes de mágica fornece uma gama de opções de sites a serem pesquisados. Em conferência no Brasil no final de 2010, o historiador italiano Carlo Ginzburg explicou que a fecundidade de opções do Google parte do mesmo princípio que o “índice” dos livros, pois, do mesmo modo que o Google oferta a seus leitores a localização exata dos temas a serem pesquisados, o “índex” da Bíblia no século XII, por exemplo, orientava os padres professores universitários a encontrar mais facilmente os temas que queriam ler dentro dos complexos sermonários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No entanto, um problema muito sério envolve a pesquisa em sites de buscas: a fragmentação de textos e a leitura distraída que muitos alunos praticam nas pesquisas. Geralmente os textos para pesquisas encontrados nos sites de busca revelam-se fragmentados, com frases soltas e até incoerentes, o que dificulta a apreensão por parte do aluno daquilo que se pretende ler. A pesquisa na internet deve ser minuciosa e sempre aliada à leitura de um livro, para que as informações sobre o objeto desejado sejam cruzadas com a pesquisa virtual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em um viés social, a internet facilitou as relações humanas e o olhar diante do desconhecido e o distante. Porém, como uma ferramenta de pesquisa, principalmente dentro das escolas em que os alunos estão em fase de aprendizagem, a internet deve ser “manuseada” com cuidado e sempre complementada por outras informações, pois a intelectualidade requer raciocínio, concentração, leitura, esforço e não admite espaço para os famosos “ctrl c” e “ctrl v”. Na era Google, a pesquisa deve ser facilitada e não meramente copiada.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7796786822559725559?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7796786822559725559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7796786822559725559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7796786822559725559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7796786822559725559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/07/as-pesquisas-na-era-google.html' title='AS PESQUISAS NA ERA GOOGLE'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-5032038042592835580</id><published>2011-06-29T16:02:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T16:02:37.931-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>NOSSO MUSEU: UMA BELA HISTÓRIA PELA NOSSA HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO &amp;nbsp;JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 24 DE JUNHO DE 2011&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Hoje sempre foi e será consequência do ontem e assim causas e conseqüências constroem o caminhar da humanidade”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Guardadas pelo jornal “O Diário”, as palavras acima foram proferidas pela Profª Lydia Scannavino Scortecci no dia 6 de fevereiro de 1979. Uma ocasião especial a Barretos, quando a cidade foi abrilhantada pela instalação do Museu Municipal. Tratou-se de uma ocasião deveras importante, com a presença do prefeito Mélek Zaiden Geraige, o bispo Dom Antonio Maria Mucciolo, a Diretora de Divisão da Educação, Cultura, Esportes e Turismo, Profª Lydia Scannavino e o Profº Raul Alves Ferreira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A história do Museu Municipal, porém, não tem início nesta data. Seu nascimento data-se de 1961 quando, por esforço do Profº Raul Alves Ferreira e a equipe de professores e funcionários do “Colégio Estadual e Escola Normal Mario Vieira Marcondes”, foi criado o primeiro acervo do Museu Municipal, então denominado “Museu Ana Rosa”. Em ofício expedido pela Secretária de Estado dos Negócios da Educação de São Paulo, datado de dezembro de 1961, ficou evidente o quão importante foi a iniciativa tomada pelo Profº Raul quanto a criação do Museu Municipal que fez juz ao primeiro lugar na campanha pelos museus paulistas na época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No mesmo ofício o presidente da instituição estadual já ressaltava: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“seria do maior interesse que o prezado colega orientasse o novel museu no sentido de ser ele o museu do município, instalado, futuramente em sede própria”&lt;/i&gt;. O presidente assim se pronunciou devido o fato de museu estar funcionando nas dependências da escola. Desde sua fundação, portanto, já era discutida a sede própria para o museu e é neste sentido que em 1974, quando era prefeito Ary Ribeiro de Mendonça e Diretor da Cultura dr. Matinas Suzuki, que o acervo do Museu Ana Rosa foi cedido ao município.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em 1979, logo, todo o acervo do museu municipal ganhou sua sede própria no antigo Paço Municipal. O exuberante “Palácio das Águias”, que em tempo áureos foi respeitável prédio da prefeitura municipal, receptor de autoridades políticas de âmbito nacional, local de inaugurações estimáveis à cidade como o Grêmio Literário e palco de bailes memoráveis do início do século XX, ganhava, pois, merecidamente o rótulo de MUSEU. Por representar toda esta memória social e a afetividade de uma comunidade, o Palácio das Águias tornou-se sede do Museu Municipal simplesmente por ele mesmo ser um acervo, fazer parte da história da cidade e ser um museu a céu aberto com sua encantadora arquitetura neoclássica.&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;O próprio prefeito da época, Melek Z. Geraige declarou no jornal que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“sentia-se feliz de poder na sua administração, dar por instalado um museu. Afirmou, que, sentiu muito quando o prédio do 1º Grupo Escolar foi demolido, e não querendo que o mesmo ocorresse, talvez, com o antigo paço municipal decidiu transformá-lo em patrimônio histórico, preservando nele as tradições barretenses”&lt;/i&gt;. Mas, a história do antigo prédio da prefeitura ainda não acabava nessa época, entre muitos de seus caminhos, Ruy Menezes quando vereador conseguiu torná-lo utilidade pública e o Profº Milton Ferreira, quando prefeito em 1988, tombou novamente o prédio do Museu como momento histórico municipal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sabendo de tudo isso, a reflexão que nos vale é a cerca da belíssima história que o centenário prédio do antigo paço municipal construiu tanto como prefeitura e, até hoje, como museu. Quantos esforços tiveram autoridades barretenses em criar um local apropriado e condigno à história local para abrigar seus preciosos acervos? Quanto nós, barretenses, devemos a eles e ao nosso Palácio das Águias? Que sempre o preservemos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-5032038042592835580?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/5032038042592835580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=5032038042592835580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5032038042592835580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5032038042592835580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/06/nosso-museu-uma-bela-historia-pela.html' title='NOSSO MUSEU: UMA BELA HISTÓRIA PELA NOSSA HISTÓRIA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-3119573699089974296</id><published>2011-06-29T15:58:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T15:58:43.165-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>ACADEMIA E ESCOLA: A TRADUÇÃO DA HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 17 DE JUNHO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-style: italic; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Mas, papai diga-me lá para que serve a História?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-style: italic; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/i&gt; A frase acima compõe a primeira linha da introdução do livro “Apologia da História ou O Ofício do Historiador” escrito pelo historiador francês Marc Bloch. Os rascunhos do livro foram escritos em 1943 quando Bloch, por ser judeu, permanecia sob a guarda nazista. Foi morto em 1944 e sua obra foi anotada por seu filho primogênito Étienne Bloch e publicada pela primeira vez em 1949. Conta-se que Bloch escreveu esta obra de acordo com as leituras que estavam gravadas em sua memória. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A pergunta pronunciada por seu filho, por mais ingênua que pudesse parecer, possui uma complexidade tamanha perante o objeto de estudo da história e o ofício do historiador. A intenção de Bloch era saber destrinchar estes conceitos, baseando-se na história da própria história, e, posteriormente, expô-los de maneira simples a ponto de uma criança conseguir compreender e absorver o conhecimento emanado pela história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Questões como estas podem parecer simples, mas, historiadores e discentes de História sabem como é trabalhoso estudar o conhecimento acadêmico e depois traduzi-lo no saber escolar. O distanciamento entre o que se aprende na academia e o modo como se ensina história na escola é um fator quase que “contraditório” no ofício do historiador e do professor de história. O que não quer dizer que não seja possível conciliar os dois papéis essenciais a ambos: o saber acadêmico e o saber escolar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em 1929, os historiadores franceses Marc Bloch e Lucien Febvre publicaram a primeira edição da revista “Annales d'Histoire Économique et Sociale”. Por meio desta publicação, pode-se dizer que os rumos da historiografia e do ofício do historiador começaram a se modificar e novos horizontes foram vistos no campo histórico. A história não era mais restrita ao campo político, surgia a história social, econômica, demográfica, cultural e outras associadas às áreas da interdisciplinaridade. Com o desenrolar da primeira, segunda e terceira geração dos Annales, novas temáticas e fontes foram criadas pelos historiadores e determinados contextos foram revisados, pois até então a história tradicional e positivista cunhava todas as produções históricas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enfim, revisões bibliográficas estão sendo feitas a todo momento para atualizar a historiografia e o ensino de História. Livros-didáticos contam com novas acepções a fim de mostrar ao aluno, além da valorização do aprendizado histórico, noções de temporalidades distintas e concomitantes, visões sob culturas diferentes e, sobretudo, a ideia de que o passado é o lugar do outro, sendo indispensável o julgamento de uma época com os olhos da época. Por um lado, o historiador, hoje, não se limita somente à academia, é necessário divulgar suas publicações à sociedade de modo a levar alguma aprendizagem; assim como o professor não se aparta mais da designação “professor pesquisador”, já que não há como ensinar história sem desvencilhá-la da pesquisa e do olhar do historiador. Apesar da temível distância, academia e escola, juntas e traduzidas, constituem o caminho para a disseminação de um passado que se mostra cada vez mais não tão distante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;(Artigo dedicado aos discentes de História da Faculdade Barretos)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-3119573699089974296?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/3119573699089974296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=3119573699089974296' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/3119573699089974296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/3119573699089974296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/06/academia-e-escola-traducao-da-historia.html' title='ACADEMIA E ESCOLA: A TRADUÇÃO DA HISTÓRIA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-6453213721142402327</id><published>2011-06-29T15:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T15:55:00.256-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>AS SERESTAS DOS NAMORADOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 1O DE JUNHO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Amar é ver o sol por entre a noite escura,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É sofrer na alegria de gozar na tortura...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É sofrer num verso do infinito desejo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;- viver por um sorriso e morrer por um beijo...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O verso acima está registrado no jornal “A Semana” de 11 de junho de 1953. É um belo poemeto que compunha a propaganda do Dia dos Namorados da Loja Imperial. A imprensa nos anos 50 era carregada de propagandas das lojas da cidade, sendo estes anúncios compostos pelos mais variados temas: lâmina de barbear, cigarros, elixir de todos os tipos e roupas. Escrever um poema parecia ser a maneira mais utilizada de se fazer uma propaganda na época, principalmente em datas especiais como o Dia dos Namorados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No domingo próximo, dia 12, comemora-se o dia dos namorados. Trata-se de uma tradição que remonta ao Império Romano, quando jovens militares foram proibidos de se casar, pois o imperador Claudius II acreditava que os solteiros combatiam melhor do que aqueles que compunham laços familiares. Assim, os clérigos cristãos foram proibidos de realizar matrimônio. Porém, conta-se que bispo Valentim celebrava as cerimônias de casamento às escondidas e por agir desta maneira foi preso e condenado à morte. Quando estava preso recebia secretamente bilhetes e cartas dos apaixonados que juntara em matrimônio. Em um 14 de fevereiro, no século terceiro, Valentim foi decapitado. Tempos depois, quando tornou-se santo, o dia de sua morte passou a ser considerado o dia dos apaixonados, dos enamorados. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;No Brasil, a comemoração do dia dos namorados tomou outro caminho, uma vez que 12 de junho é a véspera do dia de Santo Antônio, conhecido como Santo Casamenteiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Desde que a data do dia dos namorados foi estabelecida tornou-se hábito entre os casais a troca de presentes. Nos tempos atuais, o comércio passou a utilizar esta data como um atrativo aos enamorados. As propagadas televisivas começam a se manifestar quase um mês antes da data, de modo que os casais antes mesmo de pensarem na comemoração em si, pensem primeiro nos preços mais cômodos no momento de presentear um ao outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se pensarmos em tempos mais antigos, na época de nossos avós e bisavós, o presente também era o hábito de se comemorar o dia dos namorados. Mas, que tipo de presente era trocado entre um casal? As serenatas aparecem em primeiro lugar na maioria das mentes das pessoas. Num passado não muito distante, a serenata era a forma mais carinhosa de se expressar o amor pela namorada ou pelo menos àquela moça que se pretendia namorar. Caracterizadas pela tradição portuguesa, as cantorias populares tocadas em violas à beira das janelas eram feitas pelos apaixonados e exprimiam versinhos rimados que muitas vezes acertavam em cheio os corações das mulheres. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos dias de hoje estas práticas caíram em desuso e os jovens comemoram o dia dos namorados focados na troca de presentes. Na realidade dos “novos tempos” pouco se vê versos poéticos trocados entre os namorados e quiçá serenatas. Versos como os de “Ranchinho e Alvarenga” ainda podiam fazer parte do Dia dos Namorados: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Meu violão em seresta à luz de um luar / a natureza em festa, tudo parece cantar / só eu tristonho na rua, sozinho, sem ninguém / v&lt;span class="apple-style-span"&gt;ivo cantando pra lua a canção que é só tua meu querido bem”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-6453213721142402327?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/6453213721142402327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=6453213721142402327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6453213721142402327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6453213721142402327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/06/as-serestas-dos-namorados.html' title='AS SERESTAS DOS NAMORADOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-2390851681004712523</id><published>2011-06-09T04:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T04:14:04.814-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>AS LETRAS DE UM CORONEL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 3 DE JUNHO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Deus disse à imprensa: vai e a justiça propaga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E a imprensa, erguendo à boca a sonora tuba,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ora pomba a arrulhar, ora leão, a juba&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;em desalinho, foi e rolou como a vaga...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O verso acima está registrado nas folhas amareladas do jornal “O Correio de Barretos” do dia 14 de abril de 1957. Segundo a reportagem de onde foi retirado, trata-se de um verso de autoria do conhecido Coronel Silvestre de Lima datado aproximadamente nas últimas décadas do século XIX. Às vistas de Silvestre, tal verso fala do nascimento da imprensa e de sua função na sociedade, como se a mesma fosse disseminar a justiça social por entre os homens. Talvez, neste momento, se encontrava o despertar da veia literária e jornalística de um coronel bacharel que até os dias de hoje é citado na imprensa da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Com mais de um século e uma década de fundação da imprensa criada pelo Cel. Silvestre de Lima em Barretos, seu nome ainda perpetua na imprensa talvez por ser a sua biografia um tanto distinta para a época. Tratava-se de um coronel letrado. A expressão “coronel letrado” pode parecer um tanto contraditória se tivermos a única visão de que os coronéis eram homens ligados somente às atividades agrícolas, proprietários de terras e também donos do poder político. Isso em boa parte do Brasil era verdade, mas exceções também fazem parte da história. E, em sua minoria, existiam coronéis que tinham suas atividades concentradas na intelectualidade, talvez como uma maneira de consolidar ou transformar princípios políticos. Como é o caso de Silvestre de Lima, bacharel e poeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por intermédios de leituras da época e de biografias recriadas na imprensa barretense, conta-se que Silvestre fez parte do movimento abolicionista no Rio de Janeiro, escrevendo textos em jornais e lutando ao lado de José do Patrocínio. Nesta mesma época, intelectuais organizavam-se em um movimento literário conhecido como “Parnasianismo”, isto é, uma onda de poetas em oposição à subjetividade e o sentimentalismo do Romantismo. Os parnasianos valorizavam a métrica poética, as referências aos elementos greco-romanos e a objetividade dos versos. Por conta disso, foram muito criticados pelos modernos da década de 20.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No jornal “O Sertanejo”, fundado por Silvestre, exibiam-se poesias de sua autoria e de famosos poetas da capital federal. Poesias parnasianas escritas por Alberto de Oliveira, Raimundo Correia, Olavo Bilac e Silva Jardim, estampavam as páginas do jornal de Barretos como elementos essências à leitura. Caracterizadas pela norma culta, sua leitura nem sempre é de fácil compreensão, ainda mais, porque por utilizarem nomes conhecidos no mundo da Antiguidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os registros que restaram ao presente indicam que a poética de Silvestre de Lima era parnasiana. Entretanto, sua linguagem poética parece também apresentar peculiaridades, como o fato de fazer referências as suas filhas em suas poesias. Os lados da política, da economia, da cultura e da intelectualidade de coronéis como Silvestre de Lima ainda merecem ser estudados, pois suas particularidades devem ser registradas. Afinal, a história não deve generalizar as personalidades, deve buscá-las no quão íntimo for possível para não se tornar senhora de uma verdade só.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-2390851681004712523?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/2390851681004712523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=2390851681004712523' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2390851681004712523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2390851681004712523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/06/as-letras-de-um-coronel.html' title='AS LETRAS DE UM CORONEL'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-2346754421632303900</id><published>2011-06-01T16:53:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T16:53:37.052-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões'/><title type='text'>DE MAIS E DE MENOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 27 DE MAIO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Esquecimentos, dores físicas, stress e outros destes atribuídos fazem parte da rotina de muitas pessoas nos dias de hoje. Rotina, literalmente. A gama de informações que envolve o nosso cotidiano e as exigências sociais, que, por vezes, nos são impostas de maneira indesejável, podem ser nocivas à saúde. Na condição de “civilizados”, às vezes somos escravos do “demais” e do “de menos”, trabalhamos demais, preocupamo-nos demais, falamos demais, ouvimos menos, exercitamo-nos menos e dormimos menos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para o sociólogo polonês &lt;span class="apple-style-span"&gt;Zygmunt Bauman, o tempo que vivemos hoje é caracterizado por um ritmo muito inconstante, onde o presente se renova a todo momento. Por exemplo, neste tempo as informações transmitidas de uma pessoa a outra, independente da distância entre as mesmas, são quase instantâneas. O tsunami no Japão foi notícia no mundo todo em apenas alguns minutos do início da tragédia. As pessoas buscam por novidades o tempo todo, seja na moda ou até mesmo em seus objetos pessoais. Somos movidos por uma insaciabilidade do novo, sendo que, segundos depois, aquilo não é mais novo, pois outro já tomou o seu lugar. Á esse tempo, Bauman estabeleceu a seguinte denominação: “tempo pontilhado”, ou seja, &lt;/span&gt;um tempo marcado por rupturas e descontinuidades, fragmentado em meio a múltiplos instantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pois bem, o mundo visto por esta ótica parece até mesmo pessimista. Mas, a realidade em que vivemos é pautada nisso, num tempo inconstante, em que as coisas se renovam com muita facilidade e rápido demais. Por conta disso, criamos um estilo de vida também baseado na produção rápida e na exigência, principalmente no lado profissional, onde cada vez mais competência é sinônimo de concorrência. E às pessoas que não conseguem se equilibrar mediante a este estilo de vida, podem ter a saúde afetada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Stress, dores em várias partes do corpo, enxaquecas e cefaléias podem ser desenvolvidas em pessoas que se tencionam com situações inconstantes do dia-a-dia. Mesmo a enxaqueca sendo uma doença acometida por pessoas que possuem pré-disposição genética, ela pode se agravar conforme fases difíceis da vida. No caso da cefaléia tensional, causada pela tensão ou por ansiedade dos indivíduos, as dores também podem ser muito constantes e intensas. Casos como estes são resolvidos à base de tratamentos médicos, que, na maioria das vezes, além de remédios, orientam também a prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quer dizer, tudo aquilo que perdemos com esta vida do tempo pontilhado e das cobranças, isto é, os atributos mínimos de sobrevivência, como a prática de exercícios na luta contra o sedentarismo mórbido e a alimentação saudável, acabam sendo os remédios que mais necessitamos quando nos desequilibramos. A pergunta é: será que compensa viver nestes extremos do “de mais” e do “de menos”? A busca pelo equilíbrio certamente não é fácil, mas, do que vale a vida sem o sentimento de viver? Afinal, com ou sem preocupação, tudo sempre dará certo!&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-2346754421632303900?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/2346754421632303900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=2346754421632303900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2346754421632303900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2346754421632303900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/06/de-mais-e-de-menos_01.html' title='DE MAIS E DE MENOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8850115021757150520</id><published>2011-05-20T14:26:00.003-07:00</published><updated>2011-05-20T14:26:26.503-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>SOBRE AS RUAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 20 DE MAIO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em tons poéticos ou em análises históricas, as ruas foram ao longo do tempo descritas em livros das mais variadas tipologias. Falar sobre o nascimento de uma rua pode gerar teses acadêmicas no âmbito da história, geografia, biologia, geometria e outras áreas. Por outro lado, a rua descrita nas mãos de um poeta ou literato pode se transformar num lugar mágico onde a fantasia toma conta do espaço físico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na literatura brasileira, precisamente no início do século XX, João do Rio, pseudônimo de Paulo Barreto, descreve as ruas do Rio de Janeiro num momento de transformação da cidade carioca, decorrente das reformas do período republicano. Nesse período, as ruas passavam pelo processo de alargamento e crescente verticalização em conseqüência da intervenção urbanística do prefeito Pereira Passos, que tinha por finalidade elevar a capital federal à categoria de “pequena Paris”. João do Rio, na sua órbita de poeta sensível, usa sua caneta de pena para dar às ruas aquilo que elas pareciam estar perdendo com todas estas transformações: a alma. Para ele: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“são assim as ruas de todas as cidades, com vida e destinos iguais aos dos homens. Por que nascem elas? Da necessidade de alargamento das grandes colméias sociais, de interesses comerciais dizem. Mas ninguém o sabe. (...) Nasceu para evoluir, para ensaiar os primeiros passos, para balbuciar, crescer, criar uma individualidade”&lt;/i&gt;.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pois bem, enquanto João do Rio efervescia a imprensa carioca com suas crônicas, contemporaneamente, Barretos também passava por transformações nas características de suas ruas. Formadas por quarteirões, sistema adotado desde o Império Romano, as ruas e avenidas de Barretos passaram a ser denominadas por números desde o ano de 1915, no mandato do prefeito João Machado de Barros. Osório Rocha, em seu livro “Barretos de Outrora”, relata que o patrimônio foi dividido em 283 quarteirões, sendo incorporadas ao espaço urbano algumas vilas novas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Antes desta reforma, as ruas possuíam nomes ligados aos personagens da história do Brasil no momento da proclamação da República, a fatos históricos do Império e aos coronéis que em Barretos dominavam o poder político. Por exemplo, só sob a denominação “República” existiam duas ruas e duas avenidas. Um dos casos mais interessantes é a Rua 14, antes denominada Rua “Prudente de Morais” ou Rua “Comércio”. Esta rua, no final do século XIX, era conhecida por alguns como “Rua da Lindeza”, por conta de suas belas casas e instalações importantes como o cartório e o Colégio São João.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por fim, as ruas de Barretos na atualidade continuam com o sistema adotado por Barros em 1915, mas, novas ruas criadas foram adotadas com denominações de pessoas consideradas “ilustres” à cidade, onde a intenção é perpetuar a memória destes cidadãos. As ruas de Barretos têm muito a refletir sobre a história da cidade, desde o momento em que nascem até o momento em que mudam de nome. Não são simples espaços físicos nos quais o comércio cada vez mais as engole, são fontes de inspiração e de história. Têm alma, como já mostrou João do Rio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8850115021757150520?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8850115021757150520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8850115021757150520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8850115021757150520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8850115021757150520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/05/sobre-as-ruas.html' title='SOBRE AS RUAS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8315422626436692610</id><published>2011-05-20T14:21:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T14:21:38.559-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>A CULTURA AFRICANA NO “13 DE MAIO”</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 13 DE MAIO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nesta sexta-feira 13 o enfoque não deve ser nada supersticioso, a história deve prevalecer como a temática do dia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Treze de maio é o dia de comemoração à abolição da escravatura no Brasil, data em que no ano de 1888 a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea que justificou a desvinculação do negro à condição de escravo. Na escola, esta data é lembrada por muitos professores de história como um marco na história do Brasil e para a cultura afro brasileira e africana.&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Datas como estas, na atualidade, são comemoradas com a intenção de valorizar a cultura africana em vez de rememorar a época da escravidão. Por esse e outros motivos, proponho um 13 de maio diferente, no qual possamos vivenciar experiências de africanos que mostraram ao mundo o valor de seu continente e de sua cultura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Africanos como a nigeriana Chimamanda Adichie, escritora de romances que comoveu um grande público numa palestra em que prestou depoimento sobre sua vida na África e a cultura na qual foi criada. Esta palestra foi gravada e circula em vídeos na internet com grande sucesso. Chimamanda intitulou a palestra de “o perigo de uma história única”, isto é, como uma única visão da realidade pode a deixar deturpada e carregada de preconceitos. A experiência da nigeriana causa forte impacto a quem ouve, pois é visto como nós podemos ser causadores de preconceitos e ao mesmo tempo sofredores com o mesmo preconceito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Chimamanda nasceu e cresceu na Nigéria numa família de classe média, contou que desde muito cedo aprendeu a ler e a escrever. Passou sua infância lendo livros infantis de autores ingleses, de personagens ingleses, ou seja, brancos, de cabelos lisos e loiros, que brincavam na neve e falavam muito sobre o clima. Algo bem diferente da realidade africana. O fato é que de tanto ler e adorar estes livros ela entendia que pessoas como ela, negros e de cabelos crespos, não poderiam fazer parte da literatura. No entanto, quando ela descobriu os autores africanos que escreviam livros sobre os próprios africanos, sua visão de que os livros só poderiam reproduzir a visão de uma história única começou a ser questionada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ainda mais, Chimamanda conta sua experiência de aos 19 anos ter ido para os EUA cursar a faculdade. Neste momento, o choque cultural foi muito grande, já que sua amiga de quarto dizia ter esperado uma africana que falasse línguas tribais e ouvisse músicas também tribais. O espanto foi grande quando a nigeriana explicou que no seu país o inglês era a língua oficial e que suas canções preferidas eram a de Maraya Carey.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Enfim, o perigo de se sempre contar e ouvir a história única cria esteriótipos a pessoas e a lugares que na verdade nos deixam cegos quanto à verdade. Julgar a realidade do outro de acordo com a sua realidade é algo dessincronizado e nos deixam sujeitos a cair no marasmo do pré-conceito. Que neste 13 de maio, portanto, possamos conhecer melhor a alma da cultura africana, que, assim como nós, em relação ao olhar da história única, precisa ser resgatada e colocada no seu verdadeiro lugar: nos livros.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8315422626436692610?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8315422626436692610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8315422626436692610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8315422626436692610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8315422626436692610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/05/cultura-africana-no-13-de-maio.html' title='A CULTURA AFRICANA NO “13 DE MAIO”'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-792898630915996352</id><published>2011-05-20T14:13:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T14:13:32.208-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>DOCUMENTO HISTÓRICO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 6 DE MAIO DE 2011&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Leitor amigo, o que é na sua concepção um documento histórico? Quais são os tipos de fontes que um historiador utiliza como trabalho? Trabalhar com uma fonte de estudo que remete a determinado período passado da humanidade sempre foi o ofício do historiador, mas o conceito sobre o que é documento histórico é relativo a cada época e a cada escola histórica. Documento seria somente aquilo que é produzido pela classe política dominante ou tudo aquilo que foi produzido por diversos grupos sociais? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Desde fins do século XVIII e início do XIX, a história se assumiu como acadêmica, isto é, disseminada em pesquisas e em faculdades, e, como tal, seguiu instruções de cada período e contexto histórico. A partir de então, surgiram as escolas históricas, que assumiram características diferenciadas sobre a concepção do que é história e sua fonte de estudo, são elas: a Escola Positivista, a Escola Metódica, a Escola dos Annales e suas diversas gerações e o Pós-Modernismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para os positivistas do século XIX, o documento histórico era tudo aquilo que foi escrito pelos reis, os documentos oficiais, exemplos de escritos sobre mitologia indígena, por exemplo, eram descartados. Tempos depois, com o advento dos metódicos, o documento oficial, aquele produzido pelo Estado, era a fonte de estudo do historiador desde que seguisse uma seleção, classificação e método de estudo. A partir da terceira década do século XX, a Escola dos Annales surge em contraposição aos temas e as noções de documento histórico defendida pelos positivistas e metódicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os historiadores dos Annales, associados à interdisciplinaridade da História, diversificaram completamente seus temas, bem como a tipologia de suas fontes. Para eles, o estudo da história deveria ser pautado em experiências dos vários grupos humanos, e, com isso, tudo aquilo que foi produzido por eles seria passível de análise histórica. É neste momento que surge como documento histórico, não só aquilo que era escrito pelo Estado, e sim a oralidade, a imagem, as séries de documentos de batismos, casamentos e óbitos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Com as seguintes gerações dos Annales, esses grupos sociais estudados pela história foram se ramificando cada vez mais até se chegar numa história quase que do “sujeito”, do individual. Nesse sentido, houve um alargamento das noções de fontes históricas, como mapas, gravuras, desenhos, cartas, roupas, alimentos e outros. O importante de ressaltar sobre isso, é que alguns historiadores chamam essa fase de “vulgarização da história”, como se qualquer coisa que se remete ao passado fosse passível de análise histórica. Noções como essa deram base para o surgimento do pós-modernismo, movimento que encara a análise e a fonte histórica como relativa ao olhar do historiador do presente. Sendo que, na realidade, as fontes só são consideradas históricas quando são encaixadas no contexto e na estrutura do tempo determinado. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enfim quantas faces tiveram um documento ao longo da história da história? Como será encarada uma fonte histórica no futuro? Tudo isso nos leva a crer que “um documento é tudo aquilo que um determinado momento decidir que é um documento”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: Texto de Leandro Karnal e Flávia Gali Tatshc (2009).&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-792898630915996352?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/792898630915996352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=792898630915996352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/792898630915996352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/792898630915996352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/05/documento-historico.html' title='DOCUMENTO HISTÓRICO'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7243876660143288947</id><published>2011-05-20T14:11:00.001-07:00</published><updated>2011-05-20T14:11:52.017-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>UM CASAMENTO EXTRA-CONTINENTAL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 29 DE ABRIL DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje é um dia importante para a família real britânica, “o dia do casamento do Príncipe Willians e a “plebéia” Kate Middleton”. É assim que a mídia televisiva tem anunciado suas últimas noticias há pelo menos duas ou mais semanas. Por tamanha repercussão, esta não é uma data marcante somente para a realeza e para seu povo, bem como para a imensa quantidade de jornalistas que ficarão falando sobre este assunto pelas próximas semanas. Graças às tecnologias cada vez mais “sem-fronteiras” da era atual, todos os detalhes deste casamento poderão ser revelados. Se no passado, o casamento de um rei causava impacto na região que ele vivia, hoje este impacto perpassa espaços continentais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Até mesmo nas escolas este assunto é transmitido pelos alunos constantemente, a curiosidade sobre os Windsors cresce a cada dia. Os alunos param para entender como pode no mundo de hoje existir ainda uma monarquia, mesmo que parlamentarista, e atribuem a este fato um caráter medieval. A rainha Elizabeth II, nos últimos tempos, tem atuado como uma figura tradicional da coroa britânica, porque na realidade o país e seus territórios anexos são comandados pelo primeiro-ministro. É claro que a figura da rainha não agrada a “gregos e troianos” na Inglaterra, para uns ela é considerada uma tradição respeitável, e para outros é tida como algo anacrônico, em principal aos jovens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Outro fato que repercutiu muito sobre a vida da coroa britânica foi o lançamento do filme “O Discurso do Rei”, que ganhou o prêmio de melhor filme, ator, diretor e roteiro original do Oscar 2011. O filme fazia menção às dificuldades do rei George VI (pai da atual rainha Elizabeth) em discursar perante o povo, porque era gago e tímido. A história é focada na relação do rei com seu “médico” que tanto o ajudou na superação em discursar em público, tratam-se, pois, de fatos reais. As gravações também mostram os escândalos causados pelo herdeiro do trono antes de George VI, seu irmão Edward VIII, que abdicou do trono por não poder se casar com a mulher que amava, a americana divorciada Wallis Simpson (algo inadmissível na época).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Depois deste, outros episódios abalaram a fama da família real britânica, como o divórcio da Lady Diana e do Príncipe Charles. A popular princesa divorciou-se do herdeiro do trono ao ficar exposto na mídia a traição do marido com sua amante Camilla Parker-Bowles, hoje sua esposa. Lady Diana acabou por falecer em 1997 num trágico acidente de carro, sendo que em seu funeral a Rainha Elizabeth II tratou o cerimonial com muita frieza e isso fez cair mais ainda sua popularidade no país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, depois de tantas cenas que mais parecem fazer parte de uma novela, mais um casamento é concretizado na família real Windsor. Seja como símbolo de tradição, alvo de comentários, estandarte de críticas ou simplesmente mais uma união de pessoas que aparentam estar apaixonadas, o casamento do Príncipe William com Kate Middleton ganhou dimensões extra-continentais. Um casamento que está imbuído de fortes expectativas populares, carregado de um passado tão “dramático” da família real e conhecido pelo mundo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7243876660143288947?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7243876660143288947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7243876660143288947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7243876660143288947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7243876660143288947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/05/um-casamento-extra-continental.html' title='UM CASAMENTO EXTRA-CONTINENTAL'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7327251902496028659</id><published>2011-04-23T07:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T15:21:38.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>NOVOS DESCOBRIMENTOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 22 DE ABRIL DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 89.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 22 de abril, dia oficial do descobrimento do Brasil por parte dos portugueses. Esta ideia perdurou na historiografia tradicional por muitos séculos. Mas, se pudéssemos contar a história por outro ângulo, baseado em novas interpretações? O que teríamos? Se começássemos a história pela flecha dos nativos que aqui habitavam e não pelas caravelas dos portugueses?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O perigo de contar uma história única é bastante preocupante na medida em que cria rótulos e esteriótipos a seus personagens. Foi por conta da insistência de que a história do Brasil se inicia com a chegada dos portugueses que os mesmos ficaram conhecidos por muito tempo como os heróis que trouxeram a “civilização” e os índios como meros povos passivos. Além disso, foi a história tradicional foi a responsável por centenas de anos terem se passado sem a preocupação de se estudar a pré-história brasileira. A maioria das fontes históricas que fazem menção aos nativos ameríndios foi escrita pelos próprios portugueses, por isso, são impressões carregadas inicialmente da visão do colonizador e não do próprio índio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao se estudar a Pré-História brasileira, isto é, o período anterior à colonização portuguesa, deparamo-nos com inúmeras hipóteses quanto à origem dos nativos. Até pouco tempo atrás, a teoria oficial era que os nativos brasileiros eram originários das migrações que ocorreram no Estreito de Bering devido a uma era glacial, ou seja, da Ásia para a América do Norte e depois para a porção sul do continente. Entretanto, pesquisas feitas no Parque Nacional da Serra da Capivara, Estado do Piauí, realizadas pela renomada arqueóloga Niede Guidon, apontam antigos instrumentos utilizados por hominídeos no Brasil por volta de 40-60 mil anos atrás. Com isso, a teoria de que a ocupação da América obedeceu ao sentido norte-sul foi colocada em dúvida. Muitas hipóteses ainda surgirão para descobrir qual a verdadeira origem de nossos ancestrais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por enquanto o que se sabe é que o momento em que Portugal iniciou a colonização no Brasil, a população indígena que aqui habitava sofreu uma grave extinção. O mais interessante é que estudos contemporâneos revelaram que o principal fator de extinção não foram as guerras entre ambos os povos, e sim as doenças que os indígenas desenvolveram após a chegada dos europeus. Isso porque, anterior ao contato com os europeus, os nativos da pré-história brasileira viviam isolados e provavelmente sem a presença de animais domésticos; fatores que contribuíram para a ineficácia imune contra os micro-organismos que os destruíram. Foi a partir daí que surgiram graves doenças como a tuberculose, a varíola e a sífilis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, é visível que o dia do descobrimento do Brasil ainda tem muito a revelar sobre o passado que o envolve, afinal não há como se estudar uma época sem conhecer seu momento anterior sob vários pontos de vistas. Porquanto, muito se tem a descobrir sobre o passado pré-colonial brasileiro e sobre seus ancestrais que certamente fazem parte da miscigenação que hoje compõe o mosaico da população brasileira. Novos “descobrimentos” ainda estão por vir. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; REFERÊNCIAS: GURGEL, C. &lt;b&gt;Doenças e curas&lt;/b&gt;. SP: Contexto, 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7327251902496028659?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7327251902496028659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7327251902496028659' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7327251902496028659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7327251902496028659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/novos-descobrimentos.html' title='NOVOS DESCOBRIMENTOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8964503108253548900</id><published>2011-04-23T07:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T15:19:55.651-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>NOSSO HINO, NOSSO SÍMBOLO (II)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 15 DE ABRIL DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Na semana passada, como manda o figurino, este espaço dedicou-se a tratar sobre a origem do hino nacional e os motivos do seu dia ser 13 de abril. Pois bem, dito isso, o estudo voltou-se ao momento em que surgiu no Brasil o regime republicano e o hino ficou sem letra até que se encontrasse uma composição que enaltecesse este novo momento histórico e vigorasse as cores brasileiras. Então, quando isso aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A letra do hino nacional (tal como é hoje) foi escrita em 1909 pelo poeta Osório Duque-Estrada. Este, por sua vez, era um temido crítico literário, que gostava de polêmica, e no passado foi defensor da Abolição e da Proclamação da República. No governo do Presidente Epitácio Pessoa, a letra foi oficializada em 6 de setembro de 1922, isto é, um dia antes do Centenário da Independência do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;E a letra em si, no que ela se refere à independência? Ao patriotismo? A natureza do Brasil? Tudo começa com &lt;i&gt;“Ouviram do Ipiranga as margens plácidas/ de um povo heróico o brado retumbante”&lt;/i&gt;, organizando a frase: &lt;i&gt;“As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico”&lt;/i&gt;. Percebe-se, então, que o sujeito da frase são “as margens plácidas”, ou seja, a paisagem foi o testemunho da independência – fazendo menção ao paraíso das riquezas naturais do Brasil. Além disso, segundo a mesma frase, quem bradou “o grito da independência” foi o povo heróico, e não Pedro I, porque a ideia era apagar o passado colonial. Outra passagem interessante é onde fala que a “&lt;i&gt;pátria amada, idolatrada&lt;/i&gt;” é “&lt;i&gt;gigante pela própria natureza (...) e o teu futuro espelha essa grandeza&lt;/i&gt;”. Ou seja, aquilo que os brasileiros possuíam em comum, as riquezas naturais, era o que garantia o futuro grandioso do país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O hino nacional tornou-se legalmente oficial somente em 1971, por meio da Lei nº 5765, no governo ditatorial de Emilio Garrastazu Médici. Nesta ocasião, sua correção ortográfica ficou ordenada conforme a “Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal de 1943”. Em relação à linguagem do hino, vê-se que são palavras de alto padrão cultural, onde muitos brasileiros não sabem seu significado, sendo necessário, portanto, um estudo específico nas salas de aulas das escolas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O hino, quando tocado, desperta emoção nos brasileiros, que se identificam como um povo vivente de uma única pátria. Um povo, no entanto, que muita desigualdade ainda tem a combater e, como bem diz o hino, o que possui em comum é o território natural brasileiro e a nacionalidade. Num passado não muito distante, o hino nacional era tocado diariamente nas escolas, como se fosse um hábito, e hoje este cenário não é visto com tamanha freqüência. Nos dias atuais, ele é considerado mais um símbolo de respeito à pátria e executado em cerimônias especiais que representam a nação brasileira diante datas comemorativas e cívicas, eventos esportivos e outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por fim, um hino que representou diversos momentos históricos do Brasil, não podia deixar de ser comemorado em uma data específica. Que o nosso hino seja melhor estudado nas escolas, encenando não um passado glorioso que não existiu, mas sim um ícone de coletividade aos brasileiros. Nosso hino, nosso símbolo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8964503108253548900?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8964503108253548900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8964503108253548900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8964503108253548900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8964503108253548900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/nosso-hino-nosso-simbolo-ii.html' title='NOSSO HINO, NOSSO SÍMBOLO (II)'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-5751725059144139593</id><published>2011-04-23T07:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-23T07:15:03.226-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>NOSSO HINO, NOSSO SÍMBOLO (I)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 8 DE ABRIL DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O mês de abril parece estar em sintonia com a História do Brasil, sendo este o período em que se comemora o dia do índio, o “descobrimento” e o dia do Hino Nacional. Coincidência ou não, o fato é que o mês de abril está presente na história do nosso país contada em livros-didáticos e até mesmo em atividades escolares. Dentre tais datas comemorativas, o dia 13 de abril é considerado o Dia do Hino Nacional e a história tem muito a revelar sobre isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A origem do hino nacional brasileiro remonta aos tempos do início do Império, quando Dom Pedro I alcançou o momento que conhecemos como Independência do Brasil em 1822. Que na verdade nada teve de independência e sim de uma continuidade política e econômica liderada pela corte portuguesa. “Um país independente reinado por um português”, era assim que alguns brasileiros liberais viam a situação do Brasil. Quando Dom Pedro I abdica de seu trono em 7 de abril de 1831 e embarca para Portugal no dia 13, são realizadas várias comemorações, entre elas a execução da melodia do hino nacional (tal como é hoje) composta pelo músico Francisco Manuel da Silva em um teatro na capital do Império. Por isso, o dia 13 de abril ficou conhecido como o dia do Hino Nacional, em comemoração a abdicação e a retirada de Pedro I. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A melodia de Francisco Manuel da Silva, conhecida como &lt;i&gt;“Marcha Triunfal”&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;“Hino ao grande e heróico 7 de abril”&lt;/i&gt;, foi novamente tocada na posse do jovem Imperador Pedro II em 1840, agora com uma letra que exaltava as qualidades do recente monarca. Este hino, porém, passou por todo o período do segundo reinado (49 anos) sem ser oficializado. A situação iria mudar com o advento de um novo regime, um momento que precisaria apagar os signos do período imperial. Surge a República.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Como o regime republicano se originou por atitudes da elite política brasileira e, por isso, o povo assistiu esta transição “bestializado”, era necessário criar símbolos que se adequassem a este novo período e conquistassem o imaginário popular, de modo que a massa se identificasse com o “novo” modo de se fazer política (que na verdade nada tinha de novo). Foi então que foram criados símbolos como heróis (Tiradentes), a bandeira nacional, a estátua da República romana e outros. No entanto, o hino nacional continuou o mesmo, isto é, com a mesma melodia de Francisco Manuel da Silva, mas sem letra alguma. Era necessário compor uma letra que vigorasse este novo momento no Brasil, que apagasse o passado colonial e ressaltasse as novas luzes brasileiras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Então, quando chegará esta composição? O que certos versos do hino têm a dizer sobre a história do país? É o que veremos na próxima semana.... Aguardem!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-5751725059144139593?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/5751725059144139593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=5751725059144139593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5751725059144139593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5751725059144139593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/nosso-hino-nosso-simbolo-i.html' title='NOSSO HINO, NOSSO SÍMBOLO (I)'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8213598007582315358</id><published>2011-04-05T12:49:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:49:32.314-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>LUIZ BRANDÃO: UM DENTISTA, UM PERSONAGEM</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA "AÇÃO E VIDA DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BARRETOS" EM 3 DE ABRIL DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A saga de um personagem da história barretense, que atravessou longos anos do século XX, e até hoje é dono de suas próprias histórias. Trata-se de um ex-dentista, também envolvido em atividades socioculturais na cidade, que mesmo tendo ficado pouco tempo na Santa Casa de Barretos, possui lembranças preciosas sobre a vida do hospital nos anos 40. Apresentamos-lhes os curiosos casos de Luiz Brandão...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O que é ter noventa e três anos? Certamente é ter vivido quase um século, acompanhado os mais diferentes momentos da história e ter a oportunidade de contar todos os “casos” que lhe vem à cabeça. Talvez seja assim que o velho moço Luiz Agostinho da Silva Brandão se sinta, alguém capaz de viver e reviver momentos que só ele pode tornar real. E é neste clima de recordação e contação de histórias que esperamos que a entrevista concedida por Luiz Brandão torne-se sólida na construção dos noventa anos da Santa Casa de Barretos, que, na verdade, são paralelos aos seus noventa e três anos de idade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para começar, Luiz Brandão é filho do primeiro prefeito de Barretos, Cel. Raphael da Silva Brandão, nomeado prefeito em 1891, numa época em que o cargo se chamava “intendente municipal”. O Cel. Raphael Brandão estava presente nos anos iniciais da fundação da Santa Casa, fosse como um representante da política local ou como coletor federal, deste modo, o coronel assinava as primeiras atas do hospital.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Luiz Agostinho da Silva Brandão, assim se chama em homenagem a Santo Agostinho, nasceu em Barretos no dia 28 de agosto de 1917. É filho do Cel. Raphael Brandão e de Dona Verdiana Gomide Brandão, sendo também o caçula de quatro irmãs. Estudou inicialmente no Externato São José em Barretos, depois fez o exame de admissão no 1º Grupo Escolar e terminou a escola no Ginásio em Bebedouro. Quando indagado sobre a escolha de sua profissão ele diz: &lt;i&gt;“Na época que eu terminei o ginásio, os pais queriam que os filhos se tornassem advogados ou médicos, principalmente que seguissem a carreira da medicina. E como meu preparo no ginásio, modestamente, foi bom, eu fiz exame de medicina na Escola Paulista de Medicina e fui aprovado. Lá eu fiz o primeiro ano de faculdade, mas, ela não era de caráter federal e sim particular, sendo então a mensalidade um tanto pesada. Eu fiz o primeiro ano, mas já no fim do ano meu pai faleceu e em virtude da morte dele eu não pude continuar esta faculdade. Voltei para Barretos, e, pouco tempo depois, decidi que iria fazer odontologia, foi então que eu me preparei para fazer o exame na recente Universidade de São Paulo (USP). Passei no vestibular e me formei na Faculdade de Odontologia e Farmácia em 1939”&lt;/i&gt;. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Depois de formado, sempre com o desejo de montar seu consultório próprio, Luiz Brandão continuou em São Paulo e começou a trabalhar como ajudante de revisor de uma redação, da qual o diretor do jornal era o famoso poeta Guilherme de Almeida. Nesta mesma época, o recém formado dentista não saiu de São Paulo porque estava fazendo o curso de três anos do exército brasileiro, o CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro). Quando terminou o curso e a caserna, Luiz Brandão tornou-se Oficial da Reserva do Exército Brasileiro e, mais tarde, 2º Tenente da Reserva da Infantaria; ficando nomeado para o 2º escalão destinado a lutar na 2ª Guerra Mundial, mas seu escalão não chegou a ser convocado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de ter terminado os cursos do exército, Luiz Brandão voltou a Barretos no ano de 1945 e foi neste momento que sua história se liga à Santa Casa. Mesmo que tenha sido por poucos meses, a sua relação com o hospital já se mostrou sólida por conta das seguintes lembranças: &lt;i&gt;“Havia necessidade de dentista no departamento infantil da Santa Casa, porque os adultos já recebiam assistência dentária de particulares. Nesta época, era dentista o dr. Canôas e eu me dava muito bem com ele, porque o Canôas toda vida foi um intelectual...poeta. Então, nesta época o Canôas assumia a responsabilidade do serviço dentário, mas eu tive de substituí-lo por um tempo, quando ele tirou licença. Foi quando eu assumi o departamento infantil e algumas passagens de histórias com crianças marcaram minha memória. A Santa Casa neste momento ainda era naquele antigo prédio, lá da época do meu pai, a enfermaria das crianças tinham as janelas viradas para o pátio, onde tinha um jardim no centro e entravam os raios solares e a ventilação. Sempre que precisava recorrer a algum médio lá estava o dr. Meira para me ajudar. Sobre o departamento dentário, tínhamos uma sala reservada, éramos em quatro dentistas e eu ia todos os dias. Nesta época, os dentistas do hospital não eram remunerados e trabalhávamos com um único gabinete dentário, movido a pedal e com a cadeira desmontável&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobre o público infantil atendido na Santa Casa na época em que Luiz Brandão trabalhou no hospital, década de 40, ele recorda que os principais problemas da saúde bucal eram relativos à falta de alimentação desta parcela populacional. Nesse sentido, o trabalho dos dentistas na Santa Casa também era relacionado com a prevenção de doenças e com a instrução de hábitos saudáveis. Além disso, neste período, era comum a atuação dos “práticos licenciados” na área da Odontologia, uma vez que eram poucos os dentistas formados em universidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desta maneira, pode-se dizer que a carreira de Luiz Brandão começou quando a Odontologia passou a se organizar como um ramo da saúde no país. Principalmente em Barretos, pois, em meados da década de 40, num sete de setembro, foi fundada a Sociedade Odontológica de Barretos, da qual Luiz Brandão foi um dos membros fundadores. &lt;i&gt;“Depois que tomou vida a Sociedade Odontológica de Barretos, passamos a nos organizar melhor e o próprio consultório dentário da Santa Casa foi ampliado e melhor aparelhado”,&lt;/i&gt; explicou o ex-dentista. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de findar seu trabalho na Santa Casa, Luiz Agostinho já tinha conseguido realizar o desejo de montar seu consultório próprio e passou a fazer parte de atividades sócio-políticas de Barretos. Em 1954, o ex-dentista lembra-se da morte de Getúlio, visto que era vereador e se encontrava em sessão na Câmara Municipal. Fez parte da edilidade por duas legislaturas e atuou também como presidente do Grêmio Literário e Recreativo, foi fundador e presidente da Liga Barretense de Futebol, redator de “O Grêmio”, colaborador de “O Diário” e até hoje é membro da Academia Barretense de Cultura ocupante da cadeira nº10. No entanto, a fama de Luiz Brandão entre muitos barretenses é referente à fundação do Clube “Os Independentes”, do qual ele fez parte do grupo de rapazes dos anos 50 que criou a iniciativa de fundar o clube, e de onde resultam histórias que Luiz Brandão conta como ninguém, exclusivamente como ninguém. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E hoje? Quem é Luiz Brandão? Diríamos que é um homem inteiriço de vitalidade por emanar de seu olhar e de suas falas as memórias mais completas e marcantes do século XX em Barretos. É o marido de Dona Jerônima Brandão (Nega Brandão), pai de duas filhas e um “vovô” da cidade inteira de Barretos, pois, qualquer barretense que pare para ouvir suas histórias identifica-se, apaixona-se, completa-se. Afinal, ser um personagem original da história que construímos em comum e ter vivenciado todo o histórico da Santa Casa, não é sinônimo de velhice, é virtude e privilégio para aquele que cultiva e dissemina a nossa memória. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; Entrevista com Luiz Brandão no dia 21/1/2011 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8213598007582315358?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8213598007582315358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8213598007582315358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8213598007582315358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8213598007582315358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/luiz-brandao-um-dentista-um-personagem.html' title='LUIZ BRANDÃO: UM DENTISTA, UM PERSONAGEM'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7840312064238643041</id><published>2011-04-05T12:48:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:48:13.092-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>A HISTÓRIA ORAL DA SANTA CASA DE BARRETOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA "AÇÃO E VIDA DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BARRETOS" EM 3 DE ABRIL DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Se alguém colhe um grande ramalhete de narrativas orais, tem pouca coisa nas mãos. Uma história de vida não é feita para ser arquivada ou guardada numa gaveta, como coisa, mas existe para transformar a cidade onde ela floresceu”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ecléa Bosi&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Qual é o valor histórico que a Santa Casa de Barretos representa em sua vida? O que você tem a contar sobre momentos que vivenciou no hospital? Conhece alguém que dedicou parte da vida em trabalho para a instituição? Quais são suas lembranças sobre os antigos administradores e funcionários? Como a sua memória pode colaborar com a construção da história da Santa Casa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Todas estas perguntas têm por finalidade constituir os noventa anos da Santa Casa de Barretos através da memória da própria comunidade. Elas fazem parte de uma metodologia que os historiadores contemporâneos denominam de “história oral”, isto é, aquela contada em testemunhos na busca da verdade, da realidade e da percepção do passado. Muitos trabalhos acadêmicos da atualidade têm partido desta metodologia, que, apesar de algumas críticas quanto a sua finalidade e seus meios, tem crescido na comunicação visual e escrita nos últimos anos no país. Afinal, no mundo de hoje, cada vez mais globalizado e sem fronteiras, as pessoas buscam por identidade e é na experiência daqueles que vivenciaram momentos de origem que elas se identificam e constituem aquilo que lhes é coletivo e, ao mesmo tempo, peculiar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Dentro das Ciências Humanas, a palavra &lt;u&gt;História&lt;/u&gt; vem d&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;o grego antigo &lt;i&gt;historie&lt;/i&gt; (significado: &lt;i&gt;testemunho&lt;/i&gt;, no sentido &lt;i&gt;daquele que vê&lt;/i&gt;) e sua origem é atribuída às “investigações” do historiador &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3doto" title="Heródoto"&gt;&lt;span style="color: black; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Arial Unicode MS&amp;quot;;"&gt;Heródoto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;, cujo termo em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega_antiga" title="Língua grega antiga"&gt;&lt;span style="color: black; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Arial Unicode MS&amp;quot;;"&gt;grego antigo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt; é Ἱστορίαι (Historíai). Nesse sentido, mesmo com toda a importância dos documentos escritos, pois foi exatamente a escrita que marcou o período que denominamos “História”; foram os testemunhos orais que marcaram os primeiros registros da humanidade, como exemplo os relatos da Bíblia e os poemas épicos de Homero, “Ilíada” e “Odisséia”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A oralidade surgiu junto com o nascimento da História, uma vez que o primeiro historiador, Heródoto, praticava o que chamamos de “história oral pura”. Ou seja, ao compor os relatos da história da Antiguidade, Heródoto, valia-se apenas das entrevistas e observações com pessoas do povo, soldados, administradores e agentes palacianos. No entanto, outro historiador conhecido na Grécia Antiga, Tucídides, preferia não confiar tanto na memória, fato que o fez gerar um método onde combinavam-se os testemunhos das entrevistas com fontes escritas, isto é, a “história oral híbrida”. Tucídides assim agia por receiar o uso exclusivo de entrevistas, já que os entrevistados poderiam ser considerados instáveis em relação a estado de saúde e ânimo, tendência política, dentre outros fatores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Com o passar das épocas, principalmente depois da invenção da imprensa por Gutenberg no século XV, a oralidade acabou por se tornar submissa à escrita e por muito tempo ficou nas entrelinhas do estudo do passado. Entretanto, a partir da Segunda Guerra Mundial, com o advento de novas escolas históricas e o surgimento de aparelhos eletrônicos cada vez mais avançados, a história oral voltou a ser critério nas pautas de trabalhos científicos e o uso do gravador entrou em ação. Sendo necessário ressaltar que os rádios e o jornalismo foram fatores essenciais nesta volta da história oral, posto que os primeiros relatos históricos foram difundidos nestes setores de comunicação e a sua intenção era causar a comoção social diante às memórias não mais revalidas pelo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Paralelo a tudo isso, pode-se dizer que, para construir e organizar a história da Santa Casa de Barretos, utilizar-se-á a história oral, classificada como uma “história híbrida e temática”, onde o tema é o resgate dos noventa anos do hospital e a técnica é a mistura dos depoimentos com as fontes escritas e iconográficas. A comunidade a quem se destina os depoimentos são todas as pessoas que direta ou indiretamente participaram da vida da casa de saúde e que possuem experiências comuns ou individuais refletoras de um passado não muito distante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Até a presente edição da “Revista Ação e Vida” foram entrevistadas oito pessoas, viventes das mais diferentes épocas e experiências ligadas à Santa Casa. E é com grande reconhecimento que agradecemos as memórias da Dona Solange Galvão, Sr. Ibraim Martins da Silva, Dra. Nilda Bernardi Carreira, Irmã Maria Angélica de Oliveira, Sr. Antonio Magrini, Sr. Althayr Pereira. Sra. Elsa Lucia de Meira e Sr. Luiz Agostinho da Silva Brandão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E você? O que tem a nos contar? Revele-se, espalhe sua memória e ajude-nos a construir a nossa história. Seja bem-vindo à história oral do hospital da vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;MEIHY, José Carlos Sebe; HOLANDA, Fabíola. &lt;b&gt;História oral: como fazer, como pensar&lt;/b&gt;. São Paulo: Contexto, 2007.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7840312064238643041?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7840312064238643041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7840312064238643041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7840312064238643041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7840312064238643041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/historia-oral-da-santa-casa-de-barretos.html' title='A HISTÓRIA ORAL DA SANTA CASA DE BARRETOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-4401762139431516419</id><published>2011-04-05T12:46:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:46:43.163-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>GRUPO SANTA CASA SAÚDE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA "AÇÃO E VIDA DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BARRETOS" EM 3 DE ABRIL DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Nilton Celestino Ferreira, economista e superintendente do Grupo Santa Casa Saúde, relembrou o nascimento do plano de saúde que ancorou as dificuldades do hospital desde os anos 90, estabelecendo uma linha do tempo que se perpetua paralela à história do tempo presente da Santa Casa de Barretos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agosto de 1993, esta é a data da implantação do Plano Santa Casa Saúde. Pode parecer pouco tempo e por conta disso uma época isenta de memória, no entanto, ao contrário do que se pensa, o nascimento do Plano Santa Casa Saúde é parte de um contexto histórico ligado aos ditames nacionais e a própria Santa Casa de Misericórdia de Barretos. Trata-se, portanto, de uma história do tempo presente, onde se encontra um passado não muito distante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No início dos anos 90, o Brasil era cenário de turbulentas manifestações na área da política e da economia, uma vez que depois de um grande período de ditadura o país passava para a redemocratização e a economia oscilava em inflações inesquecíveis. Nesta mesma época, ainda mais pela queda do Muro de Berlim, parte do mundo ocidental se assumia como países capitalistas baseados no regime neoliberal, sendo o Brasil um deles. Desta maneira, emergia no país a ampliação dos setores de empresas privadas como uma onda que até hoje circunda nossa economia. De acordo com as necessidades dos brasileiros causadas pelas mudanças dos “novos tempos” e com a falha estruturação do sistema governamental, vários segmentos dos setores privados surgiram como alternativas para movimentar o mercado brasileiro, entre eles estavam os planos de saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesse contexto, encontrava-se a Santa Casa de Misericórdia de Barretos com dificuldades financeiras obtidas pela alta desproporção entre os atendimentos dos indivíduos pagantes e os não pagantes. Além disso, o problema que gerava os déficits do hospital era a baixa verba que o SUS (Sistema Único de Saúde) enviava para atender o alto número de pessoas, sendo 100% dos atendimentos da Santa Casa viabilizados pelo SUS. &amp;nbsp;Deste modo, durante a provedoria de Ibraim Martins da Silva, em 1992 surgiu a ideia de criar um plano de saúde da própria Santa Casa de Barretos como mais uma alternativa de receita para o hospital, já que os valores pagos pelo SUS não sustentavam suas despesas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;“O objetivo da criação do plano de saúde era o hospital oferecer um atendimento melhor para as pessoas, porque mesmo se compararmos com os números atuais 80% dos nossos conveniados eram SUS antes. Ou seja, era necessário criar um segmento que completasse aquilo que o SUS não poderia oferecer. Essas pessoas então foram transferidas para o plano, passaram a ter um atendimento diferenciado nos consultórios e nas internações e com isso o hospital passou a receber um valor melhor do que o SUS pagava na época&lt;/i&gt;”, explicou Nilton. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim sendo, depois de pesquisas feitas em outras cidades que já possuíam planos particulares de saúde, foi contratada a empresa especializada “São Francisco Clínicas” de Ribeirão Preto para prestar consultoria na implantação do plano. Entretanto, não houve investimento inicial no plano por parte da Santa Casa, pois cinqüenta por cento da primeira mensalidade dos planos comercializados foi revertida à empresa contratada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em agosto de 1993 o plano de saúde ganhou sede própria, sendo o setor administrativo transferido para o prédio onde hoje é a Captação de Recursos na avenida 25. Pode-se dizer que o nascimento do Plano Santa Casa Saúde se deu nesta época e contava com a atuação exclusiva de dois funcionários que eram o gerente e a recepcionista, contratados pela própria Santa Casa já que o plano ainda não gerava receita. Somente a partir de 1997 que a situação mudou e a sede foi transferida para o prédio atual da Rua 28. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;“Comecei a trabalhar no Santa Casa Saúde em 1994 e desde essa época eram vistas muitas dificuldades. A começar pelo corpo clínico, houve baixa adesão dos médicos, eram poucos aqueles que aderiram ao plano, pois eles alegavam que poderia prejudicar a produção dos consultórios. No entanto, com a habilidade da Santa Casa, aos poucos os médicos sentiram a necessidade da implantação do plano e passaram a ser credenciados, sendo hoje cento e setenta médicos aderidos”&lt;/i&gt;, disse Nilton. Outra dificuldade dita pelo superintendente era a falta de regulamentação dos planos de saúde no país, visto que não existiam leis específicas para o segmento. Desta maneira, muitas pessoas tinham “desconfiança” de aderir ao plano pois sentiam-se inseguras diante algo não regulamentado e sem precedentes organizacionais. Em relação a isso Nilton ressalta: &lt;i&gt;“De 1999 para cá, os planos de saúde passaram a ser regulamentados e as pessoas passaram a confiar mais nestas empresas como é o caso da Santa Casa Saúde. Eu pude perceber que a marca “Santa Casa” é muito forte, porque mesmo com as dificuldades financeiras as pessoas acreditam na Santa Casa já que a conhecem há muito tempo”&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir de então, o Santa Casa Saúde passou a agregar cada vez mais usuários e com isso aumentar sua rede de serviços. Em julho de 2001 foi criada a farmácia privativa do Santa Casa Saúde, sendo o objetivo oferecer mais acessibilidade aos usuários diante a compra de remédios. No ano de 2002, o investimento passou a ser no plano odontológico, onde em clínica própria os conveniados podem zelar da saúde bucal. Em março de 2007, mais uma conquista se concretizou com a inauguração do Pronto Atendimento do Santa Casa Saúde anexo ao hospital. Além do mais, as campanhas preventivas em parceria com empresas privadas têm sido um dos serviços desenvolvidos pelo plano, onde funcionários de empresas recebem acompanhamento de saúde em tempos periódicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por tantas adaptações e investimentos em serviços diferenciados revertidos a seus usuários, o Plano Santa Casa Saúde passou a denominar-se Grupo Santa Casa Saúde e hoje atende em cinco unidades da região: Barretos, Guaíra, Colina, Colômbia e Jaborandi. Os números comparados ao passado revelam um crescimento na aquisição do plano e uma seqüente dinamização da saúde, sendo que cada vez mais pessoas de diversas classes sociais aderem-se ao convênio. Mesmo assim, devido ao quadro sócio-econômico sustentado pela desigualdade ainda vigente no país, a Santa Casa continua com a maioria dos atendimentos via SUS, num índice de 70% contra 30% de conveniados. E são estes trinta por cento de conveniados que geram receita ao hospital e conseqüentemente completam aquilo que era dever do SUS garantir aos brasileiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por fim, o Grupo Santa Casa Saúde, um departamento da Santa Casa de Misericórdia de Barretos, gerador de receita ao hospital, garante que desde sua origem seu objetivo era o melhor atendimento da Santa Casa e nos dias atuais a sua busca é pela humanização de seus usuários, pela valorização de seus prestadores e pela adaptação de seus serviços em união às necessidades da nossa sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt; Entrevista com Nilton Celestino Ferreira no dia 17/2/2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-4401762139431516419?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/4401762139431516419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=4401762139431516419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/4401762139431516419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/4401762139431516419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/grupo-santa-casa-saude.html' title='GRUPO SANTA CASA SAÚDE'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-6683972116748140900</id><published>2011-04-05T12:45:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:45:11.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>DR. MEIRA NA PEQUENA GRANDE BARRETOS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA "AÇÃO E VIDA DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BARRETOS" EM 3 DE ABRIL DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Elsa Lucia de Meira, filha única do médico Aldemar de Meira, que atuou nas enfermarias da Santa Casa na década de 40, se emociona em recordar o trabalho vivenciado pelo pai em épocas remotas do hospital. Um passado em poucas linhas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em entrevista, Elsa Lucia de Meira, filha do dr. Meira, como era conhecido, contou suas recordações que, na verdade, são memórias que ela guarda diante às histórias que seu pai lhe contava, sobre partes da biografia do médico mineiro e sua relação com a Santa Casa de Barretos. Trata-se de uma história que se inicia nos anos 30 no hospital e que repercutiu duas citações de outras entrevistas registradas nesta revista. Afinal, o dr. Meira muito tempo ficou na Santa Casa e seu trabalho ainda é lembrado por alguns barretenses e retratado no presente como uma maneira de ilustrar parte dos noventa anos do hospital. Partiremos, então, do princípio de que as recordações de Elsa são como peças de um quebra-cabeça e como montá-lo seria a interpretação que nós, leitores, daremos à entrevista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;“Papai nasceu no dia doze de janeiro de 1899, em Belo Horizonte. Era filho de Justino Augusto de Meira, dono de minas de ouro e escravos. Se casou com mamãe, também Elsa de Meira, em dezenove de março de 1927, e tiveram uma única filha, eu, nascida em Patos de Minas no ano de 1935”,&lt;/i&gt; começou a explicar Elsa. A mesma ainda destacou que, desde muito cedo, seu pai tinha paixão por Medicina e então conseguiu cursar a Faculdade Federal de Medicina de Belo Horizonte e, simultaneamente, trabalhar no Instituto Ezequiel Dias – um pólo de tecnologia e pesquisa na área da saúde. Aldemar de Meira tornou-se “doutor” em 1927, quando se formou na faculdade e especializou-se em Cirurgia e Ginecologia e Obstetrícia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Antes de vir a Barretos, sua história com o Estado de Minas Gerais é reconhecidamente interessante, uma vez que é citado por memorialistas mineiros como Pedro Nava. Uma de suas passagens fez parte da rivalidade entre paulistas e mineiros nos anos 30, onde Aldemar de Meira foi capitão-médico da Revolução Constitucionalista de 1932, chegando até Sorocaba, lutando pelo lado das tropas federais de Getúlio Vargas. Outro caso interessante é a participação de Aldemar de Meira na fundação do “América Futebol Clube”, um dos mais amados times do Estado de Minas Gerais. &lt;i&gt;“O América foi fundado bem dizer no porão da casa do meu avô, entre os membros fundadores estavam o meu pai e meu tio, Alcides, sendo o meu pai o secretário da primeira diretoria do clube. Eles contavam que foi muito engraçado a escolha do nome do clube, entre muitos nomes sugeriram até “Arlequim”, imagina só... ainda bem que, em sorteio, a tia do meu pai sorteou AMÉRICA, assim em letras maiúsculas!”,&lt;/i&gt; disse carinhosamente Elsa. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois desses acontecimentos ainda no Estado de Minas Gerais, Aldemar de Meira mudou-se para Barretos no ano de 1936, quando Elsa era um bebê. Quando perguntamos sobre o motivo da família ter vindo para Barretos, ela sorriu e disse que foi por um guia espiritual de Patos de Minas, o qual disse que Barretos &lt;i&gt;“era uma cidade pequena grande”&lt;/i&gt; e o dr. Aldemar deveria seguir viagem rumo a esse destino. O resultado foi a mudança da família para Barretos e a chegada do dr. Meira na Santa Casa no fim dos anos 30, quando o hospital passava pela construção do Pavilhão Titinha Franco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A atuação do dr. Meira na Santa Casa não se restringiu somente ao corpo médico, do qual ele foi diretor-clínico nos anos 40 e introduziu melhoramentos nos setores de transfusão de sangue. Aldemar de Meira também fazia parte de comissões organizadoras de eventos como quermesses, bingos e outras festas para angariar fundos em prol de atividades da Santa Casa. &lt;i&gt;“Lembro-me das quermesses que a Santa Casa fazia na Praça Francisco Barreto, eu era menina e acompanhava meu pai... era muito bom”&lt;/i&gt;, recordou Elsa.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além disso, o dr. Meira foi membro fundador da “Sociedade Médica da Santa Casa de Misericórdia de Barretos”, criada em 3 de maio de 1942, com finalidade de interagir as experiências médicas do hospital e os avanços da medicina da época entre os membros do corpo clínico. No registro do primeiro boletim da Sociedade Médica consta a nomeação do dr. Aldemar de Meira como tesoureiro, e, assim soam as palavras na ata: “Como tesoureiro, temos um mineiro, símbolo de honestidade e de segurança, na pessoa de Aldemar de Meira”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quantas histórias o dr. Aldemar de Meira teria para nos contar? É o que sua filha também se pergunta depois de mais de quarenta anos vendo seu pai se dedicar tanto à Santa Casa, &lt;i&gt;“papai foi o primeiro médico a usar penicilina em Barretos, ele tratou de um paciente que tinha osteomielite e este acabou sendo curado&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Além disso, ele chegava a dormir no hospital quando tinha alguma parturiente para cuidar”&lt;/i&gt;, disse Elsa. Dr. Aldemar de Meira, médico mineiro que trabalhou quatro décadas na Santa Casa de Barretos, conhecedor das línguas alemã, francesa e inglesa, na sua personalidade e experiência de vida deixou-nos a sua memória, que, por meio de sua filha, resulta na composição de partes da história do hospital. Nossos sinceros agradecimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; Entrevista com Elsa Lucia de Meira no dia 24/1/2011. Pesquisas em atas e boletins médicos dos anos 40 pertencentes ao acervo da Santa Casa de Barretos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-6683972116748140900?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/6683972116748140900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=6683972116748140900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6683972116748140900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6683972116748140900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/dr-meira-na-pequena-grande-barretos.html' title='DR. MEIRA NA PEQUENA GRANDE BARRETOS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-5848113512656158051</id><published>2011-04-05T12:43:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:43:17.089-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>ANTONIO MAGRINI: O CONSTRUTOR DA SANTA CASA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA "AÇÃO E VIDA DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BARRETOS" EM 3 DE ABRIL DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Antonio Magrini, funcionário da Santa Casa de Barretos há quarenta e cinco anos, contou em entrevista como participou das principais obras de construção do hospital e como eram seus antigos cômodos. Uma memória glorificada pela ação de tantos anos de trabalho que vale a pena dividir com a comunidade e com os funcionários da casa de saúde. Trata-se de uma história de vida que as vezes se confunde com a própria trajetória dos noventa anos da Santa Casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Antonio Magrini, mais conhecido como “Seu Magrini”, é uma das referências mais citadas pelos atuais funcionários da Santa Casa de Barretos quando se trata de “histórias” a contar sobre o hospital. Dotado de uma memória incomparável, Magrini revela muito entusiasmo em lembrar-se dos acontecimentos passados da Santa Casa e da sua íntima ligação com a instituição. Tudo isso deve-se ao fato de Magrini ser um funcionário considerado dedicado e conhecedor dos mais ínfimos cantos do hospital, o que de fato ele prova ser verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A vida de Antonio Magrini se inicia com seu nascimento, em vinte e seis de fevereiro de 1932 na cidade de Olímpia, mas o primeiro contato com a Santa Casa de Barretos aconteceu anos mais tarde, como ele mesmo recorda: &lt;i&gt;“Me lembro que em 1945 meu pai foi fazer uma mudança de material de construção de Olímpia para Barretos e eu vim junto com ele, e, de fato, quando eu vim parei em frente à Santa Casa. Lembro que eu estranhei aquele prédio, porque eu morava em sítio, olhei e falei assim: “Nossa... a Santa Casa!”. Depois nós viemos morar aqui em Barretos no dia 3 de outubro de 1949, onde minha mãe quebrou a perna e ficou internada na enfermaria coletiva da Santa Casa e eu passei a conhecer melhor o hospital. As visitas eram somente na quinta-feira à tarde e no domingo. Engraçado que a primeira moça que nos atendeu, a enfermeira Aparecida Chaves, hoje é minha esposa”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em 1951, o irmão de Antonio, sr. Amâncio Magrini, já trabalhava como pedreiro na construção da maternidade. Com o passar dos anos, Antonio Magrini, que também era pedreiro de uma empreitada, começou a trabalhar na Santa Casa em 19 de abril de 1965 e recorda-se muito bem dessa época, onde se iniciou a Ditadura Militar e o governo do Marechal Castelo Branco. Com a função de pedreiro, Magrini participou de muitas construções, inclusive o Pavilhão iniciado em fins da década de 50, na gestão de Husseim Gemha, e finalizado em 1967 na última administração de Teóphilo Benabem do Vale.&lt;i&gt; “Quando comecei a trabalhar em 1965, ajudei a colocar os azulejos na parte do prédio da Rua 30 e o último serviço naquele pavilhão foi a colocação dos pisos brancos que até hoje estão no andar térreo, fomos eu e o Manoel que assentamos”&lt;/i&gt;, explicou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em 1967, ainda na gestão do sr. Teóphilo, estava em processo a construção da lavanderia, obra em que Magrini também trabalhou: &lt;i&gt;“para construir a lavanderia tivemos que desmanchar a gruta que ficava bem no canto do muro da Rua 28. O trabalho era dividido entre mim, um pedreiro, dois serventes, o encanador e o mestre de obra; nós trabalhamos aos poucos, porque a Santa Casa estava sem recursos. Me lembro ainda das caixinhas em forma de coração que os diretores mandavam fazer para arrecadar dinheiro para terminar a construção do novo pavilhão”, &lt;/i&gt;ressaltou. Ainda mais, em fins da década de 60, devido a necessidade de ampliação do Raio-X, a antiga Capela de Santa Isabel teve de ser derrubada e, sobre isso, Magrini diz: “&lt;i&gt;A antiga capela parecia a nossa Matriz, mas, era menor, ela tinha 12 metros de altura e seu tamanho aproximado era de 8x8 metros, seu piso era em mosaico e na frente tinha uma bela escadaria. Ela teve de ser derrubada para construir o Raio-X, porque até então ele ocupava um espaço pequeno e funcionava onde hoje é o Pronto-Socorro&lt;/i&gt;”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Magrini contou que depois da demolição da Capela de Santa Isabel, as obras em que ele participou foi a construção do departamento de Raio-X (o mesmo da atualidade), a caixa d’agua que comporta 82 mil litros de água e o antigo velório (atual Cedib). Mas talvez a obra mais “histórica” que Magrini trabalhou no hospital foi a demolição do prédio mais antigo da Santa Casa, aquele inaugurado em 1921, que ficava na frente da Avenida 23. Sobre esta obra ele tem muito a contar: &lt;i&gt;“O que posso dizer sobre aquele prédio é que ele foi muito bem construído, só aquela bola de concreto que enfeitava a parte central da fachada tinha mais ou menos duzentos quilos. Os tijolos também eram grandes, no tamanho de 28x13 cm, e eu me lembro do Seu Chico, um velho colega, que contava o trabalho que ele teve na época em transportar estes tijolos da olaria que ficava perto do Frigorifico até a Santa Casa usando um carro de boi. Ele falava que demorava um dia para fazer isso”&lt;/i&gt;. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em relação aos funcionários mais antigos ele se lembra de histórias divertidíssimas do sr. Simões, chefe de escritório, o Quinzinho, a Irmã Maura e os médicos dr. José Conde e dr. Meira. Já sobre os provedores ele recorda: &lt;i&gt;“quando eu entrei no hospital o provedor era o João Rocha e depois foi o Teóphilo. Eu me lembro que, em 1967, quando nós estávamos construindo a lavanderia, ele quis fazer uma festinha na fazenda dele e cada um daria cinco cruzeiros novos para contribuir com a festa, mas infelizmente a caminho da sua fazenda ele acabou morrendo num trágico acidente de carro antes mesmo de fazermos a festinha. Ele foi um provedor que lutou muito pela Santa Casa, foi muito corajoso. Em seguida, entrou o Pedro Falco e ele conversava muito com a gente, perguntava a nossa opinião nas obras de construções. Na época do sr. Althayr eu lembro que houve a continuação das obras e também a reforma na antiga enfermaria coletiva. Com o seu Ibraim também participei da construção do Pavilhão novo, desde 1983”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De metro a metro, de azulejo em azulejo, de canto a canto, o trabalho de Magrini mostrou ser intimamente ligado à história da própria Santa Casa, pois ele conhece como ninguém cada parte do hospital e sua representação no passado. Quando indagado sobre o que é trabalhar no mesmo lugar há quase cinquenta anos ele carinhosamente diz: &lt;i&gt;“Eu gosto porque tenho amor no que &amp;nbsp;faço, acho que a gente está aqui para fazer o possível e, de minha parte, o que eu puder fazer, eu faço”&lt;/i&gt;. Por fim, Magrini demonstrou que a palavra “construção” é de fato o seu melhor sinônimo, pois do mesmo modo que a sua força física foi hábil para a construção de muitos lugares no hospital sua memória é ainda mais essencial para a construção dos noventa anos da Santa Casa de Barretos. O nosso reconhecimento ao querido funcionário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt; Entrevista com Antônio Magrini no dia 14/1/2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-5848113512656158051?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/5848113512656158051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=5848113512656158051' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5848113512656158051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5848113512656158051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/antonio-magrini-o-construtor-da-santa.html' title='ANTONIO MAGRINI: O CONSTRUTOR DA SANTA CASA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-7878411019776324307</id><published>2011-04-05T12:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:41:29.174-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>ALTHAYR PEREIRA: DE REPENTE PROVEDOR</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA"AÇÃO E VIDA" EM 3 DE ABRIL DE 2011&lt;/span&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Althayr Pereira, provedor da Santa Casa na década de 70, conta como curiosamente assumiu e administrou a provedoria em uma época conturbada pela política e pelas dificuldades de um hospital cheio de desafios. Eram outros tempos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na década de 70, a Santa Casa de Misericórdia de Barretos encontrava-se num período de transição, que por um lado era representado pela comodidade de um novo pavilhão construído nos anos 60, mas por outro apresentava dificuldades na organização de atendimentos devido ao grande número de indigentes e ao falho auxílio governamental. Foi com este cenário que Althayr Pereira, um distinto comerciante na época, assumiu a Provedoria da Santa Casa e por lá ficou durante quatro anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Althayr Pereira, filho de lavradores, nasceu em Olímpia no dia 11 de maio de 1931. Cresceu e estudou em Barretos, lugar onde se casou com a sra. Maraiza Campos Pereira, com quem tem cinco filhos e completa cinquenta e seis anos de casados. Em Barretos atuou em vários setores profissionais e ficou conhecido no ramo do comércio, pois foi proprietário de lojas de veículos e de distribuidora de bebidas. E então, como esse comerciante chegou a ser provedor da Santa Casa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;i&gt;Minha história com a Santa Casa começou quando fui mesário nas administrações do Pedro Falco e do Lourival Ribeiro de Mendonça. Naquele tempo era diferente, o provedor formava uma comissão que era composta pelo prefeito, pela autoridade eclesiástica e mais uma pessoa que fazia parte da Mesa, e essas três pessoas eram encarregadas de indicar um nome para ser provedor. Mas, no meu caso foi diferente... eu estava trabalhando, tocando a minha vida, e houve um problema na Santa Casa, porque o Seu Lourival indicou o candidato dele para ser provedor, mas um outro grupo contestou e não aceitou a indicação feita por ele. Depois, outras pessoas foram indicadas, mas também houve contestação e isso virou uma questão muito séria. E eu estava quieto no meu canto, nem tomando conhecimento do que estava acontecendo, quando de repente o meu nome foi indicado e acabou sendo aceito por ambas as partes. Meu amigo Mélek Zaiden Geraige, prefeito na época, me ligou para conversamos e ele mesmo me deu a notícia, pedindo que eu aceitasse o cargo, mas eu lutei em não aceitar porque eu precisava cuidar da minha família e dos meus negócios. No entanto, ele insistiu tanto que eu acabei aceitando e assumi a Santa Casa&lt;/i&gt;”, explicou o ex-provedor. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Paralelo a isso, Althayr esclarece que a cidade vivia um período de turbulência na política, uma vez que era vigente o regime militar e dois partidos adversários dominavam as relações sociais da época. Não obstante, esse fervilhar político também se propagava na administração da Santa Casa e, como alternativa de pacificação entre as partes, Althayr, ao assumir a provedoria, resolveu convidar membros de outras facções políticas para fazer parte da Diretoria, pois o que estava em jogo era o futuro do hospital. Foi então que ao lado dos seus companheiros de Diretoria, Ruy Menezes, Kamel Lian, Clovis Junqueira Nogueira e o diretor-clínico José Faleiros de Almeida; Althayr estabeleceu uma administração que priorizou pelo trabalho conjunto entre funcionários, a classe médica e a mesa administrativa, caracterizando o que ele denominou de “três direções do hospital”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A provedoria de Althayr perdurou nos anos de 1977-1978 a 1979-1980, e neste período muitas dificuldades apareceram e conquistas foram realizadas. Segundo o próprio Althayr: “&lt;i&gt;Naquele tempo tinha o INPS e a Santa Casa recebia por esse órgão, mas ele atrasava quatro ou cinco meses para pagar e isso dificultava muito as coisas. Nesse período, os médicos recebiam pela Santa Casa os seus honorários, mas não recebiam pelos 40% dos indigentes que atendiam. Naquela época o hospital era realmente de Misericórdia. Além disso, existiam as enfermarias coletivas... quando eu cheguei à Santa Casa e vi os doentes indigentes desfrutando indevidamente do mesmo espaço e, muitas vezes, sem assistência, eu logo pensei que essa situação tinha que acabar, então eu disse: -Vamos acabar com essa enfermaria e misturar os doentes que não pagam com os que pagam, porque assim eles também terão assistência. Hoje posso conscientemente dizer que, se eu não tivesse feito nada para a Santa Casa, só o fato de ter feito uma nova enfermaria já me realizava pelo tempo que fiquei por lá&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Outro fator de suma importância na administração de Althayr Pereira e que ele recorda memoravelmente foi a inauguração do CTI (Centro de Terapia Intensiva), hoje conhecido como UTI. De acordo com o ex-provedor, existia um espaço no hospital que era para ser dedicado ao CTI, mas ele não funcionava por conta do alto custo de seus equipamentos. Althayr destaca que, apesar de ser algo quase inexistente no interior daquela época, a Santa Casa tinha necessidade de ter o CTI em funcionamento. &amp;nbsp;Mesmo com alguns contratempos, Althayr e seus companheiros de Mesa Administrativa e Diretoria Clínica conseguiram transformar aquele espaço no CTI e manter seus equipamentos e instalações. Logo, a solenidade de inauguração do CTI foi registrada em fotografias da época (que ilustram esta matéria) e com mensagens deixadas no “livro de visitantes” pelos diretores da Federação das Misericórdias, a qual Althayr também participava. A mensagem registrada no ano de 1977 e assinada pelo presidente e vice-presidente da Federação das Misericórdias assim dizia: &lt;i&gt;“Nesta oportunidade de inauguração do CTI e o 4º Encontro Regional das Misericórdias temos a satisfação de verificar o alto grau de padrão desta instituição (...)&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ainda mais, na gestão de Althayr Pereira foi terminada a Capela de Santa Isabel, que hoje fica no primeiro andar do prédio velho. O ex-provedor, atualmente, ficou conhecido como um grande aglutinador de colaboradores da Santa Casa e sobre isso ele ressalta: “&lt;i&gt;Como fazíamos um trabalho sério, nós conseguimos aderir muitos colaboradores, inclusive a própria comunidade que se tornou o principal deles. As pessoas ajudavam com coisas pequenas, mas eram colaborações importantes naquela época, porque só o fato delas procurarem a Santa Casa e oferecer o que podiam era muito gratificante&lt;/i&gt;”.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As palavras finais de Althayr resumem como foi seu posicionamento como provedor e seu relacionamento com os funcionários e a comunidade, tudo diante às circunstâncias da época: &lt;i&gt;“No momento em que fui provedor, a provedoria funcionava de portas abertas e eu sempre fazia reuniões com funcionários e médicos. Posso dizer abertamente que deixei a Santa Casa sem dívidas e nunca atrasei pagamento de funcionários. Fiz inúmeras viagens a Brasília e a São Paulo. Em Brasília, o ministro da Saúde, dr. Paulo de Almeida Machado, era meu amigo e também do Dom Mucciolo, mas infelizmente não conseguimos nenhuma ajuda financeira para o hospital. O Dom Mucciolo ajudou muito na minha administração. Falando então em ajudas e agradecimentos, não poderia me esquecer do nosso querido Padre Gabriel, que em todas as manhãs celebrava as missas às 6hs e também das abnegadas irmãs Angélica, Lucia, Laura, Brígida, Hermínia e outras que também eram verdadeiras missionárias. Tivemos algumas voluntárias como Edy Bonatelli Moni, que todos os dias colocava em cada quarto mensagens cristãs de otimismo e solidariedade. Tive muito apoio dos diretores clínicos dr. José Falleiros de Almeida e dr. Ruy Menezes Júnior, além do prefeito da época, Melek Zaiden Geraige. Enfim, meus agradecimentos a todos os funcionários da Santa Casa na pessoa do sr. Magrini e sua esposa, bom pedreiro e um grande homem. Não esquecendo também da minha esposa Maraiza, minha companheira em tudo que faço, sem ela não sou ninguém”&lt;/i&gt;, finaliza Althayr.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Muitas conquistas se estabeleceram nos quatro anos de provedoria do sr. Alhtayr Pereira, um comerciante que de início não queria aceitar o compromisso de ser provedor, mas, que, de repente, não só aceitou, como foi bem recebido pela comunidade e até hoje desfruta de prestígio e fama de honestidade entre os seus. Por fim, a sensação que ele diz ter e que resume em poucas palavras é: “&lt;i&gt;dever cumprido&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; Entrevista com Althayr Pereira no dia 18/1/2011. Pesquisas em atas e no livro de visitantes da Santa Casa de Barretos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-7878411019776324307?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/7878411019776324307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=7878411019776324307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7878411019776324307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/7878411019776324307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/althayr-pereira-de-repente-provedor.html' title='ALTHAYR PEREIRA: DE REPENTE PROVEDOR'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8385268530191686106</id><published>2011-04-05T12:37:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:37:25.833-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas Comemorativas e Pessoais'/><title type='text'>DIA DA MENTIRA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 1º DE ABRIL DE 2011&lt;/span&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É no dia de hoje que as crianças, e até alguns adultos, contam alguma mentira, assusta a pessoa que ouve essa mentira e depois às gargalhadas sorri dizendo: “-primeiro de abril, dia da mentira!”. O dia da mentira é conhecido no mundo todo e possui um significado histórico que se adaptou à cultura de cada povo, já que naturalmente a mentira é algo que esteve presente em todas as sociedades humanas. Então, porque o primeiro dia do mês de abril ficou com essa fama de mentiroso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A maioria das páginas da internet conta o mesmo fato sobre tal questão, sendo a justificativa associada a costumes religiosos da Baixa Idade Média. Conta-se que o rei da França, Carlos IX, após a instituição do calendário gregoriano, passou a comemorar o dia de ano novo em 1º de janeiro – como hoje acontece de fato. Entretanto, antes do rei ordenar tal mudança, esta data era comemorada no dia 25 de março e terminava uma semana depois, ou seja, no dia 1º de abril. Acontece que, algumas pessoas não aceitaram essa mudança na data e passaram a ser satirizadas pelos outros, que lhes enviam convites e cartões falsos de felicitações no dia 1º de abril confundindo-os sobre a veracidade da data. Assim, o primeiro dia de abril passou a ser um dia da mentira, da enganação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Além disso, diz-se que dois séculos mais tarde países europeus e suas colônias adotaram tais brincadeiras no dia da mentira. Segundo evidências, no ano de 1848 circulou em um Estado brasileiro, possivelmente Pernambuco, uma notícia no dia 1º de abril que Dom Pedro havia falecido, o que de fato estava bem longe de ser verdade. Estipula-se, pois, tal data para a entrada do dia da mentira no nosso país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A filosofia mostra que o ato de mentir está presente em discussões desde a Grécia Antiga, que refletiam questões morais entre a verdade e a mentira. Sócrates, por exemplo, não aceitava pessoas que distorciam a realidade como os sofistas que proviam ficções em seus poemas. Já Platão, recomendava que os políticos de sua República propagassem a “nobre mentira”, destinada a manter as pessoas felizes com o que lhes coubera.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;No mundo atual e na vida pública, verifica-se que a mentira é tida como um ato imoral e quando explícita é condenável, principalmente perante as esferas da política. Os políticos que fazem parte de redes de corrupção são tidos como verdadeiros mentirosos e combalidos por isso. Em outro âmbito, como o da medicina, existia uma tradição em mentir para o bem do paciente, fato que vem sendo considerado pela própria medicina uma violação da autonomia do paciente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Enfim, seja como brincadeira, perniciosa, imoral, alternativa ou tradicional, o fato é que a mentira esteve presente em várias sociedades na história da humanidade oferecendo diversas experiências. Com a característica de causar imprecisão nos fatos e ter a intenção de enganar alguém, a mentira sempre foi contada pelo homem. E neste primeiro de abril, tão “oportuno”, não seria diferente. Cuidado com as mentiras!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;REFERÊNCIA: Coleção da Publifolha – “Filosofia”, ano 2009.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8385268530191686106?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8385268530191686106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8385268530191686106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8385268530191686106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8385268530191686106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/dia-da-mentira.html' title='DIA DA MENTIRA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-2801409949081397520</id><published>2011-04-05T12:36:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:36:04.750-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historiografia'/><title type='text'>AGORA SIM, “HISTORIADOR”</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 25 DE MARÇO DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Certamente, se cá ainda estivessem, pesquisadores da história do Brasil como Joaquim Nabuco, Capistrano de Abreu, Sérgio Buarque de Holanda, Darcy Ribeiro, Antonio Cândido e muitos outros estariam felizes com as últimas notícias que circularam no Senado da República Brasileira. Posto que, no dia 2 de março foi aprovada no Senado a proposta que regulamenta e, por sua vez, oficializa a profissão de “historiador”. O Brasil e suas ciências humanas têm muito a comemorar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Por muito tempo, profissionais como os já citados, formados em História, ou, ciências aliadas como sociologia e antropologia, mesmo com a bagagem cultural que ofereceram à sociedade, estiveram ocultos perante sua verdadeira ocupação: historiador. Isto porque, além de tal profissão não ser regulamentada, a formação em História não era o único critério que designava alguém a ser historiador. A denominação “historiador” era muito mais um rótulo àquele que se fazia certa pesquisa no campo histórico, do que uma profissão oficial. Trocando em miúdos, todos aqueles que se aventuravam a escrever sobre determinada “história”, mesmo sem passar pelo crivo científico de universidades, era caracterizado como historiador. É o caso de muitos memorialistas, jornalistas e até poetas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas, esta situação tende a mudar. Se a “história” no Brasil, como uma disciplina específica e escolar, começou a se desenvolver a partir do século XIX, ter seu profissional regulamentado no século XXI já é sinal de grande avanço, mesmo com tamanha demora. Porquanto, pode-se imaginar que o século XXI inaugura uma nova tendência na historiografia brasileira, a começar pela oficialização de seu próprio profissional. Assim, quem move a história é o povo, mas quem a escreve é o historiador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Segundo a proposta apresentada pelo senador petista Paulo Paim e aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso de graduação, mestrado ou doutorado em História. Sendo suas atribuições simplificadas “a organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas de História, e os locais de atuação: empresas, museus, editoras, produtoras de vídeo e CD-ROM ou emissoras de televisão”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Desta maneira, um novo leque de oportunidades se abre àquele que decidi optar por “História” no vestibular. Além da atuação como professor de ensino básico e superior, pois todo professor de história é também um pesquisador, o historiador agora ocupa uma nova posição social no campo profissional. O historiador, isto é, aquele que se preocupa em investigar toda experiência humana ao longo do tempo tendo como base a ciência, não é meramente rotulado, ao contrário, é regulamentado, é profissional, tem voz, tem espaço, tem oportunidade e principalmente tem estímulo na luta pela valorização e preservação de seu objeto de estudo: a reconstrução de um passado que é mais presente do que se imagina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-2801409949081397520?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/2801409949081397520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=2801409949081397520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2801409949081397520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/2801409949081397520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/04/agora-sim-historiador.html' title='AGORA SIM, “HISTORIADOR”'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1436039648163657349</id><published>2011-03-23T07:50:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T07:50:40.507-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>O JAPÃO NA MÍDIA E OS DIÁLOGOS NAS ESCOLAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS", EM 18 DE MARÇO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pessoas do mundo inteiro se comoveram com a tragédia que devastou as cidades litorâneas do Japão, abaladas por terremotos e tsunami nesta última semana. Os japoneses, que bem conhecem e convivem com tremores quase que diariamente, foram surpreendidos por um terremoto de 8.9 na Escala Richter e um tsunami devastador na área litorânea. Os efeitos de tal tragédia climática não só causaram destruições materiais, bem como a morte de milhares de pessoas e riscos de explosões de usinas nucleares. Depois de vinte e cinco anos do acidente na usina de Chernobyl, na Ucrânia, não muito distante, parte do continente asiático se assusta com a possibilidade de maiores contaminações radioativas decorrentes de acidentes em usinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com todos estes acontecimentos, acidentes, possibilidades e prevenções, a mídia televisiva enfoca seus anúncios em entrevistas com geógrafos, sismólogos, químicos, historiadores, ambientalistas e psicólogos, tudo para entender a tragédia climática em si e seus efeitos materiais e morais na vida das pessoas. Nesse sentido, assuntos sobre terremotos e tsunamis passam a fazer parte da vida das pessoas, que passam a acreditar que tais fenômenos estão ocorrendo com mais freqüência nos últimos anos, quando na verdade a globalização e a mídia sem fronteiras são as responsáveis pela grande bagagem de informações que o tempo todo rondam nossas vidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deste modo, a acessibilidade em discutir tais assuntos tornou-se comum em vários momentos de nosso cotidiano, inclusive em uma conversa de esquina com o vizinho a até em diálogos na sala de aula. E é exatamente na escola que o assunto pode despertar o que os pedagogos contemporâneos adoram e denominam “interdisciplinaridade”, mostrando quão próxima é a relação do nosso cotidiano com o papel das disciplinas escolares. Em outras palavras, diante um assunto tão atual, professores de geografia, história, matemática, português e outros podem trabalhar em conjunto, mesmo que num curto espaço de tempo, demonstrando ao aluno que um assunto atual e rotineiro pode ser discutido em todas as disciplinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim sendo, o professor de geografia pode explicar sobre os significados de abalos sísmicos, porque acontecem e como podem ser evitados e estudados através da escala Richter. Como se trata de uma escala de princípios logarítmicos, entra em cena o professor de matemática explicando suas determinadas funções. Para estudar sobre os possíveis efeitos físicos destes abalos, é solicitada a explicação dos professores de química, física, biologia ou ciências. E ao professor de história é dada a função de contextualizar os principais fenômenos climáticos ocorridos ao longo do tempo que resultaram em novas condições históricas e sociais a populações de todo o mundo. Sendo tudo isso sintetizado em uma bela redação avaliada pelo professor de português.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, mesmo a mídia sendo muitas vezes sensacionalista, as informações destacadas por ela podem gerar estímulos e curiosidades a certos assuntos que são revertidos para dentro da sala de aula. Fato que coloca a escola num patamar muito próximo a nossa própria realidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ao povo japonês a nossa solidariedade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1436039648163657349?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1436039648163657349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1436039648163657349' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1436039648163657349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1436039648163657349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/03/o-japao-na-midia-e-os-dialogos-nas.html' title='O JAPÃO NA MÍDIA E OS DIÁLOGOS NAS ESCOLAS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-694042254457491997</id><published>2011-03-23T07:48:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T07:48:33.141-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>AS BARRETENSES DE OUTRORA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS", EM 11 DE MARÇO DE 2011&lt;/span&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na semana do Dia Internacional da Mulher muito se falou das conquistas do universo feminino em vários segmentos da sociedade, visto que as mulheres alcançam cada vez mais os espaços que em tempos passados eram exclusivos aos homens. Rotuladas por estigmas, as mulheres passaram a se organizar em movimentos feministas sólidos a partir da segunda metade do século XX, uma época de movimento nas relações econômicas e tecnológicas de praticamente todo o mundo ocidental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No entanto, há de se ressaltar que estas manifestações feministas não apareceram de um dia para o outro, já em tempos remotos as mulheres se manifestavam de alguma forma, mesmo que isolada e timidamente, rumo ao caminho da igualdade de gêneros. Principalmente aquelas que trabalhavam no campo intelectual como as escritoras, professoras e artistas. Barretos foi um exemplo deste cenário. Na imprensa barretense no início do século XX, praticamente restrita aos homens abastados e donos do poder político, determinadas mulheres foram notícias célebres das primeiras páginas, sendo é claro componentes das classes altas, visto que as mulheres de classes desfavorecidas não eram sequer citadas na imprensa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A começar pela sra. Noemi Hilda de Mello Nogueira, filha do ex-prefeito Pedro Paulo S. Nogueira, colaboradora do jornal “O Sertanejo” desde seus primeiros números em 1900. Noemi era a única mulher presente entre os colaboradores do jornal e ao que tudo indica escrevia textos e traduzia romances, sendo também diretora de um colégio para meninas naquela época. Outras professoras de destaque eram a Profª Glorinha, que regia a escola onde estudavam as filhas dos coronéis, e a Profª Antonietta de Almeida Prado, que ministrava aulas no Frigorífico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Como outro relevo encontravam-se as artistas, em principal aquelas donas de talentos musicais, as pianistas. Estas apareciam como honrosas à sociedade barretense, como se fossem verdadeiras jóias a seus conterrâneos. Afra de Lima, filha do Cel. Silvestre de Lima aparece em jornais dos anos 20 só recebendo elogios por participar de vários concertos musicais. Outra que assim era considerada era a sra. Haydee de Menezes, que foi exaltada na imprensa por tocar piano no belíssimo Teatro de Manaus e orgulhar os barretenses. Na mesma época, nos anos 40, a barretense Izolda de Morais Dias, filha do conhecido médico Raymundo Mariano Dias, era a primeira advogada a se formar em Barretos e a primeira mulher paulista a ingressar em concurso do Ministério Público. Além dela, Suzana Dias Leme também foi enaltecida no campo da intelectualidade feminina por ser a primeira barretense formada em filosofia pela USP.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Estas foram algumas das mulheres abrilhantadas pela imprensa barretense numa época patriarcalista, muitas outras deixaram de ser destacadas nos jornais talvez por suas condições sociais. Mas, isso não impediu o avanço feminino nos dias de hoje, pois, mesmo distante, a igualdade de gêneros intenta a caminhar junto à igualdade social. Que as barretenses de outrora sejam um exemplo de luta às mulheres de hoje, assim... como se fosse um espelho a ser refletido na época de agora. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-694042254457491997?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/694042254457491997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=694042254457491997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/694042254457491997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/694042254457491997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/03/as-barretenses-de-outrora.html' title='AS BARRETENSES DE OUTRORA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-6631205017851514333</id><published>2011-03-10T04:11:00.000-08:00</published><updated>2011-03-23T07:51:32.143-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>A TRADIÇÃO DAS DATAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; font-weight: bold; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 4 DE MARÇO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Diariamente são publicadas no jornal “O Diário” duas notas chamadas “Memória” e “História” componentes do “Colunão”, coluna assinada por Domingues Neto e localizada no canto esquerdo da segunda página do jornal. Estas notas, para muitos, são atrativos interessantíssimos do jornal pois revelam os acontecimentos passados das datas em que são publicadas. Com isso, os barretenses passam a ter um contato maior com a história da própria cidade, uma vez que as datas recordam as inaugurações de instituições, nascimento, casamento e óbito de determinadas pessoas, assim como acontecimentos cotidianos que se tornaram marcantes ao longo do tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As notas são assinadas com &lt;i&gt;“Recordar é viver”&lt;/i&gt;, o que demonstra as intenções que lhes são cabíveis, isto é, trazer de volta um passado com o objetivo de revive-lo e não deixá-lo dormente. É claro que, quando se estuda história, a gravação de datas não é o ponto mais importante, em vista delas serem consideradas um segundo plano em relação ao contexto. No entanto, as datas são responsáveis pela localização deste contexto e elas podem situar mais precisamente o momento histórico em questão. Nesse sentido, o hábito de estudar e publicar datas é comum na imprensa barretense desde meados do século XX, já que o jornal foi o meio escolhido pela classe de “intelectuais” para propagar seus ideais e começarem a buscar a história da cidade. Como a história de Barretos no passado era escrita por uma classe restrita, o modo costumeiro de publicar os fatos passados e as “descobertas” era pelo jornal e o ponto central das discussões sempre foi a questão das datas, a preocupação primeira de todas as coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Em 1943, o jornal “Correio de Barretos” lançava a coluna &lt;i&gt;“Recortes – Coletânea de J.E.O.M&lt;/i&gt;” assinada pelo seu então diretor, sr. José Eduardo de Oliveira Menezes. Este, por sua vez, era uma das figuras mais procuradas nesta época quando se falava em história de Barretos, justamente por publicar em seu jornal notas que revelavam as datas marcantes da cidade, tais como inauguração de escolas e seus primeiros diretores, a atuação dos primitivos médicos, advogados e juízes em Barretos, realizações de conferências de visitantes ilustres e informações diversas sobre acontecimentos passados. Por essas e outras, o jornalista dizia receber arquivos históricos sobre Barretos de pessoas diversas e depois de analisá-los publicava no jornal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo, não é só a história de Barretos que foi pesquisada ao longo do tempo, bem como sim as pessoas que a compuseram e o modo como fizeram. A prática de revelar as datas marcantes em jornais vem sendo perpetuada há tempos, e, por conta da perda de muitos jornais do começo do século XX, essas datas são muito benquistas pelos historiadores contemporâneos que as usam como âncoras para contextualizar os diversos momentos componentes da história de Barretos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ao Colunão os nossos reconhecimentos e o endosso de que “recordar é viver”.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-6631205017851514333?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/6631205017851514333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=6631205017851514333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6631205017851514333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6631205017851514333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/03/tradicao-das-datas.html' title='A TRADIÇÃO DAS DATAS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8759107844221700705</id><published>2011-03-10T04:10:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T04:10:05.849-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Patrimônio Histórico'/><title type='text'>MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO (II)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 25 DE FEVEREIRO DE 2011&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na semana passada, este espaço do jornal dedicou-se em tratar da história do Museu Egípcio do Cairo, vítima de ataques e roubos nos últimos tempos em decorrência de manifestações populares na Praça Tahir contra o presidente Mubarak.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pois bem, depois de viajar para o tempo em que Napoleão Bonaparte organizou expedições para encontrar achados arqueológicos da história do Egito e transportá-los para a França, partiremos para o momento em que houve uma corrida desenfreada em busca destas especiarias entre países europeus. O governo egípcio daquela época estava mais interessado em política do que na própria cultura, o que resultou no desembarque de antigas estátuas, sarcófagos, enxovais funerários e outros objetos egípcios rumo à Europa para enfeitar coleções de museus ocidentais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta situação só foi mudar a partir da segunda metade do século XIX com protestos de homens como o pesquisador J.F. Champollion, o cônsul Mimaut e o literato Tahtauy. Tempos mais tarde, surgiu a figura do arqueólogo francês Auguste Marriette, o primeiro a buscar alternativas para o fim da exportação do patrimônio egípcio. Marriette conseguiu das autoridades locais um estudo direcionado das escavações e o arquivamento das peças guardadas em um pequeno museu criado no Cairo. Conforme a coleção aumentava foram necessárias algumas ampliações no Museu, que foi instalado no bairro central de Bulaq perto do Rio Nilo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi exatamente esta proximidade com o Nilo que permitiu uma triste inundação neste Museu no ano de 1878, o que resultou na necessidade de transferi-lo a um lugar mais adequado. Esta transferência demorou a acontecer e o próprio Marriette, fundador do Museu Egípcio do Cairo, não viu se concretizar. Então, depois de ficar guardada alguns anos em uma das casas do Vice-Rei do Egito daquela época, a coleção do Museu Egípcio do Cairo finalmente ganhou um espaço adequado a sua grandiosidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em 15 de novembro de 1902 foi inaugurado o Museu Egípcio do Cairo instalado na Praça Midan el-Tahir, onde perdura-se até os dias de hoje. Trata-se de um prédio belíssimo, pintado com cores rosadas, disposto em grandes salas ligadas em dois andares por escadaria suntuosa. Nele estão devidamente guardadas e preservadas as 150 mil peças do Antigo Egito, como, por exemplo, a Estátua do faraó Djoser, a Tríade de Miquerinos, a famosa estátua do Escriba Real, o colosso de Amenófis IV, a cabeça de Nerfetit e o belíssimo sarcófago de Tutankhamon.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim, quantas maravilhas históricas guardam o Museu Egípcio do Cairo? Quanto tempo levou para que os próprios egípcios valorizassem seu patrimônio? Por quanto tempo o Museu esperou por um lugar adequado? E em quantos segundos vândalos podem destruí-lo? Oremos para que os manifestantes populares possam proteger o Museu e afastá-lo destas ameaças. Afinal, é neste museu que respira a história de seu povo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: EINAUDI, Silvia. Museu Egípcio, Cairo. Rio de Janeiro: Mediafashion, 2009. (Coleção Folha Grandes Museus do Mundo).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8759107844221700705?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8759107844221700705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8759107844221700705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8759107844221700705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8759107844221700705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/03/museu-egipcio-do-cairo-ii.html' title='MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO (II)'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1665794924901698821</id><published>2011-03-10T04:07:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T04:07:28.058-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Patrimônio Histórico'/><title type='text'>MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO (I)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 18 DE FEVEREIRO DE 2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos últimos dias a mídia televisiva tem dado seu enfoque repentino à revolta popular estourada no Egito, onde manifestantes buscam a renúncia do presidente Hosni Mubarak, no poder incrivelmente há trinta anos. Parte da população egípcia que se une em função disso, reuniu-se na praça central da capital Cairo, Praça Midan el-Tahrir, para manifestar a insatisfação com o governo ditatorial do presidente. Nesse sentido, ondas de violência estabeleceram-se no país e acabaram por destruir parte do maior patrimônio histórico do Egito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ataques de vandalismo foram registrados contra o Museu Egípcio do Cairo, localizado na Praça Tahir, guardião de cerca de cento e cinqüenta mil achados da história do Antigo Egito. Arqueólogos e historiadores do mundo inteiro estão entristecidos. Ao que se consta, estes ataques não foram atos dos manifestantes populares e sim ações de saqueadores que aproveitaram o momento para roubar e destruir pelo menos oito das peças do acervo do Museu. Há de se ressaltar inclusive que algumas pessoas há dias atrás formaram um cordão humano envolto ao museu para protegê-lo de mais ataques. O povo sabe do valor que a história do Egito representa ao mundo inteiro, como berço da cultura africana e de civilizações orientais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A história do Museu Egípcio do Cairo faz parte de um longo trajeto, onde o interesse pela arqueologia egípcia foi inicialmente valorizado por povos ocidentais e aos poucos os próprios egípcios foram despertando diante à importância do patrimônio histórico que possuíam a sua frente. Tudo começou com a primeira expedição francesa liderada por Napoleão Bonaparte em 1798 rumo ao Egito, que tinha por finalidade afastar este líder popular da França e conter o avanço britânico no Mediterrâneo. Acontece que o general francês ficou fascinado por aquele país rico de história, ainda mais pelos feitos heróicos de Alexandre, O Grande do qual ele mesmo se identificava. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi então que, além dos levantes militares contra os ingleses, Napoleão organizou expedições ao longo do Rio Nilo de norte a sul afim de encontrar achados arqueológicos da história do Egito. Estas expedições faziam parte de um grande projeto cultural-científico que era composto de uma caravana de estudiosos como literatos, cientistas e artistas. Nesta época foram descobertos inúmeros objetos das dinastias faraônicas e até mesmo de períodos pré-dinásticos, livrando do esquecimento e dos montes de areia a história de uma civilização de 4000 anos a. C. No entanto, os franceses perderam as batalhas para os ingleses e estes levaram uma séria destes objetos para a Inglaterra, como a incrível Pedra de Rosetta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E então, o que aconteceu depois? Quando os egípcios tomaram consciência desta corrida desenfreada por seus patrimônios? É o que veremos na próxima semana. Aguardem... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: EINAUDI, Silvia. &lt;b&gt;Museu Egípcio, Cairo&lt;/b&gt;. Rio de Janeiro: Mediafashion, 2009. (Coleção Folha Grandes Museus do Mundo).&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1665794924901698821?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1665794924901698821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1665794924901698821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1665794924901698821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1665794924901698821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/03/museu-egipcio-do-cairo-i.html' title='MUSEU EGÍPCIO DO CAIRO (I)'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-5130196881316410859</id><published>2011-02-16T06:23:00.001-08:00</published><updated>2011-02-16T06:23:58.601-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>AMOR E AMIZADE: DA FILOSOFIA À VIDA REAL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 11 DE FEVEREIRO DE 2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É amor ou amizade? Quantas vezes esta dúvida pairou sobre sua cabeça? Amor e amizade são formas de relacionamento humano vivenciadas pelas pessoas que convivem em sociedade, afinal elas amam, são amadas e têm amigos. Mas, o amor seria somente uma forma mais intensa da amizade ou ambos teriam diferentes teores de sentimentos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ao longo da trajetória da humanidade, muitos exemplos ficaram marcados em relatos escritos na literatura, na arte ou até mesmo na própria história. Alguns casais apaixonados ficaram para os anais da história, fossem como condignos amantes ou como célebres articuladores. É por essas e outras que os livros de história nunca separam Cleópatra e Marco Antônio, o Imperador Justiniano e sua esposa Teodora, Maria Bonita e Lampião, e a literatura enaltece os romances de Romeu e Julieta ou paixões avassaladoras como a de Luiza e o primo Basílio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O amor sempre foi retratado no percurso histórico de todas as sociedades, mas, a que se dedicou mais a seu estudo foi a grega. Na Grécia Antiga, redatora da mais excêntrica mitologia e berço da filosofia, era habitual discutir sobre o amor tanto no âmbito mitológico quanto nas reflexões filosóficas. Na mitologia, por exemplo, quase todas as histórias são baseadas em relacionamentos amorosos, como a de Afrodite, deusa do amor, que por amar Ares e trair seu marido com ele sofreu graves conseqüências. E a história de seu filho Eros, também conhecido por Cúpido, era um deus brincalhão que atirava flechas do amor e formava feridas que ardiam no peito dos mortais fazendo com que as pessoas se apaixonassem umas pelas outras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Em outro momento, porém, Platão, filósofo grego do século V a.C, escreveu em sua obra “Fedro” que a natureza do amor era como a luta de um cocheiro para controlar dois cavalos: um, o desejo físico e a paixão incontrolável; e o outro, um amor que se expressa de maneira mais intelectual e com companheirismo. Isto é, aquilo que se parece mais com a amizade. Esta, por sua vez, foi estudada também por Aristóteles, discípulo de Platão, o qual dizia que, entre várias definições, um tipo de amizade é o desejo de ver o bem do amigo; e o outro valoriza a companhia de alguém e compartilha alegrias e tristezas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Outros filósofos estudaram a relação entre amor e amizade, são estudos que abrangeriam uma gama de discussões não cabíveis nestas poucas linhas. Mas, principalmente na vida e na literatura, amor e amizade foram retratados como sentimentos diferenciados, mesmo que tão próximos. Enfim, é válido pensar que a amizade é um gesto de amar e respeitar a quem se quer bem, e o amor é uma relação de companheirismo com quem ainda mais se quer bem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;REFERÊNCIAS: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Filosofia:&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;grandes pensadores, principais fundamentos e escolas filosóficas&lt;/b&gt;. Coleção Publifolha. 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-5130196881316410859?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/5130196881316410859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=5130196881316410859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5130196881316410859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/5130196881316410859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/02/amor-e-amizade-da-filosofia-vida-real.html' title='AMOR E AMIZADE: DA FILOSOFIA À VIDA REAL'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8007020048023846000</id><published>2011-02-16T06:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:22:22.926-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades na História'/><title type='text'>DO RENOME À CELEBRIDADE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 4 DE FEVEREIRO DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“No futuro, todo mundo será mundialmente famoso por 15 minutos”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;(Andy Warhol, 1968)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Qual o limite para a vida privada no mundo de hoje? A que se submete uma pessoa para ficar famosa? Qual é o preço da fama? Essas são questões presentes em nosso cotidiano, principalmente, com o advento do Programa Big Brother Brasil exibido pela TV Globo neste mês. A fama direcionada aos participantes deste programa pode alcançar dimensões tão grandes a ponto de levá-los ao campo da política, como aconteceu com Jean Wyllys, empossado deputado federal no último dia 1º. Por outro lado, o tempo de duração da fama de uma celebridade pode ser tão curto, como profetizou o artista Andy Warhol, que em poucos minutos pode cair no esquecimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Então, como tudo isso começou? Quando nasceu o conceito de “celebridade”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O acadêmico inglês Fred Inglis, em sua obra &lt;i&gt;A short history of celebrity&lt;/i&gt;, ao analisar o conceito de “celebridade” verifica que este surgiu em fins da Idade Moderna. Anterior a este período, pode-se dizer que existiam pessoas “renomadas”, ou seja, personalidades que ficavam conhecidas por suas atividades em áreas específicas, como Da Vinci e Michelângelo. Estas pessoas não ficaram famosas por conta de suas personalidades em si, mas, sim pelos seus trabalhos e o significado destes à sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além deste perfil de “renomados”, existiam outros que já nasceram com a fama, como eram os casos do rei e dos nobres. Estas pessoas, pela titulação que lhe eram cabíveis, já eram renomadas pelas tradições embutidas em seus nomes e pelos poderes que lhes eram atribuídos. No entanto, com o surgimento das idéias iluministas e da democracia urbana na Europa, subia ao poder a classe burguesa e, esta, por sua vez, não possuía títulos, o que a fez buscar a fama por suas conquistas. Foi quando surgiu a moda excêntrica do século XVIII, na França, para ostentar as riquezas dos burgueses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir disso, surgia o conceito de “celebridade” – pessoas que ficavam famosas também por suas vidas e não mais exclusivamente por suas ocupações. As primeiras celebridades a tomaram cor no mundo moderno surgiram na Inglaterra, dentre elas encontrava-se o precursor do Romantismo, Lord Byron, famoso pelos escândalos com amantes e filhos fora do casamento. Já no século XIX, outros fatores que fizeram fluir a “fama”, foram os enfoques em artistas de teatros e cinemas (com o close) e o nascimento da imprensa diária nos EUA. Com a falta de notícias para publicar, uma vez que elas demoravam a chegar por telégrafo, os jornais diários sempre exibiam textos sobre a vida privada das celebridades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deste modo, o conceito de celebridade se transformou mais ainda ao longo do século XX e, hoje, no início do século XXI, pode-se dizer que praticamente se popularizou. A “profecia” de Andy parece ter se concretizado. Mas, será que vale a pena ser mundialmente famoso, mesmo que por 15 minutos? Pensemos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;REFERÊNCIA: Artigo de Fábio Marton. Revista Aventuras na História – dez/2010.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8007020048023846000?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8007020048023846000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8007020048023846000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8007020048023846000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8007020048023846000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/02/do-renome-celebridade.html' title='DO RENOME À CELEBRIDADE'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-1693765413297618222</id><published>2011-02-16T06:20:00.001-08:00</published><updated>2011-02-16T06:20:44.881-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Brasil'/><title type='text'>SAMPA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 28 DE JANEIRO DE 2011.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No último dia 25, terça-feira, a nossa capital e megalópole, São Paulo, completou 457 anos de fundação. Para celebrar e comemorar este “aniversário” parece estar na moda cantar e recitar a música “Sampa” de Caetano Veloso. Isto porque, além de agradável melodia, a letra da música revela certo saudosismo em relação às épocas passadas da cidade. São por essas e outras em que todos os anos, nesta época de aniversário da cidade, são recordados os momentos da história paulista e suas transformações. Seja na estrutura, nas ruas, nos prédios, no clima ou nas cores, o fato é que a grande São Paulo se transforma cada vez mais, tendo como resultado inovações positivas, bem como desvantagens aos habitantes e ao meio-ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;“Alguma coisa acontece no meu coração... que só quando cruza o Ipiranga e a Avenida São João, é que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi...”&lt;/i&gt;. Assim começa a música de Caetano, e, em uma leitura não tão profunda, baseada na pura percepção da poesia, verifica-se o choque de alguém que passou tempos longes de São Paulo e quando volta não reconhece mais seu lugar de origem. Embora a primeira impressão da letra da música seja esse “choque”, também é perceptível o sentimento de carinho que este “alguém” possui pelas ruas de São Paulo, algo que o coloca em consonância com a sua própria personalidade. Trocando em miúdos, é como se a antiga Vila de São Vicente ou a “quatrocentona” São Paulo tivesse, de repente, não mais que de repente, se transformado na moderna “Sampa”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se pensarmos em 457 anos, vê-se que se trata de um período conjunto à história do Brasil. Política e socialmente, a história paulista compõe-se numa mistura de épocas que vêm desde o período pré-cabraliano, colonial, imperial a até o republicano. São 457 anos de resquícios de um povo mesclado pelos indígenas tupinambás, portugueses colonizadores, negros escravizados, imigrantes trabalhadores e demais culturas neste fervilhar que se denomina “São Paulo”. Nesse sentido, ao longo destes quatro séculos e meio, criou-se uma belíssima composição de patrimônios históricos materiais e imateriais que o crescimento urbano e a vida globalizada acabam por engolir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como bem disse Caetano, foi a força da grana que ergueu e destruiu as coisas belas de São Paulo, que vão desde os casarões da época do café a até as capelinhas toscas reverenciadas por Mário de Andrade. No entanto, atualmente, muitas atividades culturais de preservação de patrimônio histórico são benquistas por manifestantes da iniciativa pública e privada. O resultado disso, econômico e culturalmente, é o crescimento do turismo museológico na capital paulista. Por essas e outras que os nossos parabéns para São Paulo serão destinados àqueles que compuseram e compartilham seus 457 anos: o Museu do Ipiranga, o Museu de Artes Sacras, a Pinacoteca, o Museu da Língua Portuguesa, a Praça da Sé, o Mosteiro de São Bento, o MASP e tantos outros que injustamente não cabem nesta singela homenagem. Á São Paulo e à &lt;i&gt;“poesia discreta de tuas esquinas”, &lt;/i&gt;os nossos parabéns!&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-1693765413297618222?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/1693765413297618222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=1693765413297618222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1693765413297618222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/1693765413297618222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/02/sampa.html' title='SAMPA'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-6669565552526318360</id><published>2011-02-16T06:19:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:19:10.736-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>AS PRAÇAS PÚBLICAS</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138;"&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 21 DE JANEIRO DE 2011&lt;/span&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao longo dos últimos anos muito se tem falado sobre preservação e valorização de patrimônio histórico. Historiadores mostram-se preocupados em garantir a conservação dos bens públicos que mostram por si só as características de um dado momento histórico. Sem nos atermos em cientificismo, e até mesmo em certo tom poético, definiríamos “patrimônio histórico” como um bem, material ou imaterial, que ilustra a memória coletiva e a cultura de um povo, isto é, aquilo que uma dada comunidade possuía em comum e que reflete nas características da atualidade. Dentre tantos exemplos, as praças públicas podem ser consideradas patrimônio histórico da cidade por emanar uma representação simbólica que figura a existência de um passado e de uma cultura coletiva. Mas, hoje, o que elas são de fato?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao que tudo indica, o modelo urbano de praças públicas chegou ao Brasil durante o período colonial, pois, com a concessão das capitanias hereditárias, muitas cidades foram criadas pelos portugueses e redesenhadas por especialistas. A partir do século XVII, os projetos urbanos são calcados na instituição de edifícios e igrejas aos redores das praças públicas centrais, exaltando os valores sociais e políticos de cada época. No entanto, a partir da época moderna, gradativamente as pessoas perderam a convivência social em lugares públicos para se confinarem em espaços como shoppings, bares, restaurantes, lojas, dentre outros. Com essas transformações, a vida cotidiana se afastou das atividades públicas e as praças perderam sua representação diante às comunidades. O que restou são as insistências de historiadores e saudosistas em resgatar seus valores e transformá-las em patrimônios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em Barretos as praças públicas foram espaços de suma importância num passado não muito distante. De acordo com a mentalidade de cada época, era na praça pública central o lugar onde se expressava o patriotismo, as manifestações artísticas, as atividades culturais e os propósitos políticos. Nos tempos remotos, as praças também eram denominadas como “largos” e registros demonstram que em Barretos existiam o “Largo da República” (atual Pça. Francisco Barreto), “Largo São Sebastião”, “Largo da Feira” e muitas outras que não caberiam nestas poucas linhas. Eram nestas praças que se realizam quermesses e desfiles cívicos, recebiam-se autoridades políticas, liam-se discursos e, é claro, praticava-se o inesquecível “foot”, a paquera das moças e rapazes. Além disso, o paisagismo da Praça Francisco Barreto era incrivelmente belo, fotos da década de 40 revelam uma arquitetura francesa e a arborização modelada em mosaicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E hoje? Como estão nossas praças públicas? O que elas representam aos barretenses? Mero saudosismo? Porque não resgatá-las e transformá-las em espaço culturais? Porque não tirá-las das mãos do vandalismo e do alvo da destruição? Porque não mantê-las devidamente limpas e belas? São questões a se pensar e a agir, posto que, as nossas praças são um dos muitos patrimônios materiais que constituem a história em que nós possuímos em comum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-6669565552526318360?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/6669565552526318360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=6669565552526318360' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6669565552526318360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/6669565552526318360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/02/as-pracas-publicas.html' title='AS PRAÇAS PÚBLICAS'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-8330916029912194190</id><published>2011-02-16T06:15:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:17:23.199-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>REVISTA AÇÃO E VIDA: COLABORE COM SUA MEMÓRIA!</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e69138; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL "O DIÁRIO DE BARRETOS" EM 14 DE JANEIRO DE 2011.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;Por KARLA O. ARMANI&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No último domingo a Santa Casa de Misericórdia de Barretos comemorou 90 anos de fundação, em virtude da nomeação da primeira mesa administrativa ocorrida no dia 9 de janeiro de 1921. Há noventa anos foi realizada uma reunião para definir os membros que participariam da Mesa Administrativa, tratou-se de uma reunião presidida pelo então prefeito, Antonio Olympio Rodrigues Vieira, sendo nomeado como primeiro provedor o dr. Pedro Paulo de Souza Nogueira. Por conta disso, o dia nove de janeiro tornou-se a data oficial de fundação do hospital. Outras datas também fizeram parte da origem da Santa Casa, como o dia 3 de abril de 1921, solenidade de inauguração dos serviços das enfermarias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Noventa anos se passaram e as comemorações continuam em prol das realizações da casa de saúde. A isso se aplica a missa campal realizada em frente a Santa Casa neste último domingo, que teve a participação da comunidade e dos funcionários da instituição. Além disso, foi lançada a primeira edição da Revista “Ação e Vida”, componente das comemorações do aniversário da Santa Casa. Publicada pelo próprio hospital, a revista contou com a atuação de colaboradores que foram entrevistados e decoraram as páginas com suas mais sutis lembranças e sobre a instituição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A intenção é continuar com este projeto e abrilhantar a história dos noventa anos da Santa Casa com a memória da comunidade barretense. Como disse o Bispo Dom Edmilson durante a missa campal, (segundo o que ficou na minha lembrança), “quem construiu a Santa Casa há noventa anos atrás foi o povo, as autoridades fizeram sua parte, mas quem deu vida ao hospital foi a comunidade”. &amp;nbsp;Nesse sentido, por mais documentos escritos que existem sobre a Santa Casa, que são de sobremaneira importantíssimos, as entrevistas são de extrema relevância para a constituição das lacunas existentes na história do hospital. Existem acontecimentos que serão lembrados somente pelas recordações de pessoas que viveram o passado do hospital e que o conhecem hoje. E é neste momento que entra a Revista Ação e Vida, aberta a todos que queiram colaborar com a memória do hospital.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por fim, se você, leitor, é ou conhece alguém que vivenciou acontecimentos na Santa Casa que podem ser transformados em entrevistas ou se possui fotografias antigas do hospital, procure-nos para dividi-las conosco e com a comunidade (pelo email: &lt;a href="mailto:armani.historia@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none;"&gt;armani.historia@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). O hospital da vida e a história da cidade agradecem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8940661555330689711-8330916029912194190?l=karlaarmani.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://karlaarmani.blogspot.com/feeds/8330916029912194190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8940661555330689711&amp;postID=8330916029912194190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8330916029912194190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8940661555330689711/posts/default/8330916029912194190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://karlaarmani.blogspot.com/2011/02/revista-acao-e-vida-colabore-com-sua.html' title='REVISTA AÇÃO E VIDA: COLABORE COM SUA MEMÓRIA!'/><author><name>Karla Armani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16531941491102777608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_pKtzM3Oy900/TAlzRItFg4I/AAAAAAAAAPc/cYuHCTXK5NM/S220/Sem+t%C3%ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8940661555330689711.post-429724464312895519</id><published>2011-01-12T09:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T09:25:53.248-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Barretos'/><title type='text'>O NASCIMENTO DO HOSPITAL: UMA CONQUISTA DE TODOS!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;b style="background-color: #e69138;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ARTIGO PUBLICADO POR KARLA O. ARMANI NA REVISTA "AÇÃO E VIDA" DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BARRETOS - 9/1/2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b style="line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 24px; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Na década de 10, quando Barretos tinha pouco mais de meio século de fundação, a ideia de construir um hospital para a comunidade era há tempos discutida entre as autoridades políticas. Desde 1911, o único estabelecimento de saúde em Barretos era a “Casa de Caridade” que funcionava nas dependências da Sociedade Espírita “25 de Dezembro”. A “Casa de Caridade” funcionou até 1920, foi seu diretor-clínico o médico maranhense Raymundo Mariano Dias. Registros comprovam que, num período de um ano e meio, sete médicos atenderam aproximadamente duzentas e quarenta pessoas de Barretos e região. Um número deveras expressivo perante as condições estruturais da casa espírita da época. Os médicos que lá trabalhavam em prol dos indigentes são os mesmos que aparecerão nos anos iniciais da Santa Casa de Barretos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mesmo com tamanha dedicação da Sociedade Espírita, era necessário ampliar a saúde pública de Barretos e fundar uma instituição profissional que fornecesse um local seguro e acolhedor para realizar os tratamentos e cirurgias dos doentes. Ao que se consta, tudo começou com a primeira reunião na casa do pároco José Martins, em 15 de janeiro de 1917, quando foi fundada a “Comissão Promotora da Fundação da Casa de Misericórdia de Barretos”. Meses depois, em agosto, outra reunião se realizou, agora na Praça Francisco Barreto, onde o Padre José Martins anunciou a doação do terreno foreiro da Igreja para a construção do prédio do hospital de Barretos. Ainda mais, na mesma reunião era eleita a Diretoria Provisória, tendo José Garcia Vassimom como presidente; para vice-presidente o Pe. José Martins; secretário João Machado de Barros e tesoureiro Francisco Conde. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A história demonstra que muitas pessoas da cidade entraram em consonância com a campanha para angariar fundos em prol da construção do hospital que foi merecidamente denominado “Casa de Misericórdia de Barretos”. Isso é tão verdade que no dia do lançamento da primeira pedra do hospital, 30 de janeiro de 1918, a cidade parecia estar em festa. A fotografia deste dia, guardada com carinho pelo hospital, revela as festividades que animaram a tímida população barretense no dia tão esperado. Veem-se pessoas atentas aos discursos, vestidas com trajes elegantes da época, os homens de chapéu e mulheres com longos vestidos, um grupo de escoteiros se apresentando, fanfarras uniformizadas das escolas, estandartes de procissões e muita alegria. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em nove de janeiro de 1921 foi realizada a nomeação da primeira mesa administrativa da instituição, data hoje reconhecida pelo hospital como seu marco de fundação. Em abril do mesmo ano, quando de fato se inaugurou a Santa Casa de Misericórdia de Barretos, as fotografias também destacaram as festividades da comemoração, sendo o primeiro provedor dr. Pedro Paulo de Souza Nogueira e o primeiro diretor clínico dr. Henrique Pamplona de Menezes. Pessoas de todos os tipos encontravam-se naquela ocasião, que marcou o primeiro sopro de vida do hospital. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muitas histórias se sucederam e cada conquista do hospital da vida tem sido muito comemorada entre os barretenses. E a caminhada não para... muito se tem a conquistar e a comemorar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;v:shapetype coordsize="21600,21600" id="_x0000_t202" o:spt="202" path="m,l,21600r21600,l21600,xe" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"&gt; &lt;/v:path&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;/span&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1029" style="height: 94.45pt; left: 0px; margin-left: -7.75pt; margin-top: 311.25pt; position: absolute; text-align: center; width: 144.5pt;" type="#_x0000_t202"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 12px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1028" style="height: 94.45pt; left: 0px; line-height: normal; margin-left: -7.75pt; margin-top: 208.25pt; position: absolute; text-align: left; width: 144.5pt; z-index: 2.51673e+008;" type="#_x0000_t202"&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1027" style="height: 94.45pt; left: 0px; line-height: normal; margin-left: 308.75pt; margin-top: 199.55pt; position: absolute; text-align: center; width: 144.5pt;" type="#_x0000_t202"&gt;&lt;span
